quarta-feira, 30 de novembro de 2016

No último dia 29, na Casa do Clero, seminaristas da diocese de São José do Rio Preto participaram de um dia de vivência com Dom Tomé Ferreira da Silva e a equipe de formação na Casa do Clero, próxima ao distrito de Engenheiro Schimidt, em São José do Rio Preto. O encontro começou com o café da manhã seguido da oração das Laudes.

No período da manhã, para um momento de espiritualidade, os seminaristas foram convidados pelo bispo diocesano a se recolherem e refletirem interiormente sobre a vivência pessoal da fé ao longo do ano formativo de 2016 e a pensarem na vocação sacerdotal. Logo em seguida, junto com os padres que acolhem seminaristas para estágio pastoral, Dom Tomé conduziu uma reunião de avalição dos trabalhos pastorais desempenhados ao longo do ano. Tanto os padres como os seminaristas tiveram espaço para expressarem as experiências de trabalho pastoral feitas no decorrer do ano.

No período da tarde, após o almoço, as atividades foram retomadas com a reza do santo terço na capela, conduzido por Dom Tomé. Depois, todos se reuniram para estudar o 7º plano diocesano de pastoral a ser lançado em janeiro próximo a partir das seis urgências da Igreja no Brasil. A reunião foi também oportunidade para Dom Tomé orientar todos os seminaristas acerca de diversos aspectos da caminhada formativa rumo ao próximo ano de formação.

O dia de vivência terminou com a celebração da Santa Missa.


Paulo Castro
Seminário Maior Sagrado Coração de Jesus

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Dedicação da Igreja Matriz da Paróquia São João Batista de Onda Verde


 
A reforma geral da Igreja Matriz da Paróquia São João Batista de Onda Verde, que ocorreu de janeiro de 2015 a abril de 2016, requereu a celebração de um rito solene, no qual se implorou a bênção de Deus para que esse lugar edificado com pedras fosse sinal visível para os fiéis de uma casa de adoração ao Senhor.

Após uma revisão do livro do tombo, teve-se conhecimento de que a paróquia ainda não havia celebrado o rito, mesmo depois de 48 anos de criação canônica.

Foi então, que no dia 27 de novembro de 2016, domingo, na Missa das 19:00, nosso Bispo Diocesano, Dom Tomé Ferreira da Silva, presidiu o rito de Dedicação de nossa Igreja Matriz, com a participação de autoridades e de centenas de fiéis ondaverdenses, que colaboraram com afinco e profícuo carinho para que se realizasse esse momento histórico do Município de Onda Verde.

O ritual de Dedicação de um templo é bastante antigo e remete a costumes do período anterior ao cristianismo. A Sagrada Escritura narra que Salomão, por ordem de Deus, consagrou solenemente o templo de Jerusalém. Para a Igreja Católica, sagrar uma construção é algo muito sério, destinado a poucas edificações, e que merece atenção não apenas no dia da cerimônia. A comunidade, tem o dever de celebrar, todos os anos, o aniversário de sagração de sua igreja, cuja solenidade possibilita aos fiéis ficarem mais enriquecidos na fé.

O ritual de sagração é realizado pelo Bispo Diocesano, o altar deve ser de pedra, em geral de mármore ou granito, que depois de sagrado não poderá mais ser removido ou demolido. Nas paredes do templo são afixadas doze pedras em forma de cruz e simbolizam os doze apóstolos, colunas mestras de nossa Igreja. Sob estas pedras doze candelabros, cujas velas devem ser acesas no dia do aniversário de sagração. As velas acesas lembram que nós também somos pedras vivas, e que, assim como o tempo passa e os anos contados aumentam, nossa fé também aumenta.

Durante a sagração, o altar e cada uma das doze pedras são ungidas com o óleo do Crisma. O Santo Crisma recorda a vinda do Espírito Santo que penetra as pessoas como o óleo, impregna a cada uma delas que o toca. Ele faz com que pessoas sejam ungidas com a unção real, sacerdotal e profética de Jesus Cristo.

Entrega das chaves da Igreja
A cerimônia tem início do lado de fora da igreja e o Pároco entrega ao Bispo as chaves para que possa abrir o templo à comunidade. Em pé, diante da porta da Igreja, o Bispo diz: Que sejam abertas as portas. A porta é aberta. O Bispo, com o báculo, marca o umbral com o sinal da cruz dizendo: Paz seja nesta casa e a todos os que entram nela. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém. Em procissão entra-se na igreja.

Benção da água e aspersão
A água é abençoada e aspergida sobre o altar, a cátedra (sede) e as paredes do templo a fim de purificá-los, bem como nos fiéis ali presentes em sinal de penitência e em lembrança do Batismo.

As Santas relíquias
O costume de colocar relíquias de santos sob o altar originou-se nos primeiros séculos da Igreja, nos espaços limitados e recônditos das Catacumbas, onde se tornou habitual celebrar a Missa sobre a pedra tumular de um mártir. Na Igreja Matriz de Onda Verde foram depositadas sob o altar as relíquias de três santos e de dois beatos: Santa Teresinha do Menino Jesus (primeiro grau), Santo Antônio de Sant’Anna Galvão (primeiro grau), São João Paulo II (segundo grau), Beata Madre Assunta Marchetti (primeiro grau) e Beato Padre Mariano de la Mata (segundo grau).

O altar e os doze cruzes de pedra
Após a prece de Dedicação, o altar é ungido, nos quatro ângulos e no centro, são traçadas cruzes, com o santo crisma, que simbolizam as cinco Chagas do próprio Cristo. Em seguida a unção do altar, são ungidas as cruzes nas paredes da igreja, no caso de Onda Verde, são doze.

Incensação do altar e da igreja
Depois do rito da unção, colocou-se sobre o altar um fogareiro para queimar o incenso, sinal de que o sacrifício de Cristo, perpetuado aqui sacramentalmente, sobe até Deus como suave aroma, junto com as orações dos fiéis.

Em seguida, o celebrante incensa o próprio altar, e percorre-se então a igreja incensando o recinto e os fiéis.

Iluminação do altar e da igreja
Procede-se, então, a iluminação festiva da igreja, pois Cristo é a Luz que ilumina as nações. Todas as velas e os doze candelabros, colocados no lugar das unções, são acesos em sinal de alegria. Estes doze candelabros, simbolizam uma vez mais os Apóstolos, que pela Fé no Crucificado iluminaram o Universo, o instruíram e o inflamaram de amor.

Enfim, com uma linda festa, a comunidade paroquial de Onda Verde continua caminhando com fervor e alegria agora com a missão de deixar transparecer a beleza externa da igreja templo nos atos de evangelização da Igreja povo de Deus, assembleia dos chamados e escolhidos.

Pe. Alexandre Ferreira dos Santos - Pároco da Paróquia São João Batista | Onda Verde – SP

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Dom Tomé preside Missa na Usina Guarani

Na última sexta-feira, Dom Tomé presidiu a Missa de encerramento de safra na Usina Guarani em Olímpia. Na ocasião, os diretores e funcionários, agradeceram pela produtividade da safra 2016/2017 e desejaram prosperidade para os próximos anos.

Fonte: RedeVida de Televisão

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Congresso Diocesano da RCC

Nos dias 19 e 20 de novembro, aconteceu o Congresso Diocesano da Renovação Carismática Católica da Diocese de São José do Rio Preto, no Centro de Evangelização Dom José de Aquino Pereira, com participação de aproximadamente 800 carismáticos, entre coordenadores e servos de grupos de oração.

Foi um momento de muita graça e derramamento do Espírito Santo revitalizando todos os participantes . Podemos testemunhar que aconteceu um verdadeiro Pentecostes que nos impulsionou à missão, com renovado ardor missionário.

Os temas tratados durante o Congresso foram devidamente discernidos e preparados pelo Conselho Nacional da Renovação Carismática Católica como proposta para todos os Congressos Diocesanos do Brasil, vivendo desta forma a Unidade do movimento. Os temas propostos foram: Espírito Santo, Sopro da Vida; Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo; Tocados pelo Senhor; Sede Santos em todas as vossas ações; Sede misericordiosos como vosso Pai é misericordioso e Consagra-te ao teu ministério.

Tivemos como palestrantes a Coordenadora Estadual: Lucimar Maziero; o Coordenador Diocesano de Campo Limpo: Huanderson e o Coordenador Diocesano: Aparecido.

No congresso tem um momento simbólico de Acender a chama, como forma de preparação para o Jubileu dos 50 anos da Renovação Carismática Católica. Assim, no nosso congresso a Coordenadora Estadual que recebeu a chama da Coordenadora Nacional, repassou a chama para o Coordenador Diocesano que por sua vez repassou para todos os coordenadores regionais e de grupos de oração. Foi um momento de muita unção e emoção, pois relembramos a nossa história, enquanto movimento e lançamos um olhar de esperança para o futuro, pois a missão ainda é muito grande.

Com a chama acesa em cada grupo de oração, temos a missão durante o ano de 2017, de levar a chama para todas as pessoas que desejarem, como forma de receber o Batismo no Espírito Santo. Evangelizar é preciso.

Com uma certeza todos os participantes do Congresso Diocesano saíram do evento: Vitalidade missionária, para anunciar ao mundo que Jesus Cristo é o Senhor e Salvador. Evangelizar, com renovado ardor missionário, a partir da experiência do batismo no Espírito Santo, para fazer discípulos de nosso Senhor Jesus Cristo. Vida longa ao carismáticos.
Texto: Aparecido Santana - Coordenador Diocesano da Renovação Carismática Católica
Fotos: Marcos Freitas

Cerimônia dos votos temporários e perpétuos das Irmãs Missionárias da Infinita Misericórdia


O mundo vive uma situação que questiona o pensamento de todos que procuram uma saída para a crise existencial em que vivem. De um lado a busca do prazer, do ter e da total autonomia é apregoada como sinal de realização humana e felicidade.

E não é pequeno o número dos que pensam assim e abraçam tal proposta com entusiasmo e como meta de vida.

Os valores cristãos são vistos como se fossem ultrapassados e acham mesmo que já não interessam a ninguém e até atrapalham a realização do ser humano.

Mas de repente são abalroados em suas posições que pensavam sólidas, por acontecimentos que contrariam frontalmente tal “filosofia” de vida, se assim podemos dizer.

Estamos falando de todos que passando ao largo deste mundo miram mais alto, e encontram a realização dos seus desejos e ideais exatamente naquilo que o mundo despreza e não consegue entender.

Querem Deus, O encontram pessoalmente em Jesus Cristo e a Ele se consagram radical e totalmente vivendo em pobreza, castidade e obediência.

“Loucura para os homens. Sabedoria de Deus!” E quem é que pode contestar tal atitude de tantas moças que escolheram “a melhor parte”? Escolheram Jesus Cristo e com Ele se desposaram!

Foi o que vimos nestes dias quando cinco jovens, na fase mais bela da vida, alegremente assumiram a “seqüela” de Cristo, emitindo os votos temporários e perpétuos de pobreza, castidade e obediência.

Noivas mais alegres e felizes ninguém viu antes! O amor transparecia naturalmente porque d”Ele o coração transbordava. Deu o que pensar para muita gente e para o mundo hedonista em que vivemos. Confundiu idéias e abriu caminhos novos no coração.

Pois é, Cristo continua a atrair e congregar moças cujo sonho pessoal é viver como Ele viveu: amando e se doando. Na alegria de levar a paz, a fé, a esperança e a misericórdia do Coração de Jesus, são “capazes de despertar o mundo”, como tão bem reconhece o Papa Francisco.

Não é a força, a prepotência, o dinheiro, o sexo ou a liberdade exaltada como total independência até de Deus, que questionam e fazem desabar os alicerces do egoísmo, da soberba e do poder. Que abalam estruturas e filosofias!

É a vida assumida no escondimento, na pureza dos sentimentos e na obediência a Cristo e à Igreja que “confunde os sábios”. “Derruba os poderosos!”

Tudo isto constatamos dias atrás na profissão religiosa de Irmã Larissa, Irmã Eliane, Irmã Gabriela, Irmã Jéssica e Irmã Mariana. Só quem viu é que pode contar.

A alegria dos presentes à cerimônia era tanta que ainda perdura na mente e no coração dos que dizem que nunca viram “coisa igual”, ou seja, uma cerimônia religiosa tão densa de espiritualidade e amor.

“Os religiosos devem ser homens e mulheres capazes de despertarem o mundo” (Papa Francisco). “Quem puder entender, entenda”.


Ir. Joana Clelia
Missionária da Infinita Misericórdia de Deus

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

10º Caminho do Padre Mariano

No dia treze de novembro, segundo domingo do mês de novembro, centenas de devotos e peregrinos se encontraram na Igreja do Beato Pe. Mariano de La Mata, em Engenheiro Schmitt, convocados para celebrar a memória do Pe. Mariano e realizar o “10º Caminho do Pe. Mariano”. Apesar da chuva persistente durante todo o dia.

Às seis da manhã iniciamos a jornada com uma missa presidida pelo nosso Bispo D. Tomé, acompanhado pelo pároco do lugar, Pe. Rafael e por vários freis agostinianos. Entre os fieis queremos destacar a presença de João Paulo Polotto, jovem que foi curado milagrosamente quando criança pela intercessão do Pe. Mariano, sua família, um sobrinho-neto do Pe. Mariano, Alberto, em viagem de estudos pelo Brasil e que veio de Belo Horizonte para fazer a caminhada, além de diversas autoridades, como o Prefeito Dr. Valdomiro, a quem o senhor Bispo agradeceu pela restauração do monumento tombado pela Prefeitura e pela concessão à Diocese do lugar para ser utilizada como centro de culto.

A Igreja atualmente apresenta uma magnífica restauração na pintura, novos ventiladores, caixas de som e um lindo presbitério, onde foi reposto o sacrário original, magnificamente recuperado, um pedestal para o beato e outro para nossa Senhora, em pedra incrustada na parede. Tudo isso feito baixo a excelente direção do Pe. Rafael, acompanhado incondicionalmente pelos paroquianos.

A Igreja estava lotada de fieis, ficando muitos de fora apesar da chuva. Às sete horas iniciou-se a peregrinação com grande fé e entusiasmo, desafiando o tempo. A chegada em Cedral aconteceu em torno das nove horas. No transcurso não faltou a presença da polícia, três ambulâncias, carro de apoio e a presença de vários colaboradores que ajudaram com eficiência para o bom desenvolvimento do evento. Não faltou água para hidratar e reforço alimentício, generoso, para facilitar a caminhada.

Segundo o previsto, por volta das nove horas muitos voltaram de ônibus até Schmitt, facilitados pela subprefeitura de lá, enquanto outros ficaram para a missa das nove e trinta, que foi presidida pelo Pe. Amilton, pároco de Cedral. Após a missa os peregrinos foram levados até Schmitt, desta vez com os ônibus disponibilizados pela Prefeitura de Cedral.

Para o povo de Cedral e quantos quiseram acompanhar, foi servido um suculento almoço, o “Almoço do Beato”, como assim o chamam, a base de generosa galinhada, arroz, farofa, salada. Enfim, foi um lindo momento de confraternização que encerrou este “10º Caminho do Pe. Mariano”.

Esperamos novamente, no segundo domingo de novembro do próximo ano, aos fieis devotos do Pe. Mariano de La Mata e quantos amigos quiserem nos acompanhar na próxima caminhada. Cabe lembrar que o “Caminho” pode ser feito ao longo do ano, não se restringindo a esta data.

Que o Pe. Mariano interceda ao Senhor por nós todos!
 
Pe. Eliseo Bardón
Paróquia São Francisco de Assis

Encerramento do Ano Santo


No último dia 13, na Catedral de São José, em São José do Rio Preto aconteceu a celebração de encerramento do Ano Santo Extraordinário da Misericórdia. A Celebração presidida pelo bispo Dom Tomé Ferreira da Silva e concelebrada por vários padres e diáconos, teve a participação dos seminaristas, religiosos e religiosas, e mais de mil e quinhentos fiéis.

Este tempo especial concedido a nós pelo Papa Francisco, foi de grande importância e de muitos frutos. Quando soubemos da convocação do Ano Santo Extraordinário, centrado na misericórdia, nos perguntamos: Porque o Papa Francisco surpreendeu a Igreja com esta iniciativa? Não haveria necessidade de olhar com mais atenção para outra temática? O que, de novo, a misericórdia pode nos oferecer? Pois, para muitos observadores, a misericórdia já tinha sido refletida em profundidade na Encíclica ‘Dives in Misericórdia’, de São João Paulo II. Em 1980, ele afirmava que o futuro da humanidade seria o tempo da misericórdia. O Papa Francisco iniciou-se como Bispo de Roma deixando claro que seria o Papa da misericórdia, seja pelo seu modo de ser, pelas suas ações, seja por sua mensagem. Seu sonho de fé, esperança e amor é tornar sempre mais a Igreja da misericórdia.

Há uma linguagem que está sensibilizando o mundo. Esta linguagem não chega pelos grandes discursos, mas pela simplicidade, pela ternura, pela aproximação, enfim, pela compaixão e misericórdia que o Papa Francisco comunica.

Como Cristo, que não veio para condenar o mundo, mas para salvá-lo, assim Francisco mostra pelo testemunho que não veio para julgar nem condenar ninguém, mas para ir ao encontro de todos com o abraço da misericórdia.

Dentre os frutos colhidos neste período destacamos as inúmeras buscas pelo sacramento da Reconciliação, especialmente, daquelas pessoas que há anos não experimentavam este abraço misericordioso do Pai; além das obras de misericórdia corporais realizadas, de uma forma especial, aos mais pobres e humilhados, enfatizamos a experiência da passagem pela Porta Santa, mais de 10 mil peregrinos vieram nas peregrinações das regiões de pastorais e até mesmo particulares, e renovaram sua fé em Jesus Cristo, “única porta da salvação”.

Para mostrar a todos que a misericórdia de Deus é imensurável, o Santo Padre, no dia 20 de novembro, deu de presente à Igreja e à sociedade uma magnífica Carta Apostólica intitulada “Misericórdia e pobreza”. Nesta carta o Papa nos pede “Termina o Jubileu e fecha-se a Porta Santa. Mas a porta da misericórdia do nosso coração permanece sempre aberta de par em par. Aprendemos que Deus Se inclina sobre nós (cf. Os 11, 4), para que também nós possamos imitá-Lo inclinando-nos sobre os irmãos. ”. Portanto, não fechemos nossos corações e possamos, como filhos e filhas do Pai misericordioso, também mostrar aos nossos irmãos essa misericórdia de nosso Deus.


Texto: Pe. Deusdet Aparecido Zanfolim - Cura da Catedral de São José 
Fotos: Marcos Freitas

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Missa Campal de Finados no Cemitério Jardim da Paz reuniu mais de 2 mil pessoas

Celebrada pelo Bispo Dom Tomé Ferreira da Silva e concelebrada pelos padres Cido Dária, Eliseo, Leandro, Marcos e Silvio a missa campal de finados foi marcada por vários momentos de reflexão.

Dom Tomé abriu sua pregação indagando aos fiéis como cada um tem vivido o dom da vida dado por Deus. “Tenho cuidado de mim, da minha saúde, deixando os vícios de lado? Tenho me amado?

Um momento de extrema reflexão para que cada um olhe para dentro de si e reflita o que está fazendo com a vida que nos foi dada por Deus.

Dom Tomé disse ainda que viver é experimentar a morte todos os dias. A morte é a porta para sairmos da limitação do corpo e voltarmos a nossa origem, a nossa família que é o coração misericordioso de Deus, bondoso, compassivo, o nosso Pai.

A missa teve início às 08h30 e foi acompanhada de músicas litúrgicas cantadas por Paulinho Ribeiro e Banda.
No momento da bênção final centenas de balões brancos foram soltos no céu com um pedido de oração de paz ao mundo e todos os falecidos.


Pe. Sílvio Roberto
Paróquia Menino Jesus de Praga | São José do Rio Preto