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Mostrando postagens de Março, 2018
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TV RIO PRETO PROGRAMA ENCONTRO MARCADO Tema: Sábado Santo
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TV RIO PRETO PROGRAMA ENCONTRO MARCADO Tema: Sexta-Feira Santa
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TV RIO PRETO PROGRAMA ENCONTRO MARCADO Tema: Tríduo Pascal

Diocese celebra a Unidade em Missa dos Santos Óleos

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No itinerário da preparação para a Páscoa, na vivência da Semana Santa, Padres, Diáconos, Religiosos, Seminaristas e Leigos se reuniram na Catedral de São José para a Missa conhecida como dos Santos Óleos; ocasião em que se expressa, de maneira especial, a unidade da Igreja em torno do Bispo. Dom Tomé Ferreira da Silva presidiu a Eucaristia, dia 28 de março, congregando as forças vivas da Diocese de São José do Rio Preto. Magistério Episcopal À luz da Palavra e às vésperas do Tríduo Pascal, centro do Ano Litúrgico, dom Tomé sublinhou diversos aspectos; todos apoiados na figura do Filho de Deus. "Nosso Senhor quis aproximar-nos do Seu Sacerdócio", iniciou o epíscopo. "Somos todos Sacerdotes. Somos todos ungidos. Somos todos participantes do Mistério do Sacerdócio de Cristo", completou. A reflexão de dom Tomé, na Missa Crismal, foi também uma convocação e um impulso à missionariedade; em especial na promoção do encontro com aqueles que, em situações diversas, s
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TV RIO PRETO PROGRAMA ENCONTRO MARCADO Tema: Missa do Crisma
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Procissão e Missa de Ramos na Catedral de São José
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Manhã de Espiritualidade quaresmal para o presbitério, diáconos e religiosos na Catedral de São José.

NOSSA SENHORA DA BOA ESPERANÇA

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No mundo marcado pela velocidade, pelo movimento, “onde tudo é para ontem”, como é difícil esperar. Esperar incomoda, provoca ansiedade, irritação. Desespero é não saber esperar. Saber esperar não é comodismo, é estratégia e solução. “Quem espera tudo alcança. ” “Caminhar de esperança em esperança” é preciso. “A esperança é a última que morre. ” Das virtudes teologais, a mais “frágil” é a esperança, mas é ela que dá as mãos à fé e à caridade. Sobre o pós sepultamento de Nosso Senhor Jesus Cristo, diz o evangelista Lucas: “As mulheres voltaram para casa e prepararam perfumes e bálsamos. E, no sábado, repousaram, segundo o preceito” (Lc 23, 56). Certamente, foi também o que fez Nossa Senhora. Ela retirou-se para alguma casa em Jerusalém ou nas cercanias. Como foi o sábado santo de Nossa Senhora? Para onde ela e João voltaram na noite de sexta feira? O que se passava em seu coração? O sábado santo de Maria foi o dia da boa esperança da ressurreição. Ela vivia os fatos à luz das

NOSSA SENHORA DA SOLEDADE

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A palavra soledade nos faz pensar em solidão, em estar sozinho, isolado. São muitas as solidões e algumas são doentias. Há uma sagrada solidão. Pensemos nos eremitas, nos monges e em todos aqueles que se retiram do mundo e das realidades mundanas para viverem mais intensamente o sagrado. Há uma boa solidão estreitamente vinculada à fé cristã católica. Na ortografia, é pequena a distância entre solitário e o solidário. O solitário da fé é solidário com todos na sua sagrada solidão. Ao descrever o sepultamento de Nosso Senhor Jesus Cristo, o evangelista Marcos afirma: “Maria Madalena e Maria, mãe de Joset, observavam onde Jesus era colocado” ( Mc 15, 47). O evangelista São João. O discípulo amado, afirma que o corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo foi ungido e sepultado. Trinta quilos de perfumes de mirra e aloés foram trazidos por Nicodemos ( cf Jo 19, 39). Nossa Senhora estava presente no ato do sepultamento? O evangelista São Lucas fala de algumas mulheres que observavam o sepu

NOSSA SENHORA DA PIEDADE

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Quem não se emociona com a imagem da Pietá, na entrada da Basílica de São Pedro, em Roma, ainda que através da TV ou de uma fotografia? Ou diante de uma “réplica” como a que se encontra na Catedral em Brasília? Ou das múltiplas representações do mesmo motivo feitas pela escultura barroca ou outras simples representações largamente impressas? A tradição e a piedade popular enxergam que o corpo inerte de Nosso Senhor Jesus Cristo, após ser descido da cruz, é acolhido no colo por Nossa Senhora. O colo que embalara o Menino Jesus quando “veio” ao mundo é o mesmo colo que agora acolhe Nosso Senhor Jesus Cristo quando “deixa” o mundo. A carne fria e sem autocontrole do filho contrasta com a carne viva e quente da mãe. Carne da minha carne e sangue do meu sangue, poderia ela dizer ao contemplar o filho morto, prestes a ser sepultado. Se neste quadro a piedade fosse uma pessoa, quem seria? Piedade é o filho morto no colo da mãe ou piedade é a mãe que abraça a morte do filho? Duas piedades s

NOSSA SENHORA DAS DORES

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A tradição e a piedade popular, fundadas na Sagrada Escritura, apontam sete dores de Nossa Senhora, que percorrem o arco do tempo da apresentação de Jesus no templo, com a profecia do velho Simeão de que uma espada de dor traspassaria o coração de Maria (Lc 2,34-35), a primeira dor, até o sepultamento do Senhor, que seria a última. Concentro-me naquela que seria a quinta dor: Maria aos pés da cruz participa da morte de Nosso Senhor Jesus Cristo: “Junto à cruz de Jesus, estavam de pé sua mãe e a irmã de sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena. Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à mãe: ‘Mulher, eis o teu filho!’. Depois disse ao discípulo: ‘Eis a tua mãe!’. A partir daquela hora, o discípulo a acolheu no que era seu” (Jo 19,25-27). Nossa Senhora está presente na hora crucial e decisiva de Nosso Senhor Jesus Cristo, sua crucifixão e morte, hora em que Ele sente a presença não presente do próprio Pai, ocasião em que gritou com voz forte: “Meu Deu

COMUNIDADE DIOCESANA CELEBRA SÃO JOSÉ

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A Procissão de Entrada já havia rompido o corredor central da Catedral quando as bandeiras foram trazidas ao Presbitério por atiradores do Tiro de Guerra local. A Banda Regimental da Polícia Militar entoou os hinos; com especial destaque para aquele que exalta o Município. “São José do Rio Preto, tua marcha, tua fé, vão levando para a glória o pendão de São José”. O 166º aniversário de fundação da Capital da 8ª Região Administrativa do Estado de São Paulo foi, também, oportunidade para se reafirmar a religiosidade do povo desde os primeiros tempos; característica “enraizada” no nome e na história da cidade. O bispo local, dom Tomé Ferreira da Silva, presidiu a Eucaristia junto às centenas de Diocesanos que marcaram presença na Missa em Ação de Graças celebrada nessa segunda-feira, 19 de março. Nesse contexto, muitos foram os motivos para render graças a Deus; entre eles, a instituição de quatro seminaristas no Ministério de Leitor (Geraldo Fernandes Neto, Patrick Miranda, Frei Is

NÃO HÁ PÁSCOA SEM SACRAMENTO DA CONFISSÃO E COMUNHÃO EUCARÍSTICA.

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É tempo de recordar dois mandamentos da Igreja: confessar-se ao menos uma vez ao ano e comungar na Páscoa da Ressurreição. “O tempo útil para o cumprimento do dever pascal, em conformidade com o Código de Direito Canônico (cf Cân. 920, § 2), é o próprio ciclo pascal, isto é, desde a Quinta-feira Santa até o domingo de Pentecostes. Por justa causa, este preceito pode ser cumprido em outro tempo dentro do ano.” Há uma saudável tradição em associar o sacramento da Confissão com o tempo da Quaresma e da Páscoa, muito embora não haja tempo que não seja ocasião oportuna para receber o perdão de Deus através do sacramento da Confissão. O sacramento da Confissão é o caminho ordinário para o perdão dos pecados. É a realização do que Nosso Senhor Jesus Cristo disse aos apóstolos no dia da sua Páscoa: “Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, serão perdoados; a quem os retiverdes, lhes serão retidos” (Jo 20,23). É Deus que perdoa os pecados, e no sacramento da Confissão usa, par

SEMANA SANTA NÃO É FERIADO PROLONGADO PARA OS CATÓLICOS APOSTÓLICOS ROMANOS

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No Brasil, como se não bastasse o grande número de feriados, cristalizou-se o costume do “feriado prolongado”, isto é, unir a folga do dia de feriado a outro que não o é, aumentando os dias de descanso, às vezes incluindo o sábado e domingo em uma sequência. Há uma grande tentação, ou fato consumado, em fazer do Tríduo Pascal, da Quinta Feira Santa ao Domingo de Páscoa, um feriado prolongado, ocasião para viagens, festas e descanso. Com isso, ignora-se a santidade do Tríduo Pascal, o que não pode ser esquecido pelos Católicos Apostólicos Romanos. Para nós, a participação nas celebrações do Tríduo Pascal não é “ponto facultativo”. Em família, você é convocado a viver e celebrar o Tríduo Pascal de modo intenso, em sua paróquia ou igreja que frequenta. Caso esteja em viagem, deve participar na paróquia da cidade em que se encontra. O Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor, 25 de março, recorda a entrada messiânica de Nosso Senhor Jesus Cristo em Jerusalém, nos introduz na vivência e na

Visita pastoral à Paróquia Santa Rita de Cássia

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Dom Tomé realizou visita pastoral à Paróquia Santa Rita de Cássia, em Mirassol, entre os dias 04 e 11 de março. No domingo, 11/03, às 9h30, uma missa pontifical marcou o encerramento da primeira fase das atividades. Nos ritos finais, o pároco da comunidade, Pe. Vanderlei Moncegatti, dirigiu ao bispo uma mensagem de agradecimento. “Queridos irmãos e irmãs, hoje, 11 de março de 2018, estamos concluindo a semana de visita pastoral com presença fraterna de Dom Tomé entre nós. O que dizer após uma semana intensa de celebrações, visitas e reuniões? Dom Tomé, “bendito o que vem em nome do Senhor!” Foi gratificante acompanhar o brilho nos olhos das famílias, dos doentes e das crianças ao receberem o bispo em suas casas. E como padre, me enriqueceu muito acompanhá-lo de tão de perto no zelo pastoral com que realizou as visitas e bênçãos. As celebrações foram outro ponto singular, pois diante da Palavra e da Eucaristia nos fortalecemos da presença de Deus. Ao final das celebrações não m
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Na noite de ontem (08), dom Tomé presidiu missa no Santuário da Vida em São José do Rio Preto. A celebração teve transmissão ao vivo da RedeVida e contou com a participação de membros da equipe diocesana da Campanha da Fraternidade.

PÁSCOA EM TEMPO DE INCERTEZAS

Incertezas são encontradas por todo lado, de toda natureza e com profundidades diversas, provocando múltiplas consequências na sociedade e na vida de fé dos cidadãos e singularmente nos Cristãos Católicos Apostólicos Romanos. Vivemos uma diáspora de mentiras e interpretações falsas de fatos, ou pseudo-fatos, que geram confusão, insegurança e medo, comprometendo o presente e o futuro da sociedade e da Igreja. É neste contexto, com escuras nuvens, que celebramos o Mistério Pascal de Nosso Senhor Jesus Cristo, glorificado pela cruz e ressurreição. Celebrar a glorificação de Nosso Senhor Jesus Cristo, pela sua morte na cruz e ressurreição, é reafirmar nosso sim cotidiano à vida plena, esta e a eterna, à verdade, que para nós é uma pessoa, à caridade, que se traduz em fraternidade e solidariedade. Contemplar Cristo Ressuscitado é tomar fôlego na fé para seguir adiante, apesar dos percalços, ainda que a passos curtos, lutando contra o mal e a morte, frutos do pecado, hoje enraizado não só n

CANTAR A SEMANA SANTA

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A Semana Santa, para nós cristãos, é a grande semana, tanto do ano civil como do ano litúrgico. Motivo impulsor para que a Equipe Diocesana de Liturgia da Diocese de São José do Rio Preto promovesse uma semana de formação litúrgico-musical para os fiéis diocesanos. Os encontros, que reuniram cerca de 300 pessoas por noite, foram realizados na Paróquia Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento de Monte Serrat, na Vila Maceno, nos dias 27 e 28 de fevereiro e 01 e 02 de março, com a presença do assessor de música litúrgica da CNBB, o jesuíta Ir. Fernando Vieira. Ir. Fernando mostrou a importância de escolher corretamente as músicas para cada rito e celebração da Semana Santa, em especial do Tríduo Pascal, além de erradicar algumas dúvidas que o povo exprimiu sobre os cantos litúrgicos em geral. As quatro noites foram de grande aprendizado, humor e momentos arrepiantes, quando houve a participação de todos nos ensaios de algumas músicas. O assessor da CNBB não somente trouxe novo repertóri

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