quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Encontro com Secretários Paroquiais


Sob a proteção de  São Jerônimo, a diocese de São José do Rio Preto, reuniu na Casa do Clero  secretários(as) das paroquiais, para uma manhã de oração, formação e confraternização. A oração foi conduzida pela secretaria da Paróquia Santo Antonio de Pádua de São José do Rio Preto, Beatriz. A assessoria da formação com o tema: Atendimento pessoal com eficiência a serviço da evangelização, foi feita pelo Padre Wagner Aparecido Scarponi, msc, de São Paulo.

Destacamos alguns pontos da palestra:  O (a) secretário(a) paroquial é mais que um mero funcionário, ele é um vocacionado, um discípulo missionário do Senhor, que está  a serviço do Reino de Deus;  deve ser um conhecedor de sua realidade, especialmente paroquial(também o que há no território) e também diocesano, conhecer as estruturas da Igreja Particular, deve  estar sempre em sintonia com outro vocacionado o padre, este que possui muitas virtudes mas também limitações. 

O assessor aponta ainda algumas atitudes fundamentais  que o(a) secretario(a) deve ter no cumprimento de sua missão na paróquia, que podem ser conferidas no link com a apresentação feita por ele. Padre Scarponi conclui sua fala com a citação da 1ª Cor 12,12-13, onde enfatiza a riqueza da unidade e da diversidade manifestada pelo Espírito na sua Igreja. Encerrando este momento de formação Dom Tomé, destaca a importância e valoriza a pessoa de cada secretario (a) paroquial, reforçando que cada um deles(as) é um vocacionado a serviço do Reino de Deus. O evento termina com um delicioso almoço de confraternização.

Padre Natalicio Nascimento dos Santos





terça-feira, 29 de setembro de 2015

19ª Assembleia Diocesana de Pastoral


No dia 26 de setembro a paróquia Nossa Senhora do Brasil acolheu a 19ª assembleia diocesana de pastoral, que contou com a presença de leigos e leigas dos conselhos pastorais paroquiais diocesanos, diácono permanente, religiosos e religiosas, representante das novas comunidades de vida, padres e o nosso bispo diocesano.

Com o tema a dimensão econômica da fé que contou com a assessoria de D. Edson Oriolo, recentemente eleito bispo auxiliar de Belo Horizonte, a assembleia teve como objetivo refletir e animar toda a questão que envolve principalmente a gestão econômica da fé paroquial, com seus desafios e conquistas.

O encontro de lideranças diocesanas, iniciou-se com a missa presidida por D. Tomé e concelebrada por D. Edson e padres coordenadores das regiões pastorais. Logo após a missa deu início às abordagens temáticas feitas por D. Edson destacando os conceitos de economia, gestão e fé.

Ele enfatizou que se queremos mesmo passar de uma pastoral de mera conservação e mudarmos para uma pastoral de permanente ação missionária, precisamos utilizar ferramentas do mundo econômico em favor da fé e da evangelização, tais como a gestão paroquial, gestão de marqueting, gestão administrativa, gestão de pesquisa, gestão de planejamento, gestão eclesial e gestão sacerdotal.

Que é necessário desenvolvermos em nossas paroquias a política de mudanças, ou seja sempre aprender para melhorar mais aquilo que já vem sendo feito e não ter medo de novos desafios, saber enfrentá-los com fé e com competência.

O encontro contou também com a fala de nosso bispo diocesano que nos alertou quanto ao perigo de não ter cuidado ao administrar questões financeiras, fiscais, trabalhistas e estruturais em nossas paróquias. Se os conselhos, junto com o Padre, mal administrar as paróquias pode-se ter consequências negativa e prejuízos enormes no futuro.

Destacamos também o trabalho realizado pelo Pe Ernesto e seus paroquianos que não mediram esforços para receber os mais de 300 participantes do evento, acolhendo, direcionando e favorecendo um delicioso almoço. A eles nossos agradecimentos e benção.

A 19ª assembleia diocesana de Pastoral terminou as 16h com a oração do Salmo 148 A Glorificação do Deus Criador, conduzida pelo Pe Natal, coordenador diocesano de Pastoral e benção de D. Tomé

Todo o conteúdo das apresentações está disponível em pps em nosso site.

Padre Natalício Nascimento dos Santos
Coordenador Diocesano de Pastoral



  

terça-feira, 22 de setembro de 2015

DE CRISE EM CRISE VAMOS SENDO ACRISOLADOS.

Hoje tudo é globalizado, também a “crise”, que avança no Brasil não como “marolinha”, mas como ondas sucessivas de “tsunamis” devastadores, e só não vê quem não quer. Ela tem se manifestado na economia e na política, com mais intensidade, com ramificações em outras dimensões da vida pessoal e social, não menos problemáticas e deletérias, tendo raízes profundas na composição da sociedade brasileira e na ética privada e pública.

Passamos por uma “onda consumista”, em quase nada responsável, com consumo estimulado pelo governo, pelas empresas e pela mídia, com uma contínua criação de necessidades artificiais e sempre novas. O mercado não se contentou em satisfazer as necessidades, mas criou e cria necessidades para vender seus novos produtos. A bolha consumista não se sustentou, não tinha raízes para manter-se. Hoje, muitos estão endividados sem ter como saldar seus compromissos.

Há dois anos, um empresário de São José do Rio Preto me dizia: “Senhor Bispo, minhas funcionárias, no fim do mês, quando recebem o salário não possuem mais dinheiro, pois está todo comprometido com o cartão, com os empréstimos e os carnês.” Construiu-se um estilo de vida fundado no imediato, na satisfação de bens de consumo não duráveis. O castelo caiu. Restaram as dívidas, e, para muitos, o desemprego.

A crise econômica que vivemos ainda não mostrou todos os seus tentáculos, ainda está maquiada.  O que percebemos hoje é a “ponta do iceberg”. Se os ajustes não forem feitos, seja pelo governo, pelos empresários e pela população, o sofrimento será bem maior. O que não pode é o governo querer repassar para os cidadãos o ônus de uma crise da qual  ele mesmo foi  mentor, gestor e maestro. A criação de novos impostos ou a legalização dos jogos de azar são iniciativas que devem ser rechaçadas pela sociedade. 

A crise manifesta-se também na vida política, não só no desgaste da Presidente da República, mas também em amplos setores do executivo, legislativo e judiciário, nas esferas federal, estadual e municipal. Tenho ouvido continuamente o justo lamento de prefeitos apontando suas dificuldades em gerir a máquina pública em setores vitais como saúde, educação, moradia e saneamento básico. Para não poucos está difícil até mesmo saldar a folha de pagamento mensal.

Assusta ver como deputados e senadores estão conduzindo a “reforma política”, que é vital para o Brasil, sem perspectiva de mudanças estruturais. Porém, nem tudo está perdido, pois encontramos alguns eleitos comprometidos com um tempo novo, mas que ainda não conseguem colocar em ato suas ideias, pois nem sempre são assimiladas pelos seus próprios partidos. A crise pode ser educadora, podemos aprender com ela, sairmos amadurecidos. De crise em crise vamos sendo acrisolados. 

É preciso ter fé no presente e no futuro, em tempos melhores; acreditar na pessoa humana e nos líderes bem intencionados. Acreditar na necessidade e na capacidade de mudar, a si mesmo e a sociedade como um todo. Nem tudo está perdido. Tem muita gente boa que merece nosso apoio e nosso aplauso. As instituições brasileiras são sólidas e precisam ser apoiadas, renovadas e adaptadas. Não podemos e não devemos desprezar, menosprezar ou ignorar as instituições públicas e privadas por causa da conduta de uma ou outra pessoa.

Contra toda esperança, precisamos esperar; esperando, sermos construtores e atores, não expectadores, do novo tempo a ser gestado. Não é o eventual afastamento de um ou outro político que vai resolver a situação de imediato. A mudança sólida começa pela base, pelos cidadãos, verdadeiros sujeitos da democracia e do poder. Neste sentido, os eleitos são coadjuvantes, servidores das pessoas que os elegeram. Diz o ditado, com alguma razão: “A esperança é a última que morre”. 

É preciso reconhecer que ninguém vive só de esperança. Este é um tempo de fraternidade e solidariedade, filhas da caridade, que não dispensa, mas pressupõe a justiça. A justiça é soberana e condição para uma sociedade saudável. Mas os agentes promotores da justiça precisam também fazer a sua parte e algum sacrifício para o bem da sociedade. “Fazer justiça com as próprias mãos”, o que tem ocorrido muitas vezes, é sinal de perda de confiança na justiça estabelecida.

Eu acredito nos brasileiros e no Brasil. Eu quero acreditar nos agentes da vida pública. Eu acredito em nossas instituições.


+ Tomé Ferreira da Silva
Bispo Diocesano de São José do Rio Preto/SP

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

NO ANO DA MISERICÓRDIA, A MÃE DA MISERICÓRDIA VEM NOS VISITAR.

A Diocese de São José do Rio Preto realizou nos dias 18 e 19 de setembro a sua 12ª Romaria ao Santuário de Nossa Senhora Aparecida, com a participação de 3500 fiéis e vários sacerdotes, distribuídos em 73 ônibus e vários automóveis. Participamos da Santa Missa, às nove horas, com a presidência de Dom Washington Cruz, CP, DD. Arcebispo Metropolitano de Goiânia, GO, concelebrada pelo Bispo Emérito de Rubiataba-Mozarlândia, GO, Dom José Carlos de Oliveira, CSSR, por Dom Tomé Ferreira da Silva, Bispo Diocesano de São José do Rio Preto, SP, uma centena de sacerdotes e diáconos permanentes, muitos seminaristas, religiosas e uma multidão incontável de fiéis leigos.

Neste ano de 2015 os romeiros da Diocese de São José do Rio Preto rezaram pela paz, respondendo ao apelo da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, e pelo bom êxito do “Ano da Misericórdia” convocado pelo Santo Padre o Papa Francisco. 

No contexto do “Ano da Paz”, no dia 04 de outubro, Domingo e dia de São Francisco de Assis, as paróquias de todo o Brasil realizarão orações e manifestações pela paz. As paróquias da Diocese de São José do Rio Preto farão programação própria rezando pela paz e divulgando a necessidade de construir  uma cultura da paz. Procure participar em sua paróquia!

O Jubileu da Misericórdia, Ano Santo, abrir-se-á no dia oito de dezembro de 2015, Solenidade da Imaculada Conceição. No terceiro domingo do Advento, 13 de dezembro, abrir-se-á a “Porta Santa”, na Catedral da Diocese de São José do Rio Preto, em comunhão com o Santo Padre o Papa Francisco que estará abrindo a Porta Santa na Catedral de Roma, a Basílica de São João de Latrão.

Nossa gratidão aos sacerdotes, religiosas e leigos que organizaram em suas respectivas paróquias e comunidades as caravanas para a 12ª Romaria ao Santuário de Nossa Senhora Aparecida. Nosso reconhecimento a Dom Raymundo Damasceno Assis, DD. Cardeal Arcebispo de Aparecida, e a Dom Darci José Nicioli, CSSR, DD. Bispo Auxiliar de Aparecida. Na pessoa do Padre João Batista de Almeida, CSSR, nossa perene gratidão aos Padres Redentoristas, voluntários e funcionários do Santuário Nacional. Deus lhes pague pela acolhida e pelo bem que realizam aos fiéis romeiros que se dirigem à “Casa da Mãe.”

No contexto da celebração dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, nas águas do rio Paraíba, a ser recordado em 2017, com alegria e esperança, comunico que a IMAGEM PEREGRINA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO APARECIDA ESTARÁ NA DIOCESE DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO, DE 30 DE AGOSTO A 01 DE DEZEMBRO DE 2016. As paróquias que se inscreveram, 95, irão receber por um dia a visita da imagem da Padroeira do Brasil, a Mãe da Misericórdia, conforme calendário a ser elaborado, dentro do contexto do Ano Santo da Misericórdia.  


+ Tomé Ferreira da Silva
Bispo Diocesano de São José do Rio Preto/SP

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

FRANCISCO, “O PAPA QUE CONFORTA OS AFLITOS E AFLIGE OS QUE ESTÃO CONFORTÁVEIS.”



O Santo Padre o Papa Francisco, neste setembro de 2015, de 19 a 21, estará em Cuba; de 22 a 27, nos Estados Unidos da América. Nos dois países, em “visita apostólica”, como sucessor do Apóstolo Pedro na Igreja Católica Apostólica Romana; vai como mensageiro da paz e da fraternidade entre os povos, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo e anunciando o Evangelho de Salvação.

Em Cuba, a presença do Santo Padre será de proximidade aos fiéis católicos que ainda não gozam de plena liberdade na profissão pública da fé e na organização das estruturas da Igreja na sociedade. Ao mesmo tempo, de afirmação da necessidade da liberdade como condição para uma vida digna para todos, e de organização de uma sociedade democrática que respeite as diferenças de opinião e ideias. 

Nos Estados Unidos da América, dois compromissos do Santo Padre o Papa Francisco, sem menosprezar os outros, assumem uma importância singular: a sua presença em uma sessão conjunta do Congresso, no dia 24, e o seu discurso na ONU, Organização das Nações Unidas, no dia 25.  São dois espaços não vinculados à Igreja, com públicos laicos e posições ideológicas diferentes entre si, muitas vezes em contraste com o que proclama o Evangelho. Nestes dois momentos ele não falará apenas aos setenta milhões de católicos presentes nos EUA.

Neste período em que os olhos do mundo estão voltados para os migrantes que chegam à Europa, provenientes da Ásia, África e Oriente Médio, é bom lembrar que nos EUA se encontra um grande número de migrantes em situação ilegal, e muitos deles provenientes da América Latina. São onze milhões de pessoas correndo o risco de serem deportadas. Muitos deles são Católicos Apostólicos Romanos, que levam novo vigor à fé e à Igreja Católica Apostólica Romana nos EUA.

O Padre Thomas Reese, analista do jornal “National Catholic Reporter”, jesuíta, comentando a visita do Santo Padre o Papa Francisco aos EUA, afirma: “Um dos papeis do Papa é ser um profeta, que conforta os aflitos e aflige os que estão confortáveis.” Nos dois grandes palcos onde marcará presença, no Congresso dos EUA e na ONU, o Papa falará ao mundo. Esperamos ouvir uma palavra forte que conclame os governantes a agirem em favor da liberdade religiosa, a promoverem ações concretas que assegurem aos cristãos o direito de professar publicamente a fé em Nosso Senhor Jesus Cristo, de se organizarem em comunidades, criando as estruturas necessárias para o culto, a ação pastoral e a caridade responsável.

Nosso Senhor Jesus Cristo caminhou com a liberdade de Deus para Jerusalém. O Apóstolo Paulo não teve medo do areópago de Atenas e de Roma, então centros da cultura e da organização do mundo. O Papa Francisco vai aos EUA, o “centro do mundo”, ou de boa parte das sociedades democráticas ocidentais. Esta sua viagem é carregada de sentido e de coragem, ousadia do homem de Deus que não foge dos novos areópagos, propagadores não só da cultura contemporânea, mas da economia e da geopolítica mundial. Entre estranhos, numa santa e ousada solidão, agirá e falará com a soberania própria de profeta.

Acompanhemos com a nossa oração o Santo Padre o Papa Francisco em sua viagem apostólica a Cuba e aos Estados Unidos da América. Que seus gestos e palavras encontrem acolhida e ressonância no coração dos fiéis, dos homens de boa vontade, das autoridades norte-americanas e cubanas, e dos que representam o mundo na ONU.

+ Tomé Ferreira da Silva
Bispo Diocesano de São José do Rio Preto/SP

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Sinais dos Tempos


“Felizes os que choram, porque serão consolados”(Mt 5, 4).

Deus fala também através da história, dos acontecimentos. Saber ler os “sinais dos tempos” e neles discernir a vontade de Deus é atitude sábia e muito pode ajudar a viver e a melhorar o convívio social e a organização da sociedade.

O fenômeno da migração é antigo, com causas diversas, naturais ou sociais, mas estamos assustados com as imagens divulgadas nos últimos dias. Uma vez mais as mídias cumpriram o seu papel ao mostrarem mundialmente o absurdo do fenômeno das atuais migrações, que não são dos últimos dias, mas já ocorriam e não eram visibilizadas intensamente pela imprensa. O Papa Francisco, tão logo iniciou o seu pontificado, fez e faz questão de mostrar, com gestos e palavras, as condições desumanas das migrações hodiernas.

Há dificuldades diversas para a Europa, sobretudo, mas também para as Américas, acolherem bem e integrarem o grande número de migrantes. Não há capacidade e condições ilimitadas para a acolhida. Se de um lado o mundo precisa abrir-se para acolher os que buscam viver, por outro lado, é preciso trabalhar para superar as causas que provocam a migração em massa, como a que agora acontece.

Os fluxos migratórios provenientes da África, Ásia e Oriente Médio, com destino à Europa, mas também para as Américas, são provocados pela fome, questões políticas, guerra civil e intolerância religiosa, entre outras causas. É preciso uma ação dos organismos internacionais e das nações e seus governantes para ajudar a sanar “in loco” estas causas que provocam as atuais ondas migratórias, assegurando às pessoas o direito de viverem em seu país, com sua cultura, de modo digno e seguro.
Há um silêncio perturbador, ou seria de cumplicidade, dos governantes e dos organismos internacionais que não agem com vontade para promover a liberdade religiosa em todas as nações. Os cristãos, em países da Ásia, África e Oriente Médio, estão sendo privados de viverem e exprimirem publicamente sua fé; são espoliados, perseguidos, obrigados a migrar ou levados à morte simplesmente pelo fato de serem amigos de Nosso Senhor Jesus Cristo. 

No cenário internacional, tão complexo, o Governo Brasileiro poderia fazer mais na defesa e promoção da liberdade religiosa, também cobrando de alguns governantes ações efetivas que protejam os cristãos, onde são minoria da população, assegurando-lhes os mesmos direitos do conjunto da população local.

Entre nós, na Diocese de São José do Rio Preto, embora não possua dados concretos, encontramos alguns migrantes provenientes da Bolívia e do Haiti, ainda que em pequeno número, ao que me parece. Na medida do possível, que proporcionemos a eles o que precisam para viverem bem entre nós, com dignidade e segurança. Que sejam acolhidos como irmãos na fé e sejamos misericordiosos.
Não esqueçamos a palavra de Nosso Senhor Jesus Cristo: “Eu era forasteiro, e me recebestes em casa” (Mt 25, 35).

+ Tomé Ferreira da Silva
Bispo Diocesano de São José do Rio Preto/SP


quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Jornada Missionária

No último final de semana, o Conselho Missionário Diocesano de São José de Rio Preto realizou no Centro de Estudos Superiores Sagrado Coração de Jesus a 1ª Jornada Missionária, o encontro contou com a presença de vários de fiéis leigos de 25 paróquias, além de seminaristas, religiosas e Dom Tomé bispo da diocese.

O domingo 06 de Setembro foi marcado pela formação que contou com a assessoria e do Pe. Éverton Aparecido da Silva Assessor do COMIRE (Conselho Missionário Regional) Sul 1 CNBB, pertencente a Diocese de Presidente Prudente – SP. 

Padre Éverton detalhou para os participantes o Decreto “Ad Gentes” do Vaticano II, que trata da atividade Missionária da Igreja, reconhecendo e reafirmando que a Igreja de Jesus Cristo tem uma natureza missionária, afinal o próprio Jesus assim convocou “Ide pelo mundo inteiro e anunciai a Boa Nova a toda criatura!” (Mc 16,15). 

O decreto Ad Gentes também afirma que o principal meio de implantação da Igreja é a pregação do Evangelho a obra missionária em si é urgente nos dias atuais, pois há muitos que ainda não conhecem o Evangelho de Jesus Cristo ou mal ouviram falar dele.

A Jornada Missionária lançou nos corações o desejo do trabalho missionário que deve   desenvolver-se cada vez mais como acontecimento da comunhão entre as paróquias, com a diocese e com a Igreja; precisamos portanto promover ações evangelizadoras, entre os batizados, ministros ordenados, religiosos e religiosas que venham priorizar a missão e o seguimento de Jesus Cristo.
Que o Espírito Santo nos de ousadia, perseverança, coragem, renúncia e amor para marcamos nosso coração com o impulso missionário. É preciso sair de nossas realidades e confrontar novos caminhos, uma Igreja missionária a serviço do Reino de Deus começa em nós.

Padre Rafael Henrique dos Santos - Assessor da Dimensão Missionária 
 

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Pastoral do Povo em situação de rua

A Diocese de São José do Rio Preto, SP, através da “Pastoral do Povo em Situação de Rua”, vê no empobrecido a pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo e procura realizar com ele o que se encontra no Evangelho:
“Eu estava com fome, e me destes de comer; estava com sede, e me destes de beber; eu era forasteiro, e me recebestes em casa; estava nu e me vestistes; doente, e cuidastes de mim; na prisão, e fostes visitar-me. (...) TODAS AS VEZES QUE FIZESTES ISSO A UM DESTES MAIS PEQUENOS, QUE SÃO MEUS IRMÃOS, FOI A MIM QUE O FIZESTES” (Mt 25, 35-36.40).

A Pastoral do Povo em Situação de Rua parte do pressuposto de que Nosso Senhor Jesus Cristo pode transformar a vida da pessoa imersa nas mais profundas misérias: empobrecimento radical, alcoolismo, drogadição, abandono familiar, desilusão extrema, perda total do “juízo”, e outras manifestações da fragilidade humana e do pecado. Às pessoas que se encontram nesta situação, a Igreja quer oferecer o que tem de mais precioso: NOSSO SENHOR JESUS CRISTO!

Os membros da Pastoral do Povo em Situação de Rua desejam cuidar da integralidade da pessoa que se encontra em situação de rua experimentando as mais diversas formas de preconceito, abandono e exclusão. Atendendo suas necessidades imediatas, encaminhando os que desejam para um processo de recuperação, anunciam a todos o DIVINO SALVADOR, ajudando-os a conhecê-lo, amá-lo, segui-lo e anunciá-lo.

Você pode participar e ajudar, diretamente no contato com as pessoas em situação de rua, compondo a equipe já existente, que acolhe pessoas de diversas confissões religiosas, ou fazendo doações de roupas, alimentos, material de higiene pessoal ou dinheiro.

Deus abençoe os moradores em situação de rua, os membros da Pastoral dos Moradores em Situação de Rua e os benfeitores.

+ Tomé Ferreira da Silva
Bispo Diocesano de São José do Rio Preto/SP

Acompanhe o trabalho da Pastoral do Povo da rua através do site www.pastoraldopovodarua.com e facebook www.facebook.com/pastoraldopovodaruariopreto