segunda-feira, 30 de novembro de 2015

No último final de semana, dom Tomé visitou a comunidade Nossa Senhora Aparecida no distrito de Machados, em José Bonifácio.




No dia 29 de novembro de 2015, nas dependências do Colégio Ressurreição, das 7h30 às 16h, aconteceu um importante momento formativo em nossa diocese. Assessorados pelo Padre Luis Henrique Baronto, de São Paulo, a diocese reuniu 278 pessoas entre catequistas,  membros das equipes de liturgia e seminaristas. O encontro   procurou responder  a atividade proposta  no 6º Plano Diocesano de Pastoral na Urgência:  Igreja: casa da iniciação à vida cristã, que nos pede: “Estudar e aprofundar os conceitos de Iniciação a Vida Cristã, Querigma e Mistagogia”. Pe. Baronto é cura da Catedral Metropolitana Nossa Senhora da Assunção e São Paulo,  mestre em educação pela Universidade Federal de Pernambuco, professor de Liturgia no Instituto Pio XI (São Paulo), no Instituto Franciscano de Teologia (Olinda) e do Curso de Especialização em Liturgia da Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção (São Paulo). Pe. Baronto iniciou sua fala dizendo que assumir a Iniciação à vida cristã num estilo catecumenal é dar uma guinada na nossa maneira de evangelizar. Parabenizou também a diocese por proporcionar de maneira concreta um encontro com catequistas e membros das equipes de liturgia, pois uma catequese em estilo catecumenal é necessariamente litúrgica.


quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Na manhã do dia 21 de novembro, a PAULUS livraria de São José do Rio Preto, ofereceu a toda a comunidade um curso sobre o tema: “Encantamento e a arte de mover corações”, ministrado pelo Pe. Tom Viana, da Congregação dos Padres e Irmãos Paulinos. O encontro aconteceu no Colégio Santo Antonio.

O objetivo desse encontro foi proporcionar uma reflexão sobre como o mercado está se utilizando dessa ferramenta para seduzir, manipular e fascinar as pessoas com estratégias que visam principalmente o lucro e benefícios próprios.

Vivemos um momento muito especial na Igreja, com a chegada do nosso querido Papa Francisco. Ele tem insistido em uma fé de caminhada, em sairmos de nossos escritórios e sentir “o cheiro das pessoas”. É hora de voltar às origens e sermos de fato, discípulos de Jesus, o Mestre por excelência, que encantava as pessoas com sua presença e testemunho.

O curso abordou dicas para podermos melhorar nossa comunicação dentro da Igreja. Por meio de exemplos da pastoral da acolhida, da comunicação, da liturgia e outros movimentos, vimos como um planejamento estratégico pode contribuir para que o nosso encontro com o Mestre Jesus seja mais efetivo.

O encantamento é, sobretudo, uma mudança voluntária nos corações e nas mentes, e, consequentemente, nas ações. Para isso é necessário perceber se estamos encantando ou não as pessoas nos lugares onde estamos. É preciso superar hábitos consolidados, abrir a porta da mudança, entender o modo das pessoas.

Não é uma tarefa fácil. É uma maratona e não uma corrida curta. Às vezes são necessárias apenas algumas mudanças de comportamento. Você sorri com frequência? As suas roupas, seu aperto de mão e o seu vocabulário conflitam com aquilo que você prega? É melhor você modificá-los ou repensar o seu mercado-alvo.

Seja a diferença. Aproxime-se. Utilize mais a voz ativa. Aja sempre com honestidade. Você estará a um passo de encantar alguém… Ou, de se deixar encantar.

Pe. Tom Viana, ssp
Formado em Filosofia, Teologia, com pós-graduação em Música Sacra, especialização em Criação Publicitária pela Universidade Anhembi Morumbi e mestrado em Direção e Gestão Comercial por ESIC – URJC – Madri, Espanha.


segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Em 22 de novembro, Dom Tomé administrou o sacramento da Crisma a 124 jovens na paróquia São Sebastião em Bady Bassitt.


sexta-feira, 6 de novembro de 2015

O SILÊNCIO NA MISSA

Silenciar-se diante do Sagrado é atitude comum a muitas experiências religiosas, inclusive no Cristianismo, e necessária no Catolicismo Romano.

Entre nós, a experiência do silêncio brota do exemplo e das palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo: “Depois de despedir as multidões, Jesus subiu à montanha, a sós, para orar. Anoiteceu, e Jesus continuava lá, sozinho”(Mt 14, 23);  “Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta e ora ao teu Pai que está no escondido. E o teu Pai, que vê no escondido, te dará a recompensa” (Mt 5, 6).

Na oração cristã católica o silêncio é parte integrante, indispensável. A oração silenciosa, contemplativa, sem dúvida alguma, é uma nobre forma de rezar. Jesus nos aconselha: “Quando orardes, não useis de muitas palavras, como fazem os pagãos. Eles pensam que serão ouvidos por força das muitas palavras. Não sejais como eles, pois o vosso Pai sabe do que precisais, antes de vós o pedirdes”(Mt 5, 7).

A celebração da Santa Missa, com a presença de várias ou muitas pessoas, tem momentos de silêncio que ajudam na oração. Na práxis diária das paróquias e comunidades, é preciso redescobrir estes momentos e valorizá-los como meios adequados que ajudam a rezar bem, contribuindo para um diálogo eficaz com o Pai.

A celebração da Santa Missa deve ser precedida por um tempo razoável de silêncio sagrado. Para que isto se torne possível, é preciso que nos trinta minutos que precedem a Celebração Eucarística seja garantido aos fiéis as condições necessárias para este silêncio. O teste dos microfones, a afinação dos instrumentos musicais e ensaio dos cantos, a preparação do presbitério, e outras providências, devem ser realizadas com maior antecedência. Este silêncio e espaço adequado para tal é um direito do fiel orante e condição para uma efetiva participação na Ceia do Senhor.

Em algumas paróquias e comunidades tem-se o saudável costume de rezar o rosário ou uma parte da Liturgia das Horas, Laudes ou Vésperas, ou outra, antes da Santa Missa. Este é um hábito louvável e não deve ser supresso. Neste caso, estas orações, substituem o silêncio, preparando o fiel orante para a celebração da Santa Missa.

Um momento de silêncio é parte integrante do ato penitencial, precede a oração de súplica de perdão dos pecados, após o convite do sacerdote à penitência. Este silêncio é uma oportunidade para o fiel, guiado pelo Espírito Santo, contemplar-se no espelho de sua alma e averiguar com contrição os seus pecados, colocando-se humildemente diante de Deus para receber a absolvição sacerdotal.

A “oração de coleta”, que conclui os ritos iniciais e antecede a Liturgia da Palavra, é precedida por um tempo de oração silenciosa, momento oportuno para que o fiel orante recolha do seu coração, e deixe elevar ao céu, as intenções e motivações que trás consigo para a celebração da Santa Missa.
“Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.” O mesmo silêncio pode ser oportuno ocorrer após a homilia. É a hora de deixar a Palavra de Deus encontrar espaço no terreno fértil do coração e da mente do fiel orante, transformando-se em oração.

Após a comunhão eucarística, “é aconselhável guardar um momento de silêncio (...)”. Tendo o fiel orante comungado o Corpo e ou o Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, é o espaço  singular de uma oração de ação de graças. Caso não ocorra neste momento, ele deve ser realizado antes da “oração depois da comunhão”, depois do convite do sacerdote, “Oremos”.

Após os ritos finais, bênção e despedida, o fiel orante poderia  realizar uns instantes de oração silenciosa. Para que isto aconteça, é preciso que se crie o ambiente oportuno, devendo o sacristão e as outras pessoas envolvidas na organização da liturgia, aguardar um tempo para recolherem os objetos sacros, os instrumentos musicais e outros usados durante a celebração.

Como verificamos, na celebração da Santa Missa fomos perdendo, menosprezando ou ignorando estes momentos próprios de silêncio, o que interfere na harmonia da Celebração Eucarística e que de alguma forma desfigura o modo católico romano de celebrá-la. Vamos redescobrir e valorizar o silêncio na Santa Missa, nos momentos apropriados e recomendados. Assim rezaremos melhor.

+ Tomé Ferreira da Silva.

Bispo Diocesano de São José do Rio Preto/SP

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Reunião da Província Eclesiástica de Ribeirão Preto

No dia 04 de novembro, nas dependências da Paróquia São Benedito, em Jaboticabal, aconteceu a segunda reunião da província eclesiástica de Ribeirão Preto. Num clima de oração e fraternidade fomos acolhidos por Dom Eduardo, recentemente eleito para diocese de Jaboticabal.

Dom Moacir, arcebispo de Campinas, direcionou a reunião, encaminhando os trabalhos: foram esclarecidos alguns pontos em relação às novas orientações do papa sobre nulidade matrimonial, apresentados pelo padre Santana; avaliou-se a Assembleia das Igrejas, que aconteceu em outubro, como também as relevâncias apontadas para a ação pastoral de cada diocese. Além disso, realizou-se uma partilha dos trabalhos pastorais de cada diocese. A reunião terminou com o almoço servido na casa de Dom Eduardo.

Pe Natalício dos Santos
Coordenador Diocesano de Pastoral