terça-feira, 31 de outubro de 2017

AUSÊNCIA DE VALORES TRANSCENDENTAIS E VIOLÊNCIA

A violência é uma referência da vida pessoal, familiar e social na atualidade. Não há uma violência, mas várias manifestações violentas que exprimem: o ódio arraigado no coração humano, uma forma de niilismo ou ainda agressão gratuita em busca de prazer ou de “adrenalina” como dizem os jovens. As violências não possuem apenas uma origem, mas são frutos do encontro de uma série de variantes: miséria, falta de educação, abandono, fatores genéticos e culturais, uso de entorpecentes, entre outras. Mas há um elemento que também contribui para a ação violenta e que não é recordado: a ausência de valores transcendentais. Os valores somente humanos parecem não “estar dando conta” de fazer dos indivíduos pessoas de paz.

Os valores transcendentais estão sendo banidos gradativamente, não só da sociedade, mas também da família e da vida das pessoas, num processo rápido ancorado pelo uso dos meios de comunicação social, sobretudo pelas novas mídias. A crença exclusiva no homem pelo homem diz que os valores humanos, somente humanos, seriam suficientes para gerar uma ética capaz de moldar a conduta humana. Porém os fatos mostram que não. A insuficiência do humano tem gerado as mais diversas crises e, entre estas, também a violência generalizada, que vai se tornando parte integrante da cultura atual, mais do que em tempos passados.

A transmissão dos valores humanos, sem os valores transcendentais, acontece hoje também nas famílias e no processo educacional, em seus diversos níveis, consequência das reminiscências do iluminismo. A infância é um período fundamental para a aquisição dos valores que contribuirão decisivamente para a formação do caráter e da personalidade das pessoas. Hoje, a partir dos seis meses, ou até menos, as crianças são retiradas, em boa parte do tempo, do convívio com os pais e demais familiares, pois são enviados para as “creches” que pululam nas nossas cidades, de todos os tipos, públicas ou particulares.

É inegável o valor das creches e o serviço que prestam às famílias: alimentação, higiene, socialização, introdução à educação letrada, entre outros. Sem dúvida, os educadores nestes espaços são também os transmissores dos valores para os pequeninos confiados aos seus cuidados. Mas que valores são passados? São repassados os valores humanos, não os transcendentais. No período em que poderiam e deveriam receber a semeadura dos valores transcendentais as crianças são deles privadas e no futuro desenvolverão sua vida pessoal e social usando somente dos instrumentais humanos sem fundamentação transcendente. O Estado, isto é, o Poder Público, nas suas várias expressões, abomina a fundamentação transcendental da vida e proíbe objetivamente a transmissão dos seus valores correspondentes nas creches.

Ora, a ausência dos valores transcendentais, ou da fundamentação transcendental dos valores humanos, mais cedo ou mais tarde será um dos elementos provocadores ou estimuladores da violência na adolescência e na juventude. No que diz respeito à violência, de algum modo, o Estado está colhendo o que ele mesmo semeia nas instituições de educação infantil. O Estado é impessoal, não sofre humanamente com a violência, mas a pessoa e a família são vítimas da violência e sofrem por causa dela no corpo e na alma. Por sua vez, o Estado tem que direcionar cada vez mais recursos, nunca suficientes, para coibir a violência ou penalizar os violentos. É um ciclo vicioso sem esperança, se não ocorrer uma volta à educação infanto-juvenil que privilegie valores fundados na transcendência.

+ Tomé Ferreira da Silva
Bispo Diocesano de São José do Rio Preto/SP

DNJ 2017 - “O PODEROSO FEZ PARA MIM COISAS GRANDIOSAS” LC 1,49

No dia 29 de outubro, na Casa da Renovação Carismática Católica, em Talhado, dois mil jovens estiveram reunidos para celebrar o Dia Nacional da Juventude, que teve como tema Juventude Mariana e como lema “ O Poderoso fez para mim coisas grandiosas” (Lc 1,49). O DNJ esteve inserido no âmbito da reflexão do Ano Mariano que estamos vivendo em nossa Igreja Particular no Brasil, tivemos, em âmbito geral, a preocupação de apresentar à sociedade, de modo especial às juventudes, um caminho em que a dignidade humana é parte fundamental para que haja vida plena acolhendo a imagem da Mãe da Igreja que nos auxilia nesse processo.

Em todos os anos, a Equipe Referencial acolhe as sugestões de todos os grupos para que o evento se torne ainda mais a cara da juventude e neste ano não foi diferente, por isso tivesse uma novidade: a divisão por módulos.

O DNJ 2017 teve início às 7h30 com uma grande acolhida e café da manhã. As 8h30 tivemos nossa oração inicial seguida da Santa Missa presidida por nosso amado bispo diocesano Dom Tomé Ferreira da Silva, que em sua homilia nos deixou quatro pedidos e sugestões:

A 1º pedido é organizar em nossa paróquia pelo menos um encontro de jovens ao ano. Esse encontro precisa ser querigmático, de anúncio, do primeiro anúncio de Jesus Cristo aos jovens que estão afastados;

A 2ª sugestão é cobrar, em nossas cidades, dos órgãos públicos que se realizem políticas públicas voltadas para a juventude, mas sobretudo que se cumpra a lei de assistência em relação aos dependentes químicos;

3º pedido é que o Setor Juventude possa promover um dia ou dois dias missionários em paróquias que tem um grande território e que estão precisando da ação Juvenil de evangelização;

O 4º e último pedido/ sugestão é que os jovens de nossa diocese se organizem para participar da Jornada Mundial da Juventude, em 2019, no Panamá, com o maior número possível de jovens.

Após a celebração da Santa Missa houve a divisão dos módulos, que continham, ao mesmo tempo, diversas atividades acontecendo. Os módulos foram divididos em: Mariano, Misericórdia, Vocacional, Artes e a Capela do Santíssimo Sacramento.

Para encerrar tivemos um show com a Missão Latria, de Bady Bassitt, que agitou e em seguida conduziu, juntamente com o nosso Assessor Diocesano, Padre Rafael Dalben Ferrarez, a adoração ao Santíssimo.

Foi uma experiência riquíssima e cheia da presença do Espírito Santo!

Cíntia Braga
Equipe Referencial Setor Juventude | Diocese de São José do Rio Preto

segunda-feira, 30 de outubro de 2017


Na última sexta-feira (27), padre Alexandre Ferreira dos Santos tomou posse como novo pároco da Paróquia São Francisco de Assis em São José do Rio Preto.

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

SEMANA CULTURAL 2017

Neste ano, a Semana Cultural Acadêmica do Centro de Estudos Superiores Sagrado Coração de Jesus – instituição que gere a formação filosófica e teológica dos candidatos aos ministérios ordenados das Dioceses de São José do Rio Preto, Barretos, Catanduva, Jales e Votuporanga – teve como temática a Mariologia: Maria na Sagrada Escritura, nos Dogmas e na religiosidade popular. Aconteceu nos dias 17 a 19 de outubro, e teve como assessor o Padre João Aroldo Campanha, da Diocese de Santo André. Como nos anos anteriores o evento desenvolveu-se em duas frentes: na parte da manhã, no período letivo,  direcionado aos alunos dos cursos de Filosofia e Teologia, no Centro de Estudos, e no período noturno, aconteceu em três paróquias diversas, atingindo os fiéis e padres das regiões em que aconteceu. No dia 17 (terça-feira), o evento aconteceu na Paróquia Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento (Vila Maceno), em São José do Rio Preto. No dia 18 (quarta-feira), o tema foi apresentado na Paróquia Senhor Bom Jesus, na cidade de Potirendaba. Finalmente, no dia 19 (quinta-feira), a Semana foi encerrada na Paróquia de Santa Rita de Cássia, na cidade de Mirassol. Em todas as paróquias em que a Semana Cultural aconteceu, houve uma grande afluência de pessoas, visivelmente interessadas no assunto. E em todas, não havia apenas pessoas da paróquia na qual o tema foi apresentado, mas também de todas as paróquias vizinhas, pertencentes à respectiva Região Pastoral. Nas três manhãs, os alunos do Centro de Estudos puderam ter a temática mais aprofundada, pois  o tema foi dividido nos três dias da semana. Pe. João Aroldo apresentou uma introdução à Mariologia, disciplina de Teologia Dogmática, que os alunos têm no Curso de Teologia. Para os alunos do curso de Filosofia foi uma antecipação, um vislumbre da temática da qual irão ocupar-se no curso de Teologia, e para os alunos do curso de Teologia, a Semana Cultural serviu como um aprofundamento e revisão da disciplina já estudada por alguns, que estão no último ano, e uma preparação para aqueles que ainda não a estudaram.

Pe. Leonel Brabo
Reitor do Seminário e Coordenador do Curso de Filosofia

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

39ª Assembleia das Igrejas do Regional Sul 1

Aconteceu nos dias 20 a 22 de outubro de 2017, a 39ª Assembleia das Igrejas do Regional Sul 1 da CNBB, no CEI - Centro de Espiritualidade Inaciana – Vila Kostka, município de Indaiatuba (SP). A assembleia contou com a presença dos Arcebispos, Bispos , Padres, Religiosos, leigos e leigas, membros das Pastorais, Movimentos, Organismos e Associações que compõem o Regional Sul 1. Da diocese de São José do Rio Preto estavam presentes o Sr. Bispo Diocesano - Dom Tomé Ferreira de Silva, Padre Gerson Carlos Cavalin – Coordenador Diocesano de Pastoral, o casal Luiz Antonio Gomes e Marlene Campos Gomes e José Reinaldo Arado -CLCCM. Dom Airtom José dos Santos, arcebispo de Campinas e Presidente do Regional Sul 1, abriu a assembleia acolhendo a todos. Dom Julio Endi Akamine – SAC, arcebispo de Sorocaba e secretario do regional, fez a apresentação do tema central que foi o LAICATO refletido à Luz dos documentos da CNBB: 105 – Cristãos Leigos e Leigas na Igreja e na Sociedade e 107 – Iniciação à vida cristã: itinerário para formar discípulos e missionários. A dinâmica da assembleia teve como base o encontro, exposições e participação; e como objetivação mais ampla apresentar, aprofundar e debater o tema do Laicato, visando construir pistas e indicações de caminhos para que o regional Sul 1trabalhe no ano de 2018; este será o tema para a Igreja de todo o Brasil para o próximo ano. As conferências foram desenvolvidas pelo Sr. Laudelino Augusto dos Santos Azevedo, assessor da comissão episcopal para o laicato da CNBB, que refletiu a formação dos leigos e leigas para participação na vida social e política como um processo de iniciação à vida cristã, e por Dom José Roberto Fortes Palau, bispo da arquidiocese de São Paulo, que fez uma reflexão sobre a iniciação à vida cristã a partir do texto bíblico que narra o encontro de Jesus com a mulher Samaritana. Logo em seguida, Dom Edmilson Amador Caetano, bispo da diocese de Guarulhos – SP, fez uma síntese das exposições destacando: 1- teologia do laicato, 2 - constatações desafiadoras olhando a índole secular da vocação laical, 3 - necessidades e finalidades da formação do laicato. A assembleia também teve espaço para informes pertinentes à ação da Igreja no regional e momentos riquíssimos de espiritualidade, tendo como ponto alto as celebrações eucarísticas. 
 
Os participantes realizaram trabalhos em grupos, dos quais surgiram manifestações e apontamentos de propostas de ação para o regional em 2018. Em síntese, a assembleia provocou os presentes a uma profunda reflexão à luz dos citados documentos 105-107, sobre a importância e necessidade de no ano do leigo desencadear processos de mobilização e reflexão sobre a identidade leiga, sobre sua dignidade e missão cristã recebida no batismo, ainda sobre o fundamento da vida cristã a partir do anúncio, do encontro ou reencontro kerigmático com a pessoa de Jesus Cristo. Da urgente necessidade, que cada Cristão busque ter profunda espiritualidade, experiência mística, compreensão e responsabilidade da sua especial vocação e missão secular, que iluminado pelo encontro com o Mestre se insira no mundo, testemunhando e colaborando para a construção do reino na realidade familiar, do mundo da politica, do trabalho, da arte, da cultura, da ciência e em especial nos tantos e tantos novos areópagos que hoje são comparados a terríveis feridas na trama do tecido social e das organizações humanas. Aquecidos da presença de Deus em suas vidas, os cristãos são chamados a estar e intervir com a presença e os valores cristãos na realidade da vida dos homens e mulheres que clamam pela presença de Jesus, fonte da água viva, o bom Samaritano, presença amorosa, acolhedora e solidária: Cristo Ressuscitado.

José Reinaldo Arado
Comunidade Leigos Consagrados Comunhão e Missão

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Solenidade de Nossa Senhora Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt

Foi celebrada, em 15 de Outubro, pela Diocese de São José do Rio Preto, a festa em honra à Nossa Senhora Mãe Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt. A devoção à Nossa Senhora de Schoenstatt surgiu em 1914, quando em 18 de outubro, o padre José Kentenich, ao fazer uma palestra aos alunos do Seminário em Schoenstatt, na Alemanha, inspirado por Deus, fez um convite para rezarem, se consagrarem à Maria e oferecer-lhe sacrifícios, especialmente pela auto-educação, para que a capelinha da Congregação, então consagrada a São Miguel, se tornasse um Santuário de graças, núcleo de um movimento de renovação que se espalhasse por todo o mundo. A capelinha deveria tornar-se, assim, um local de manifestação das glórias de Nossa Senhora, especialmente de sua ação como Educadora. O objetivo é a educação de um homem novo e a construção de uma nova sociedade.A imagem de Maria colocada na capelinha de São Miguel, que se tornou santuário mariano, é cópia do quadro original pintado por Crosio, um pintor italiano do século XIX. Em 1915, ela recebeu o nome de “Mãe Três Vezes Admirável”. No decorrer da história o título se ampliou para “Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt”, mais conhecida no Brasil como: “Mãe e Rainha”. Réplicas dessa capelinha percorrem as casas dos fiéis e muitos têm sido os relatos de graças recebidas pelos que as recebem em seus lares ou peregrinam aos santuários dedicados à Nossa Senhora de Schoenstatt, que então se espalharam pelo mundo inteiro.

Na diocese de São José do Rio Preto já há muitos anos vem sendo difundida a devoção à “Mãe Rainha”, muitas casas e famílias são visitadas pela pequena capela contendo a imagem de Nossa Senhora. Essa vivência foi coroada com uma solene missa e concentração com todas as comunidades que tem o Movimento da Mãe Rainha, no Distrito de Engenheiro Balduino, pertencente à Paroquia do Senhor Bom Jesus, no município de Monte Aprazível. A grande concentração teve seu ápice em uma solene Missa presidida pelo senhor Bispo Diocesano Dom Tomé Ferreira da Silva e concelebrada por Dom Moacir Aparecido de Freitas, Bispo da Diocese de Votuporanga, pelo Padre Rivaldo, assessor espiritual do Movimento da Mãe Rainha na diocese, Padre Francisco Rodrigues, pároco local, Padre Carlos Nascimento da paroquia de Nossa Senhora de Fátima de Monte Aprazível e o Diácono Permanente Antônio Firmino da cidade de Bady Bassit. No inicio da celebração entraram em procissão todas as comunidades trazendo em mãos a pequena capela da Mãe Rainha, ocupando seus lugares e em seguida a procissão de entrada da missa.

Dom Tomé em sua homilia enfatizou para todos a importância do “ser missionários” como foi Nossa Senhora, incentivando o movimento e a todos a irem ao encontro daqueles e daquelas que estão afastados, fazerem grupos nas casas dos que, por um motivo ou outro, se afastaram da graça de Deus e da Igreja e completou dizendo que “a Mãe Rainha os acompanhará e estará sempre ao vosso lado os animando e dando força na missão”..

Após a comunhão Dom Tomé pediu a Dom Moacir que dirigisse umas palavras a todos os presentes, pois também ali tinham algumas pessoas da diocese de Votuporanga. Dom Moacir, com muito carinho e simplicidade, acolheu a todos e os incentivou a continuarem a caminhada com Maria, a Mãe de Jesus. Também o Padre Rivaldo, assessor espiritual do movimento na diocese, fez uso da palavra agradecendo a Dom Tomé e a todos do movimento pela presença e pelo trabalho realizado, dando-lhes também incentivo e se colocando à disposição do movimento e de cada um para o serviço. Por último falou o Padre Francisco Rodrigues , que como pároco agradeceu a presença dos senhores bispos, padres e diácono; fez um agradecimento especial a todos do movimento da Mãe Rainha pela escolha da comunidade de Nossa Senhora das Graças, de Engenheiro Balduino, para celebrarem esse bonito momento. Dirigiu, ainda, um agradecimento especial a todas as comunidades e movimentos pertencentes à Paroquia do Senhor Bom Jesus pelo trabalho realizado para que aquele momento pudesse acontecer.

A coordenadora diocesana do Movimento da Mãe Rainha, a Senhora Nanci, também fez uso da Palavra externando seu agradecimento e carinho a todos e todas ali presentes, salientando que essa missa era a 20 a ser celebrada com todos aqueles e aquelas que pertencem ao Movimento da Mãe Rainha. Dona Nanci também anunciou que a próxima Missa da Mãe Rainha será também em outubro de 2018 na Paróquia de São José, no município de Adolfo. Sendo anunciado o local, o responsável pelo movimento na cidade de Adolfo em nome do Pároco Vicente, que não estava presente acolheu a todos e todas desejando boas-vindas para o próximo ano.

Ao término da santa missa, foi servido um lanche para todos e todas ali presentes.
Que Nossa Senhora Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt, abençoe e proteja a todos e todas e incentive cada vez mais a vivência do discipulado e da missão.


Pe. Carlos Eduardo Nascimento
Paróquia Nossa Senhora de Fátima | Monte Aprazível

Fotos: Marcos Freitas

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Crisma na Paróquia Santa Rita de Cássia, Mirassol

Crisma na Paróquia Nossa Senhora do Carmo, Mirassol


sexta-feira, 13 de outubro de 2017

A diocese de São José do Rio Preto celebrou em 12 de outubro a Missa de encerramento do Ano Mariano. A celebração, presidida por dom Tomé e concelebrada por padres da diocese, reuniu centenas de fiéis na Basílica Menor de Nossa Senhora Aparecida, no bairro Boa Vista, em São José do Rio Preto. Além da celebração Eucarística,  os fiéis participaram da oração do Santo Terço, procissão pelas ruas do bairro e coroação de Nossa Senhora.





















Em 12 de outubro, dom Tomé celebrou Missa no Recinto de Exposições de São José do Rio Preto. A celebração, fez parte da programação da 55ª EXPO Rio Preto, uma das maiores exposições agroindustriais e empresariais do noroeste paulista.


Peregrinação Diocesana

A Basílica Menor Nossa Senhora da Conceição Aparecida, no bairro Boa Vista em São José do Rio Preto, recebeu fiéis das  sete regiões pastorais da diocese durante a novena em louvor a padroeira do Brasil.

REGIÃO PASTORAL SENHOR BOM JESUS




















REGIÃO PASTORAL NOSSA SENHORA DO CARMO




















REGIÃO PASTORAL SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS




















REGIÃO PASTORAL SÃO JUDAS TADEU




















REGIÃO PASTORAL BEATO PADRE MARIANO




















REGIÃO PASTORAL BEATA MADRE ASSUNTA




















REGIÃO CATEDRAL




















segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Pastoral Bíblico-Catequética realiza encontro diocesano de formação para Catequistas de Adultos na Catedral de São José.


segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Paróquia Santa Terezinha do Menino Jesus, de São José do Rio Preto, celebra a padroeira com Missa Presidida por dom Tomé Ferreira da Silva.


XXI ASSEMBLEIA DIOCESANA DE PASTORAL

São Jerônimo foi destacado em Missa presidida pelo bispo de São José do Rio Preto, dom Tomé Ferreira da Silva. A Celebração, no sábado, 30 de Setembro, marcou a abertura da 21ª Assembleia Diocesana de Pastoral. O encontro dessas realidades (o testemunho do Santo e sua interação com a Palavra de Deus, bem como a disposição das lideranças em imitar tal conduta) não poderia acontecer em ocasião mais oportuna: o Dia da Bíblia; que é "guia" para toda a Ação Evangelizadora.

Na Catedral de São José estiveram reunidas as "forças vivas" da Igreja no Noroeste Paulista: Padres, Diáconos Permanentes, Coordenadores de Pastoral das Paróquias, Coordenadores dos Conselhos Paroquiais de Assuntos Econômicos, os Membros do Conselho Diocesano de Pastoral, representantes de Congregações Religiosas, de Comunidades de Vida e dos Seminários. "A Assembleia Diocesana de Pastoral é sempre um momento singular da vida da Igreja Diocesana", destacou dom Tomé em convocação dirigida às Paróquias.

Ainda durante a Celebração Eucarística (após Ato Penitencial vivido a partir da entronização de uma Cruz em sinal de respeito e adesão ao sacrifício de Jesus), importantes iniciativas para o bem da Igreja foram efetivadas: os Seminaristas Carlos Cesar Ciol e Thiago, do 4º ano de Teologia, receberam o Ministério do Acolitato; assim como o novo Coordenador Diocesano de Pastoral, padre Gerson Carlos Cavalin, foi apresentado. Os Coordenadores Regionais, representando as diversas realidades, também foram saudados e presenteados com uma Bíblia. "Essa é uma missão empenhativa. A terna e materna proteção de Nossa Senhora estará sempre com vocês, no dia a dia, dessa missão", encorajou dom Tomé.

Formação
A programação da Assembleia de Pastoral reservou espaço privilegiado para a exposição do Documento 105 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil ("Os Cristãos Leigos e Leigas na Sociedade"); proposta apoiada no Evangelho de Jesus segundo São Mateus: "Sal da Terra e luz do mundo" (Mt 5, 13 - 14). 
Nesse contexto, a primeira exposição coube ao padre Leonel Brabo. O Reitor do Seminário Sagrado Coração de Jesus detalhou a composição do texto aprovado durante a 54ª Assembleia da CNBB. Sublinhando a vocação à santidade, o presbítero indicou o cristão como participante ativo e não como mero espectador na construção do Reino. "O mundo não é nosso inimigo. Não é nosso concorrente, mas o nosso campo de ação", completou.

O professor Érico Fumero, na sequência, pontuou a igualdade entre os cristãos; devendo estes, segundo ele, estar abertos ao diálogo com os pastores. "Os Leigos são Igreja", valorizou Fumero; ressaltado que várias mudanças foram percebidas ao longo da caminhada eclesial. "Muitos leigos são iniciadores de Comunidades Cristãs, coordenadores de pastorais. Tudo isso aponta para os avanços", disse o expositor. Completando o pensamento, Fumero sublinhou os Conselhos Paroquias como espaços para o protagonismo dos fiéis. "A Igreja existe, unicamente, para servir. O ser cristão é o que nos torna testemunhas de Jesus Cristo", concluiu.

A Assembleia de Pastoral seguiu com o testemunho de Rogério e Giovana Barbosa. O casal mostrou como os chamados de Deus vão acontecendo. "Se o padre ou o bispo te fizer um convite, aceite. Temos que acrescentar, ajudar, auxiliar. Nós temos que saber que, como cristãos, temos que atuar na sociedade", sintetizaram os atuais coordenadores da Pastoral Vocacional Diocesana. "É fazer com zelo, com o coração e com oração", completou Giovana.

2ª Etapa
Respeitado o intervalo; ocasião para a discussão das realidades apresentadas até aquele momento, o encontro seguiu com a partilha do padre Francisco Rodrigues, de Monte Aprazível; que abriu sua exposição rezando a Oração para o Ano Nacional do Laicato (a ser vivido a partir da Festa de Cristo Rei, em 26 de novembro de 2017).

Como povo de Deus e membros da sociedade humana, os Leigos ocupam diversos postos; brilhando, segundo o presbítero, com a sua competência e efetivando o Reino. "Todos, batizados, somos portadores de um Deus que cuida de cada um de nós", partilhou; relatando diversas experiências, em especial na linha do ecumenismo e da política. "Vamos transformar o sistema (político). Os leigos precisam assumir o seu papel. É necessário ter coragem", disse o religioso ao apontar alguns caminhos para a atuação dos cristãos. "Sempre fazendo uma opção preferencial pelos pobres", completou.

Prática
Orlando Azevedo, membro da Pastoral Carcerária desde 1997, também colaborou ao oferecer o seu testemunho. Ele, igualmente envolvido em projetos sociais de tratamento da dependência química, apontou para a necessidade de que o leigo seja "sal da terra e luz no mundo". Sua atuação na sociedade, como empresário, contextualizou a partilha.

Na mesma linha, Luis Antônio e Marlene, que atuam junto às Equipes de Nossa Senhora e na Pastoral Vocacional da Diocese, ofereceram pistas, à luz do Documento 105, para que o Ano Nacional do Laicato seja bem celebrado nas Paróquias até 25 de novembro de 2018.

Palavra do Pastor
Dom Tomé Ferreira da Silva, na etapa final, agradeceu o empenho daqueles que contribuíram para a realização da 21ª Assembleia Diocesana de Pastoral. “Agora cabe voltarmos para as comunidades, paróquias, movimentos e novas comunidades para planejarmos uma vivência paroquial na qual possamos valorizar e formar cristãos leigos e leigas conscientes de que são sal da terra e luz do mundo”, indicou o bispo de São José do Rio Preto. A oração do Angelus, a cargo do padre Rafael Dalben e de membros do Setor Juventude, completou o programa. Almoço possibilitou a confraternização dos presentes.

Texto e Fotos: André Botelho
Assessoria de Comunicação - Santuário São Judas Tadeu


Colaboração: Erico Fumero
Professor do Centro de Estudos Sagrado Coração de Jesus