sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Dom Tomé preside missa na CNBB, por ocasião do Encontro da Dimensão Bíblico-Catequética em preparação da 4ª Semana Brasileira de Catequese.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

ABERTURA DIOCESANA DA CATEQUESE

A Pastoral Bíblico-Catequética reuniu na manhã de ontem (18) cerca de 500 catequistas na Abertura Diocesana da Catequese. O evento contou com missa presidida por dom Tomé e experiência missionária nas casas da comunidade paroquial Jesus Bom Pastor e São Sebastião (SJRP).
A primeira reunião do ano de 2018 dos membros do Conselho de Pastoral Diocesano teve início com a santa missa presidida por dom Tomé, acompanhado de padres e leigos responsáveis pelas pastorais e movimentos da diocese. A celebração e reunião foram realizadas no último sábado (17) nas dependências do Centro de Estudos Superiores Sagrado Coração de Jesus.


quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

CAMPANHA DA FRATERNIDADE É ABERTA NA DIOCESE

O povo da Diocese de São José do Rio Preto já milita em prol da superação da violência. "Vós sois todos irmãos" (Mt 23,8), lema da Campanha da Fraternidade 2018, é a inspiração que norteará a caminhada dos fiéis durante a Quaresma. Sob a presidência de dom Tomé Ferreira da Silva, foi celebrada a Missa que marcou a abertura do tempo de conversão e penitência que conduzirá à Páscoa. O encontro aconteceu na Catedral de São José, nessa quarta-feira, 14 de fevereiro. "Misericórdia, ó Senhor, pois pecamos" (Salmo 50/51), declararam Padres, diáconos, religiosos, autoridades da Região e o povo, na vivência do Ano Nacional do Laicato.

O tom penitencial, acentuado pelo roxo, cor litúrgica indicada para o período, foi valorizado desde o princípio da Celebração pelo bispo; que conduziu Ato voltado ao exame de consciência; "reconhecendo-nos necessitados do perdão de Deus", completou o epíscopo.

Reflexão

"A singularidade do Tempo da Quaresma vem do fato de que nós somos pecadores e, às vezes, muito pecadores". A partir dessa confissão, o bispo de São José do Rio Preto congregou todos os fiéis na busca comum por conversão. Nesse sentido, indicou o religioso, a oração, a caridade, o jejum e a penitência são as práticas que levarão à autêntica mudança de atitudes.

E sublinhando a necessidade de mudança, dom Tomé contextualizou o tema e o lema da Campanha da Fraternidade. "No Brasil, hoje, a violência é uma praga epidêmica. Ela manifesta-se em todos os extratos sociais", alertou o bispo dizendo que o fiel não pode aceitá-la "como condição natural do homem e da sociedade"; ainda mais por ser, a violência, contrária à vontade de Deus. "Ele deseja que vivamos em paz e sejamos construtores da paz", disse o bispo.

Apoiado em considerações ligadas aos desafios cotidianos, dom Tomé mostrou que a "Campanha da Fraternidade é um grito para que o Brasil possa criar estruturas, estratégias e políticas públicas que sejam eficientes e eficazes no combate da violência". Ainda nesse contexto, o religioso ampliou a abrangência da reflexão, recordando as limitações que tornaram vulneráveis, por exemplo, policiais e agentes penitenciários. Clamando por "melhores condições de trabalho para os 'guardadores da paz' na nossa sociedade"; a fala encontrou sintonia nas pessoas do Cabo PM Jamilson Luiz da Cruz, que proclamou a segunda leitura da Missa; do doutor Ademir Panciera, Diretor do Centro de Progressão Penitenciária de São José do Rio Preto e da Delegada Titular da Delegacia de Defesa da Mulher, doutora Dálice Ceron. A mensagem de dom Tomé culminou na imposição das Cinzas sobre os diocesanos reunidos. "Convertei-vos e crede no Evangelho", suplicou o bispo.

A Celebração, nessa quarta-feira, foi como um envio para vivência da Quaresma e da Campanha da Fraternidade em todas as Paróquias e na sociedade. Para sinal visível dessa vivência, dom Tomé e o Coordenador Diocesano de Pastoral, padre Gerson Carlos Cavalin, entregaram o Texto Base da Campanha para as autoridades presentes, representante da Polícia Militar e para os padres coordenadores de Regiões Pastorais.

No contexto reflexivo e de mudança de atitudes, novos momentos diocesanos voltarão a ser vividos: segunda-feira, 19 de fevereiro, às 20 h, na Câmara de Vereadores de São José do Rio Preto, acontecerá a Sessão Solene Pública de abertura da Campanha da Fraternidade. Na sequência, em 9 de maio, às 20 h, na Catedral, um Seminário sobre questões de violência e da paz debaterá aspectos inerentes à realidade no Noroeste Paulista. E assim, "guiado pelo Espírito de Jesus e iluminados pela sabedoria do Evangelho", o povo de Deus seguiu sob a proteção de Nossa Senhora. "E que ela nos acompanhe nesse tempo da Quaresma", concluiu o bispo.

Texto e Fotos: André Botelho
Assessoria de Comunicação -
Santuário São Judas Tadeu

 
 
 

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

QUARESMA: ORAÇÃO, CARIDADE E PENITÊNCIA

Os quarenta dias da quaresma são para serem santificados pela oração, caridade e penitência. São três caminhos que conduzem a pessoa, à comunhão com o mistério de Nosso Senhor Jesus Cristo, glorificado pela cruz e pela ressurreição.

O caminho da oração que santifica pressupõe a fé. Sem fé, a pessoa não ora. Ao mesmo tempo, a oração revigora a fé. Vivemos em tempo de muitas "fés" e de fé alguma. No desejo de construir uma "fé própria", a pessoa fica sem a fé autêntica em Deus que nos salva em Nosso Senhor Jesus Cristo. A crise na oração, o não rezar, é um sintoma de fé doente ou de inexistência de fé. Suscitar a fé é pressuposto para recuperar a oração. Quem não sente necessidade interior de orar, quem não sente o bom sabor da oração, é porque está com uma enfermidade mais profunda que atinge a fé. Não adianta "exigir" que outros rezem, só eles estão com problemas sérios na base, na fé. É preciso restaurar a fé para recuperar a oração.

Nosso tempo é o da posse das coisas, das ideias e de si mesmo. Na abundância e no desperdício não existe renuncia voluntária. Impera a logística da autossatisfação sem limites. Ter, quanto mais, melhor. Dominar, quanto mais pessoas, é o ideal. Expandir a sua verdade e impor a sua vontade é estratégia. Fazer de si mesmo a referência para tudo e para todos é um projeto a ser executado. A penitência, na sua diversidade de formas, o jejum e outras práticas de "mortificação" são caminhos que nos conduzem ao equilíbrio, nos abrem os olhos para o que realmente somos: seres caducos.

A percepção da nossa caducidade nos permite abrirmos para Deus. Quem não se sente caduco, basta a si mesmo e ignora Deus, fica indiferente diante dele.

Os caminhos da oração e da penitência se completam com a caridade. No caminho da vida são muitos os que ficam à margem ou que prosseguem à custo de muita dor. Saber olhar e enxergar o outro com compaixão é caridade.

A caridade é uma luz que se decompõe em muitas cores. Ao lado da caridade deste que sacia a fome, que mata a sede, que veste o nu, que conforta o doente, que acolhe o transeunte e que ajuda o detento, há uma caridade que resgata e devolve à pessoa a sua dignidade de filho de Deus, uma caridade que restaura a alma e eleva o espírito. É desta caridade que o mundo tem urgência.

Vivamos profunda e intensamente a quaresma, no caminho para celebrarmos a glorificação de Nosso Senhor Jesus Cristo pela cruz e ressurreição. Façamos da oração, da penitência e da caridade estratégias para nossa santificação.
 

+ Tomé Ferreira da Silva
Bispo Diocesano de São José do Rio Preto – SP

 

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

ORAÇÃO E JEJUM PELA PAZ

O Santo Padre, o Papa Francisco, nos convoca para um dia de jejum e de oração em favor da paz, 23 de fevereiro do ano em curso, tendo presente no coração as realidades conflituosas, sobretudo da República Democrática do Congo e da República do Sudão do Sul.

São muitos os conflitos, e maiores as tensões, entre países, etnias e grupos dentro de uma mesma nação. Parecemos viver em uma “corda bamba” que pode romper a qualquer momento e colocar-nos em uma situação de guerra ampliada envolvendo muitas nações.

Entre as autoridades mundiais, o Papa Francisco tem sido uma voz solitária a gritar em nome da paz, alertando para o risco iminente de novo conflito mundial e atômico. Os governantes parecem olhar somente para seus respectivos países e interesses.

A oração e o jejum nos colocam no nosso lugar, no “nosso quadrado”, no contexto da natureza, da história, na sociedade e na Igreja. Eles nos ajudam a construir a paz interior, que é mais fruto da ação do Espírito Santo em nós. À ação do Espírito Santo, respondemos com disponibilidade interior e com posturas pacíficas, que antes de tudo visam a nós mesmos. A oração e o jejum nos fazem solidários com os outros, próximos e distantes. Eles nos aproximam, nos fazem dar as mãos, fazem nossos corações bater em sintonia. Eles nos levam a compaixão, a olhar com-paixão para a pessoa, sobretudo, a empobrecida e/ou sofredora, àquela que sofre as consequências da guerra, das tensões e das provocações internacionais. Eles não permitem permaneçamos indiferentes e nos mobilizam para indignar-nos diante de cada um e todos os conflitos que ferem a paz.

A oração e o jejum são clamores ao Deus da paz para que não nos deixe unir na construção das guerras, de todas as guerras, pequenas e grandes, interiores ou exteriores. São brados elevados à Fonte da Paz para que nos auxilie na tessitura da paz cotidiana. São instrumentos que iluminam a inteligência e fortalecem a vontade no desejo de realizar o anseio de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei da Paz: “Felizes os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus” (Mt 5,9).

Neste 23 de fevereiro, acolhamos o pedido do Santo Padre o Papa Francisco: oremos e jejuemos pela paz.

+ Tomé Ferreira da Silva
Bispo Diocesano de São José do Rio Preto- SP

AS CINZAS

No mundo do gás e da eletricidade, da energia solar e nuclear, a cinza tornou-se desconhecida das novas gerações, e por isso mesmo perde sua força significante e não conduz a pessoa a outra realidade significada.

Temos cinza como resíduo de vegetais, mas também de ossos e da carne, com a cremação dos cadáveres. Ela pode ser compreendida como resto, a sobra do que existia. A cinza não é um nada, é algo que existe, que persiste apesar da destruição operada pelo fogo. O fogo faz a brasa, da brasa resta a cinza, ao final.

A cinza não é inútil, pode ser usada como “fertilizante”, mas é também remédio para combater pragas nas plantas, como matar pulgões. No passado foi usada para filtrar água, com a qual se fazia “sabão de cinza”, um poderoso agente de limpeza nas casas empobrecidas rurais. Era tão forte que transformava a gordura em agente contra a gordura, pois a matéria prima são restos da gordura suína.

No domingo da Paixão do Senhor, há sempre uma sobra de ramos que não é levada para casa pelos fiéis. Estes são guardados e queimados pelo fogo nos dias de carnaval, são transformados em cinza, que é abençoada na quarta-feira, início da quaresma, e piedosamente colocada, com o sinal da cruz, na fronte dos católicos apostólicos romanos, ou salpicada em suas cabeças. Aquele que coloca a cinza no fiel diz: “Convertei-vos e crede no evangelho”, ou então, “Tu és pó e ao pó hás de voltar”.

A primeira fórmula, “convertei-vos e crede no Evangelho”, acentua a dimensão da conversão quaresmal, fruto da oração, da caridade e da penitência. Também no Antigo Testamento, cobria-se de cinzas em sinal de arrependimento, de desejo do perdão de Deus e projeto de vida renovada na graça divina.

A segunda fórmula, “Tu és pó e ao pó hás de voltar”, faz menção à máxima expressão da fragilidade humana, a morte, quando a “carne” e o osso humano sofrem a desintegração e se tornam terra, pó. Muitos não gostam de ouvir esta expressão, bem como muitos não gostam também de usá-la, acham-na fúnebre demais, assustadora.

Ao término do carnaval, na quarta-feira, o primeiro dia da quaresma, receber a cinza abençoada, é sacramental, mostra a consciência e o propósito do fiel católico em abrir-se à graça de Deus para uma vida nova, construída na comunhão com o mistério da pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo, morto e ressuscitado para nossa salvação. Ao mesmo tempo reflete a caducidade da vida humana, como fruto do pecado, e o desejo de conversão como abertura para a vida em plenitude, aqui e agora e na eternidade.

Não é também de desconsiderar a fé popular de que a cinza abençoada, molhada pela água benta, é um sinal sensível da proteção divina contra as tentações e os males que o demônio provoca em nossa vida.

Participemos da celebração eucarística e recebamos a cinza, na quarta-feira depois do carnaval; iniciemos o tempo quaresmal na sua sobriedade e silêncio próprio; empenhemo-nos na oração, penitência e caridade.

Na quarta-feira de cinzas e na sexta-feira santa somos chamados ao jejum, a fazer apenas uma pequena e sóbria refeição, bem como a nos abstermos de todo tipo de carne. Ao jejum, são chamados os maiores de 18 anos até 60 anos completos. À abstinência da carne, os maiores de 14 anos. O fruto do nosso jejum, abstinência e penitência quaresmal devemos doar aos empobrecidos ou à Coleta da Campanha da Fraternidade, no Domingo de Ramos.


+ Tomé Ferreira da Silva
Bispo Diocesano de São José do Rio Preto – SP

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

RETIRO ANUAL DO CLERO


A prática do retiro é uma prática de antiga tradição e que encontra fundamento na Sagrada Escritura, e é bastante recomendada pelo magistério da Igreja. Seguindo essa lógica, todos os anos os padres tem como propósito o retiro. Na diocese de São José do Rio Preto há dois retiros, um que acontece em fevereiro e outro que acontece em julho, para que todos tenham a oportunidade de fazer essa experiência.

O primeiro retiro do ano está em andamento e teve início na última segunda-feira, 05 de fevereiro, e encerra-se amanhã, 09 de fevereiro, sendo realizado no Seminário Santo Antônio localizado no município de Agudos-SP.

O retiro está sendo orientado pelo bispo da diocese de Amparo-SP, Dom Luiz Gonzaga Fechio, que reflete textos da Sagrada Escritura como o Evangelho de Lucas, capítulo 4, versículos 14-30, onde o evangelista apresenta o programa de Jesus, expondo também o decreto conciliar Presbyterorum Ordinis que trata do ministério e vida dos sacerdotes com a intenção de atualizar a experiência, renovando a vida no Espírito. Outra temática abordada relembra as reflexões do papa Francisco que constantemente volta ao documento de Aparecida para lembrar o discipulado missionário.

O retiro também é uma ótima oportunidade de encontro do clero que junto com o bispo renova suas forças para inspirar o trabalho pastoral nas comunidades da diocese. O retiro é dinamizado com momentos de fraternidade, momentos de reflexão conduzidas pelo pregador, momentos de silêncio, celebrações eucarísticas, celebração da liturgia das horas e momentos de devoção como a reza do terço. O retiro se encerra-se amanhã com a celebração eucarística seguida do almoço ao meio dia.

Pe. Marcelo Vieira
Paróquia Nossa Senhora Aparecida – São José do Rio Preto

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Em missa presidida por dom Tomé Ferreira da Silva na Catedral de São José, membros da Comunidade Canção Nova celebraram na última sexta-feira, dia 02 de fevereiro, 40 anos de fundação da Comunidade com renovação dos compromissos definitivos e temporários.


sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Dom Tomé celebrou na noite de ontem, Missa no Santuário da Vida em intenção pelos religiosos e religiosas.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Fiéis da comunidade de São João Bosco, em Monte Aprazível, celebram o padroeiro.