terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Início da Equipe de Nossa Senhora, nº53 Nossa Senhora do Ó com 7 casais tendo como Sacerdote Conselheiro Espiritual

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

A diocese de São José do Rio Preto através da Pastoral da Comunicação promoveu no último final de semana o Curso de Fotografia Religiosa conduzido pela equipe da Adora Comunicação da diocese de Londrina/PR.
 
 

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Dom Tomé preside missa na CNBB, por ocasião do Encontro da Dimensão Bíblico-Catequética em preparação da 4ª Semana Brasileira de Catequese.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

ABERTURA DIOCESANA DA CATEQUESE

Em 18 de fevereiro do ano em curso, a Pastoral Bíblico-Catequética realizou a Abertura Diocesana da Catequese na paróquia Jesus Bom Pastor e São Sebastião, em São José do Rio Preto. Após acolhida e café da manhã, os catequistas participaram da Santa Missa presidida por dom Tomé e concelebrada pelos padres José Vitoretti e Fábio Dungue. 

Acompanhados pela equipe diocesana, os catequistas participaram de uma experiência missionária nos bairros pertencentes àquela comunidade paroquial. Dezenas de famílias acolheram os catequistas para um momento de oração pela paz nas famílias. Após as visitas, os catequistas partilharam a experiência vivida nesta ação missionária expondo também o desejo de estender a proposta às comunidades e paróquias da diocese.


segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

A primeira reunião do ano de 2018 dos membros do Conselho de Pastoral Diocesano teve início com a santa missa presidida por dom Tomé, acompanhado de padres e leigos responsáveis pelas pastorais e movimentos da diocese. A celebração e reunião foram realizadas no último sábado (17) nas dependências do Centro de Estudos Superiores Sagrado Coração de Jesus.


quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

CAMPANHA DA FRATERNIDADE É ABERTA NA DIOCESE

O povo da Diocese de São José do Rio Preto já milita em prol da superação da violência. "Vós sois todos irmãos" (Mt 23,8), lema da Campanha da Fraternidade 2018, é a inspiração que norteará a caminhada dos fiéis durante a Quaresma. Sob a presidência de dom Tomé Ferreira da Silva, foi celebrada a Missa que marcou a abertura do tempo de conversão e penitência que conduzirá à Páscoa. O encontro aconteceu na Catedral de São José, nessa quarta-feira, 14 de fevereiro. "Misericórdia, ó Senhor, pois pecamos" (Salmo 50/51), declararam Padres, diáconos, religiosos, autoridades da Região e o povo, na vivência do Ano Nacional do Laicato.

O tom penitencial, acentuado pelo roxo, cor litúrgica indicada para o período, foi valorizado desde o princípio da Celebração pelo bispo; que conduziu Ato voltado ao exame de consciência; "reconhecendo-nos necessitados do perdão de Deus", completou o epíscopo.

Reflexão

"A singularidade do Tempo da Quaresma vem do fato de que nós somos pecadores e, às vezes, muito pecadores". A partir dessa confissão, o bispo de São José do Rio Preto congregou todos os fiéis na busca comum por conversão. Nesse sentido, indicou o religioso, a oração, a caridade, o jejum e a penitência são as práticas que levarão à autêntica mudança de atitudes.

E sublinhando a necessidade de mudança, dom Tomé contextualizou o tema e o lema da Campanha da Fraternidade. "No Brasil, hoje, a violência é uma praga epidêmica. Ela manifesta-se em todos os extratos sociais", alertou o bispo dizendo que o fiel não pode aceitá-la "como condição natural do homem e da sociedade"; ainda mais por ser, a violência, contrária à vontade de Deus. "Ele deseja que vivamos em paz e sejamos construtores da paz", disse o bispo.

Apoiado em considerações ligadas aos desafios cotidianos, dom Tomé mostrou que a "Campanha da Fraternidade é um grito para que o Brasil possa criar estruturas, estratégias e políticas públicas que sejam eficientes e eficazes no combate da violência". Ainda nesse contexto, o religioso ampliou a abrangência da reflexão, recordando as limitações que tornaram vulneráveis, por exemplo, policiais e agentes penitenciários. Clamando por "melhores condições de trabalho para os 'guardadores da paz' na nossa sociedade"; a fala encontrou sintonia nas pessoas do Cabo PM Jamilson Luiz da Cruz, que proclamou a segunda leitura da Missa; do doutor Ademir Panciera, Diretor do Centro de Progressão Penitenciária de São José do Rio Preto e da Delegada Titular da Delegacia de Defesa da Mulher, doutora Dálice Ceron. A mensagem de dom Tomé culminou na imposição das Cinzas sobre os diocesanos reunidos. "Convertei-vos e crede no Evangelho", suplicou o bispo.

A Celebração, nessa quarta-feira, foi como um envio para vivência da Quaresma e da Campanha da Fraternidade em todas as Paróquias e na sociedade. Para sinal visível dessa vivência, dom Tomé e o Coordenador Diocesano de Pastoral, padre Gerson Carlos Cavalin, entregaram o Texto Base da Campanha para as autoridades presentes, representante da Polícia Militar e para os padres coordenadores de Regiões Pastorais.

No contexto reflexivo e de mudança de atitudes, novos momentos diocesanos voltarão a ser vividos: segunda-feira, 19 de fevereiro, às 20 h, na Câmara de Vereadores de São José do Rio Preto, acontecerá a Sessão Solene Pública de abertura da Campanha da Fraternidade. Na sequência, em 9 de maio, às 20 h, na Catedral, um Seminário sobre questões de violência e da paz debaterá aspectos inerentes à realidade no Noroeste Paulista. E assim, "guiado pelo Espírito de Jesus e iluminados pela sabedoria do Evangelho", o povo de Deus seguiu sob a proteção de Nossa Senhora. "E que ela nos acompanhe nesse tempo da Quaresma", concluiu o bispo.

Texto e Fotos: André Botelho
Assessoria de Comunicação -
Santuário São Judas Tadeu

 
 
 

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

QUARESMA: ORAÇÃO, CARIDADE E PENITÊNCIA

Os quarenta dias da quaresma são para serem santificados pela oração, caridade e penitência. São três caminhos que conduzem a pessoa, à comunhão com o mistério de Nosso Senhor Jesus Cristo, glorificado pela cruz e pela ressurreição.

O caminho da oração que santifica pressupõe a fé. Sem fé, a pessoa não ora. Ao mesmo tempo, a oração revigora a fé. Vivemos em tempo de muitas "fés" e de fé alguma. No desejo de construir uma "fé própria", a pessoa fica sem a fé autêntica em Deus que nos salva em Nosso Senhor Jesus Cristo. A crise na oração, o não rezar, é um sintoma de fé doente ou de inexistência de fé. Suscitar a fé é pressuposto para recuperar a oração. Quem não sente necessidade interior de orar, quem não sente o bom sabor da oração, é porque está com uma enfermidade mais profunda que atinge a fé. Não adianta "exigir" que outros rezem, só eles estão com problemas sérios na base, na fé. É preciso restaurar a fé para recuperar a oração.

Nosso tempo é o da posse das coisas, das ideias e de si mesmo. Na abundância e no desperdício não existe renuncia voluntária. Impera a logística da autossatisfação sem limites. Ter, quanto mais, melhor. Dominar, quanto mais pessoas, é o ideal. Expandir a sua verdade e impor a sua vontade é estratégia. Fazer de si mesmo a referência para tudo e para todos é um projeto a ser executado. A penitência, na sua diversidade de formas, o jejum e outras práticas de "mortificação" são caminhos que nos conduzem ao equilíbrio, nos abrem os olhos para o que realmente somos: seres caducos.

A percepção da nossa caducidade nos permite abrirmos para Deus. Quem não se sente caduco, basta a si mesmo e ignora Deus, fica indiferente diante dele.

Os caminhos da oração e da penitência se completam com a caridade. No caminho da vida são muitos os que ficam à margem ou que prosseguem à custo de muita dor. Saber olhar e enxergar o outro com compaixão é caridade.

A caridade é uma luz que se decompõe em muitas cores. Ao lado da caridade deste que sacia a fome, que mata a sede, que veste o nu, que conforta o doente, que acolhe o transeunte e que ajuda o detento, há uma caridade que resgata e devolve à pessoa a sua dignidade de filho de Deus, uma caridade que restaura a alma e eleva o espírito. É desta caridade que o mundo tem urgência.

Vivamos profunda e intensamente a quaresma, no caminho para celebrarmos a glorificação de Nosso Senhor Jesus Cristo pela cruz e ressurreição. Façamos da oração, da penitência e da caridade estratégias para nossa santificação.
 

+ Tomé Ferreira da Silva
Bispo Diocesano de São José do Rio Preto – SP

 

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

ORAÇÃO E JEJUM PELA PAZ

O Santo Padre, o Papa Francisco, nos convoca para um dia de jejum e de oração em favor da paz, 23 de fevereiro do ano em curso, tendo presente no coração as realidades conflituosas, sobretudo da República Democrática do Congo e da República do Sudão do Sul.

São muitos os conflitos, e maiores as tensões, entre países, etnias e grupos dentro de uma mesma nação. Parecemos viver em uma “corda bamba” que pode romper a qualquer momento e colocar-nos em uma situação de guerra ampliada envolvendo muitas nações.

Entre as autoridades mundiais, o Papa Francisco tem sido uma voz solitária a gritar em nome da paz, alertando para o risco iminente de novo conflito mundial e atômico. Os governantes parecem olhar somente para seus respectivos países e interesses.

A oração e o jejum nos colocam no nosso lugar, no “nosso quadrado”, no contexto da natureza, da história, na sociedade e na Igreja. Eles nos ajudam a construir a paz interior, que é mais fruto da ação do Espírito Santo em nós. À ação do Espírito Santo, respondemos com disponibilidade interior e com posturas pacíficas, que antes de tudo visam a nós mesmos. A oração e o jejum nos fazem solidários com os outros, próximos e distantes. Eles nos aproximam, nos fazem dar as mãos, fazem nossos corações bater em sintonia. Eles nos levam a compaixão, a olhar com-paixão para a pessoa, sobretudo, a empobrecida e/ou sofredora, àquela que sofre as consequências da guerra, das tensões e das provocações internacionais. Eles não permitem permaneçamos indiferentes e nos mobilizam para indignar-nos diante de cada um e todos os conflitos que ferem a paz.

A oração e o jejum são clamores ao Deus da paz para que não nos deixe unir na construção das guerras, de todas as guerras, pequenas e grandes, interiores ou exteriores. São brados elevados à Fonte da Paz para que nos auxilie na tessitura da paz cotidiana. São instrumentos que iluminam a inteligência e fortalecem a vontade no desejo de realizar o anseio de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei da Paz: “Felizes os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus” (Mt 5,9).

Neste 23 de fevereiro, acolhamos o pedido do Santo Padre o Papa Francisco: oremos e jejuemos pela paz.

+ Tomé Ferreira da Silva
Bispo Diocesano de São José do Rio Preto- SP

AS CINZAS

No mundo do gás e da eletricidade, da energia solar e nuclear, a cinza tornou-se desconhecida das novas gerações, e por isso mesmo perde sua força significante e não conduz a pessoa a outra realidade significada.

Temos cinza como resíduo de vegetais, mas também de ossos e da carne, com a cremação dos cadáveres. Ela pode ser compreendida como resto, a sobra do que existia. A cinza não é um nada, é algo que existe, que persiste apesar da destruição operada pelo fogo. O fogo faz a brasa, da brasa resta a cinza, ao final.

A cinza não é inútil, pode ser usada como “fertilizante”, mas é também remédio para combater pragas nas plantas, como matar pulgões. No passado foi usada para filtrar água, com a qual se fazia “sabão de cinza”, um poderoso agente de limpeza nas casas empobrecidas rurais. Era tão forte que transformava a gordura em agente contra a gordura, pois a matéria prima são restos da gordura suína.

No domingo da Paixão do Senhor, há sempre uma sobra de ramos que não é levada para casa pelos fiéis. Estes são guardados e queimados pelo fogo nos dias de carnaval, são transformados em cinza, que é abençoada na quarta-feira, início da quaresma, e piedosamente colocada, com o sinal da cruz, na fronte dos católicos apostólicos romanos, ou salpicada em suas cabeças. Aquele que coloca a cinza no fiel diz: “Convertei-vos e crede no evangelho”, ou então, “Tu és pó e ao pó hás de voltar”.

A primeira fórmula, “convertei-vos e crede no Evangelho”, acentua a dimensão da conversão quaresmal, fruto da oração, da caridade e da penitência. Também no Antigo Testamento, cobria-se de cinzas em sinal de arrependimento, de desejo do perdão de Deus e projeto de vida renovada na graça divina.

A segunda fórmula, “Tu és pó e ao pó hás de voltar”, faz menção à máxima expressão da fragilidade humana, a morte, quando a “carne” e o osso humano sofrem a desintegração e se tornam terra, pó. Muitos não gostam de ouvir esta expressão, bem como muitos não gostam também de usá-la, acham-na fúnebre demais, assustadora.

Ao término do carnaval, na quarta-feira, o primeiro dia da quaresma, receber a cinza abençoada, é sacramental, mostra a consciência e o propósito do fiel católico em abrir-se à graça de Deus para uma vida nova, construída na comunhão com o mistério da pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo, morto e ressuscitado para nossa salvação. Ao mesmo tempo reflete a caducidade da vida humana, como fruto do pecado, e o desejo de conversão como abertura para a vida em plenitude, aqui e agora e na eternidade.

Não é também de desconsiderar a fé popular de que a cinza abençoada, molhada pela água benta, é um sinal sensível da proteção divina contra as tentações e os males que o demônio provoca em nossa vida.

Participemos da celebração eucarística e recebamos a cinza, na quarta-feira depois do carnaval; iniciemos o tempo quaresmal na sua sobriedade e silêncio próprio; empenhemo-nos na oração, penitência e caridade.

Na quarta-feira de cinzas e na sexta-feira santa somos chamados ao jejum, a fazer apenas uma pequena e sóbria refeição, bem como a nos abstermos de todo tipo de carne. Ao jejum, são chamados os maiores de 18 anos até 60 anos completos. À abstinência da carne, os maiores de 14 anos. O fruto do nosso jejum, abstinência e penitência quaresmal devemos doar aos empobrecidos ou à Coleta da Campanha da Fraternidade, no Domingo de Ramos.


+ Tomé Ferreira da Silva
Bispo Diocesano de São José do Rio Preto – SP

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

RETIRO ANUAL DO CLERO


A prática do retiro é uma prática de antiga tradição e que encontra fundamento na Sagrada Escritura, e é bastante recomendada pelo magistério da Igreja. Seguindo essa lógica, todos os anos os padres tem como propósito o retiro. Na diocese de São José do Rio Preto há dois retiros, um que acontece em fevereiro e outro que acontece em julho, para que todos tenham a oportunidade de fazer essa experiência.

O primeiro retiro do ano está em andamento e teve início na última segunda-feira, 05 de fevereiro, e encerra-se amanhã, 09 de fevereiro, sendo realizado no Seminário Santo Antônio localizado no município de Agudos-SP.

O retiro está sendo orientado pelo bispo da diocese de Amparo-SP, Dom Luiz Gonzaga Fechio, que reflete textos da Sagrada Escritura como o Evangelho de Lucas, capítulo 4, versículos 14-30, onde o evangelista apresenta o programa de Jesus, expondo também o decreto conciliar Presbyterorum Ordinis que trata do ministério e vida dos sacerdotes com a intenção de atualizar a experiência, renovando a vida no Espírito. Outra temática abordada relembra as reflexões do papa Francisco que constantemente volta ao documento de Aparecida para lembrar o discipulado missionário.

O retiro também é uma ótima oportunidade de encontro do clero que junto com o bispo renova suas forças para inspirar o trabalho pastoral nas comunidades da diocese. O retiro é dinamizado com momentos de fraternidade, momentos de reflexão conduzidas pelo pregador, momentos de silêncio, celebrações eucarísticas, celebração da liturgia das horas e momentos de devoção como a reza do terço. O retiro se encerra-se amanhã com a celebração eucarística seguida do almoço ao meio dia.

Pe. Marcelo Vieira
Paróquia Nossa Senhora Aparecida – São José do Rio Preto

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Em missa presidida por dom Tomé Ferreira da Silva na Catedral de São José, membros da Comunidade Canção Nova celebraram na última sexta-feira, dia 02 de fevereiro, 40 anos de fundação da Comunidade com renovação dos compromissos definitivos e temporários.


sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Dom Tomé celebrou na noite de ontem, Missa no Santuário da Vida em intenção pelos religiosos e religiosas.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Fiéis da comunidade de São João Bosco, em Monte Aprazível, celebram o padroeiro.