segunda-feira, 31 de agosto de 2015

No dia 27 de agosto, o bispo diocesano dom Tomé Ferreira da Silva presidiu o Rito do Segundo Escrutínio Pós-Batismal no Salão Pastoral da Paróquia São João Batista e Santuário das Almas em São José do Rio Preto. No segundo escrutínio encontramos frente ao momento crucial do processo de conversão que propõe o Caminho Neocatecumenal àqueles que percorrem o  Itinerário. Os irmãos que foram preparados para o Rito, renovaram a renúncia batismal a Satanás, a adesão ao Senhor e a entrega do sal (“porrectio salis”), “sacramento dos catecumenos”, como denomina o Concílio de Hipona (393), uma vez que é sinal da capacidade de sofrer por amor a Cristo aqueles que são chamados a ser discípulos. Dom Tomé, retornou no dia 30 de agosto, para visitar as comunidades em um encontro de apresentação do Itinerário do Caminho Neocatecumenal e das comunidades Neocatecumenais de São José do Preto e Buritama. Foram apresentadas as etapas que compõem o catecumenato pós-batismal, a história de seus idealizadores Kiko Arguello e Carmen Hernandez, o Estatuto Oficial e as 12 comunidades que fazem o caminho. O encontro foi encerrado com uma homilia de dom Tomé, que incentivou os irmãos a serem firmes na fé e no caminho que Deus os chamou e praticar a Palavra de Deus sendo sinal de amor e unidade.

Colaboração: João Henrique Coelho




“A PALAVRA DE DEUS É A VERDADE!”


A Igreja Católica Apostólica Romana, no Brasil, sente necessidade de dedicar o mês de setembro à “Pastoral Bíblica”, isto é, um mês de divulgação da Bíblia, Palavra de Deus, pois são muitos os que ainda não possuem acesso a ela, ou não usam os instrumentos adequados para a sua leitura e compreensão, ou não conseguem fazer a passagem do conhecimento e compreensão à vivência da Palavra de Deus.

Antes de tudo, a animação bíblica da pastoral deve ajudar cada fiel a ter o seu exemplar da Sagrada Escritura. Ou então, estimular para que tenham o texto de modo virtual, no computador ou outra ferramenta disponível, tais como celular, smartphone, ipad, iphone.

Quem pode, deve fazer doações de exemplares da Bíblia. Os fiéis enriquecidos poderiam ofertar grandes quantidades de Bíblia para que fossem distribuídas gratuitamente aos irmãos empobrecidos. O mesmo poderia ser feito por empresários católicos, profissionais liberais e outras pessoas em melhor situação econômica.

As paróquias, através do Conselho Administrativo Paroquial e Pastoral do Dízimo, devem anualmente fazer uma significativa doação de exemplares da Bíblia, proporcionalmente à capacidade de cada uma. As mais estáveis devem doar para as que são iniciantes ou vivem situações de contingenciamento nos gastos.

Sem desconsiderar a possibilidade virtual, é muito recomendável que cada pessoa tenha a versão escrita da Bíblia. São muitas as edições e traduções disponíveis dos textos bíblicos. Tomar cuidado para ter uma edição e tradução com a aprovação da Igreja Católica Apostólica Romana.

No Brasil, a tradução e edição publicada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, CNBB, tem preço acessível, e está sendo utilizada como referência para a liturgia em todo o território nacional. Há edições apropriadas para estudo, com comentários e exegese de textos mais difíceis para a compreensão. Basta você escolher a edição que mais lhe convier.

Há uma recomendação explícita e insistente do Papa e dos Bispos, sobretudo após o Sínodo sobre a Palavra de Deus, bem como do conjunto da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, para a divulgação e uso do método da “leitura orante da Bíblia”, pois ele permite uma abordagem existencial da Palavra de Deus, ajudando o fiel a deixar que a Palavra seja de fato Palavra de Deus em sua vida.

As paróquias, pastorais, movimentos, associações religiosas e novas comunidades devem e podem ajudar os fiéis a terem acesso e a aprenderem a usar o método da “leitura orante da Palavra de Deus”. Quem já domina esta metodologia, pode e deve ajudar outras pessoas.

O desconhecimento da ferramenta da “leitura orante da Palavra de Deus” não impede o fiel do acesso à leitura e compreensão da Bíblia, pois ele pode usar outro método que domina, ou nenhum específico, pois o Divino Espírito Santo é o Mestre que conduz na compreensão e vivência da Sagrada Escritura, e Ele tem seus próprios caminhos para conduzir o fiel que é sua morada.

+ Tomé Ferreira da Silva
Bispo Diocesano de São José do Rio Preto/SP

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Celebração dos Votos temporários da Irmã Lua Puebla

No dia 22 de Agosto, em Nova Granada, na paróquia São Benedito, a irmã Lua Puebla Costa emitiu os seus votos temporários, de pobreza, castidade e obediência, na Comunidade filhos do Coração de Jesus e de Maria

A santa Missa foi presidida pelo Bispo Diocesano, Dom Tomé, e contou com a participação de vários sacerdotes, religiosas e grande número de fiéis.




quarta-feira, 26 de agosto de 2015

O Mergulho 2015

Com o tema "O nosso coração está em Deus", a Comunidade Católica União Fraterna realizou nos dias 21, 22 e 23 de agosto, mais uma edição do Mergulho. O evento, celebrado na Casa de Encontros da Renovação Carismática Católica, na vicinal para Talhado, reuniu mais de 1400 pessoas, vindas de diversas cidades de dentro e de fora da diocese, além da equipe de serviço da comunidade e membros das novas comunidades.

O encontro teve início na sexta-feira, com a santa missa presidida pelo Pe. Anderson Campos, da Paróquia Nossa Senhora das Lágrimas, de São José do Rio Preto. No sábado, os pregadores David Fernandes, da Missão Metanoia, Juninho, da Missão IDE, e o Dr. Aparecido Santana, coordenador da RCC na diocese de São José do Rio Preto, marcaram presença com suas pregações. Em seguida, o Pe. José Gonzaga, da Paróquia Santa Teresinha, de São José do Rio Preto, presidiu a celebração eucarística. Após o jantar, foi realizada a noite de adoração ao Santíssimo Sacramento, na qual os participantes suplicaram pela abundância da misericórdia de Jesus.

No domingo, último dia do encontro, teve lugar o testemunho de Fernando Grupillo, com adoração ao Santíssimo Sacramento, diante de quem os fiéis renunciaram a todo mal. Em seguida, o pregador Juninho, da Missão IDE, ministrou mais uma vez a Palavra e conduziu o momento da efusão do Espírito Santo. À tarde, Dom Tomé Ferreira da Silva presidiu a celebração eucarística que encerrou oficialmente o encontro.

Colaboração: Paulo Castro e Ricardo Rocha



No dia 25 de agosto de 2015, na Paróquia de Santo Antônio em Riolândia - SP, com a presença do Bispo Dom Tomé Ferreira, padres, seminaristas, o prefeito municipal, vereadores (as) e o querido povo de Deus foi celebrada solenemente a missa de Consagração e Dedicação da Igreja. A igreja matriz entrou em reforma no ano passado, passando por uma renovação geral: troca do telhado, forro, instalação de ares condicionados, pinturas externa e internas, inclusive sacra. O ambiente celebrativo ficou destacado: a Capela do Santíssimo, Capela Batismal e também a Capela da Reconciliação, essas deixaram nossa igreja mais nobre e magnificente.  
A reestruturação e renovação da igreja não foram simplesmente por beleza ou por luxo, mas sim devido a alguns aspectos que demonstravam a necessidade de reforma, entre eles destacamos vidros quebrados, telhado danificado há muitos anos, entre outros. Com a administração de nosso pároco Adão dos Reis Silva, vivenciamos vários dias e meses de trabalho, com a ajuda, dedicação e colaboração de todos os fiéis de nossa paróquia que não mediram esforços para que essa obra fosse concluída. Foram muitas festas e promoções, entre elas a tradicional quermesse de Santo Antônio, leilão do gado, pizzas, pamonhas, yakissoba, rifas, doações diversas, enfim, a comunidade se uniu para que a obra fosse concluída. Também durante esse período, nossas celebrações passaram a acontecer primeiramente no salão paroquial e em seguida devido ao espaço, foram transferidas para Casa de Nazaré, fizemos destes locais nossa igreja por um longo período que sem dúvida nenhuma não foram fáceis, enfrentamos chuva, transportamos móveis e objetos, tivemos muitos momentos de preocupação, angústia, ansiedade, mas nada que nos fizesse desanimar.
O resultado de todo trabalho e dedicação de nossa comunidade pôde ser vivenciado em uma celebração bem participativa.  Com a demonstração de carinho do nosso Bispo o povo pode acompanhar com intensidade a cada momento: a benção da cátedra, das paredes, do ambão (mesa da Palavra), a deposição das relíquias na frente do altar dos santos: Antônio de Santa Galvão, Beato Padre Mariano De La Mata e a Bem Aventurada Madre Assunta Machettii, a unção e a incensação do altar e da igreja. Com a motivação ímpar do coro da igreja, que com certeza fez a diferença em nossa celebração, esses momentos marcaram a cada celebrante fortemente.
Nossos agradecimentos, ao nosso administrador paroquial Padre Adão dos Reis Silva, por não medir esforços para levar a palavra e o amor de Deus e todo serviço ofertado a nossa paróquia e nos ter permitido compartilhar desse sonho que primeiramente foi dele e assim sendo se tornou nosso, enfim, por nos fazer acreditar que juntos somos mais fortes e podemos realizar grandes obras. Acreditamos que essa reforma e a linda celebração se tornaram um legado para nossa comunidade. 
Taynara Dos Santos Machado - Paróquia Santo Antônio de Pádua



Celebração do Dia Nacional do Catequista

Domingo, 23 de agosto, na capela São Marcos em Guapiaçu, Região Beato Padre Mariano De La Mata, estiveram presentes mais de 700 catequistas para a Celebração do Dia Nacional do Catequista.
O evento iniciou-se na quadra de Esportes da Escola Joaquim Elias Boscanea, e após o café da manhã, os participantes seguiram em uma caminhada de oração até a capela São Marcos.

Pe. José Eudardo Vitoretti, assessor diocesano da Pastoral Bíblico Catequética, fez a acolhida dos presentes, e Pe. Roberto da Silva Bocalete e Ir. Rosangela Aparecida Fontoura, conduziram a formação do dia que teve como tema: “Mística e Liturgia: A serviço da iniciação a vida cristã”.

Por estarmos na Região Pastoral Beato Padre Mariano Dela Mata,  Pe. Rafael Domingos de Oliveira, pároco da paróquia Santa Apolônia em Engenheiro Schmitt, contou um pouco da vida do Beato, convidando a todos para participar do Caminho do Padre Mariano que acontece todos os anos no segundo domingo de novembro.

Ao meio-dia, dom Tomé Ferreira da Silva presidiu a Missa de encerramento, concelebrada por alguns padres da diocese e contou com a participação de seminaristas e religiosas.

Colaboração: Irmã Rosângela Aparecida Fontoura






terça-feira, 25 de agosto de 2015

Encontro com Coroinhas, Acólitos e Cerimoniários

O encontro de Coroinhas, Acólitos e Cerimoniários reuniu mais de 1000 crianças, adolescentes e jovens no último sábado, 22, na Sé Catedral de São José, para um momento de reflexão, espiritualidade e descontração que contou com música, dança, oração e pregação.

Durante o evento, foram feitas duas reflexões. O pregador Marquinhos, da Paróquia Imaculado Coração de Maria, pregou acerca do tema “A paz no coração, na família, na escola e na sociedade”. A segunda reflexão, “Felizes os puros de coração”, foi feita pelo seminarista propedêuta Patrick Miranda.

O encontro terminou com a Santa Missa, presidida por Dom Tomé Ferreira da Silva e concelebrada por alguns padres presentes e contou com a participação de seminaristas, religiosos(as) e vocacionados(as).

Motivação
Um gesto característico de Dom Tomé no encontro de Coroinhas, Cerimoniários e Acólitos, é incentivar a participação deles na Santa Missa e desafiá-los com uma pergunta sobre a fé e, assim, motivá-los a conhecer mais e melhor os ensinamentos da Igreja.

Comemorando a Festa de Nossa Senhora Rainha, que celebra a realeza da Virgem, com a sua assunção, ao mistério da realeza de Cristo, Dom Tomé falou, em sua homilia, sobre a figura de Maria, como aquela que participa do reinado de Cristo. E ao citar a diferença entre os conceitos de “ascensão”, referente a Jesus Cristo, e “assunção”, referente à Maria, o bispo desafiou os coroinhas e acólitos presentes a subirem ao altar e explicar a diferença entre os dois termos e prometeu, como prêmio, uma pequena gratificação em dinheiro. O garoto Hugo, 11, coroinha na Paróquia Senhor Bom Jesus, de Monte Aprazível, topou o desafio e respondeu corretamente: “Então, a ascensão é quando Jesus sobe sozinho ao céu. Assunção é quando Nossa Senhora foi levada para o céu”.

Colaboração: Pe. Rafael Domingos de Oliveira e Paulo Castro





sexta-feira, 21 de agosto de 2015

A dimensão Econômica da vida de fé

“A multidão dos fiéis era um só coração e uma só alma. Ninguém considerava suas as coisas que possuía, mas tudo entre eles era posto em comum”(At 4,32).

A vida de fé em Nosso Senhor Jesus Cristo envolve a totalidade da vida do fiel, corpo, alma e espírito. A adesão livre e consciente ao Divino Salvador, acolhendo-o como Deus, Senhor e Rei, acarreta implicações para todas as dimensões da vida humana, também a econômica. O cristão possui um modo peculiar de se relacionar com o dinheiro ou com o fruto do seu trabalho, orientado pela Palavra da Sagrada Escritura, pela Tradição e pela Doutrina Social da Igreja.

A fé cristã, uma vez acolhida pelo fiel, possui uma dimensão comunitária, pois ele é membro do Povo de Deus e parte do Corpo Místico de Cristo. A efetivação da dimensão comunitária da fé implica a criação de estruturas e mecanismos que possibilitem e viabilizem as diversas dimensões do ato de crer e seguir a Nosso Senhor Jesus Cristo: a vivência sacerdotal, incluindo o culto e os sacramentos; a caridade pastoral, que se desenvolve através das obras de caridade; e o profetismo, que é a realização do desejo último de Nosso Senhor Jesus Cristo, isto é, uma Igreja missionária que faça ecoar a Boa Nova da Salvação em todos os lugares e tempos do mundo.

A Igreja, Povo de Deus e Corpo Místico de Cristo, expressão comunitária da fé dos fiéis, está inserida na sociedade civil. A Igreja não pode eximir-se da responsabilidade de adequar-se às exigências trabalhistas, obrigações sociais e condições de segurança, adaptando os imóveis às novas necessidades. Para realizar isto há um custo, que é assumido pela participação e contribuição dos fiéis, ordenados ou não.

O fruto do nosso trabalho, o dinheiro, deve ser usado iluminado pelos valores que dão forma à nossa vida de fé: para uma digna sobrevivência da pessoa e de sua família; pagamento de impostos e taxas, como corresponsabilidade na sociedade civil; aquisição de bens móveis e imóveis necessários para uma vida segura e serena; investimento em estudo, cultura e lazer; contribuir com sua Igreja, através do dízimo ou de outro modo, conforme o costume; exercício da caridade para  os amigos, familiares e empobrecidos. 

Como fiel de Nosso Senhor Jesus Cristo e membro da Igreja, Povo de Deus e Corpo Místico de Cristo, experimento a necessidade interior de participar dos desafios de minha paróquia ou comunidade. O melhor modo de realizar este intento é a experiência do dízimo. A oferta mensal do dízimo deve ser algo programático, planejado e sistemático em nossa vida de fiéis.

A experiência do dízimo deve exprimir minha vida de fé em Nosso Senhor Jesus Cristo e consciência de pertença à Igreja. Deve ser algo pensado, planejado. Não deve estar desvinculado de minha vida cultual, pois ele mesmo deve fazer parte do culto, tem a sua dimensão litúrgica, que ilumina i.é o cume da sua dimensão existencial; isto é, é parte integrante da oblação que o fiel faz de si mesmo a Deus. Desta forma, enquanto tal, o dízimo faz parte da experiência religiosa da pessoa humana.

A Diocese de São José do Rio Preto, na pessoa do Revmo. Sr. Padre Rogério Corrêa,  agradece aos que organizaram e participaram da Semana Diocesana do Dízimo, de 17 a 21 de agosto, envolvendo leigos, seminaristas e sacerdotes, em todas as 13 regiões pastorais da Diocese. Somos imensamente gratos ao Revmo. Sr. Padre Cristovan Iubel, da Diocese de Guarapuava, Paraná, que veio assessorar os encontros, conduzindo-os com sabedoria, prudência e serenidade.

Vamos atender ao apelo do Papa Francisco: “Espero que todas as comunidades se esforcem por atuar os meios necessários para avançar no caminho duma conversão pastoral e missionária, que não pode deixar as coisas como estão.” Afirma Dom Murilo S. R. Krieger, SCJ, Arcebispo Primaz do Brasil e Presidente do Grupo de Trabalho para o Dízimo, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil: “É intenção da CNBB que a prática do dízimo, que tem se revelado como um meio eficaz de evangelização e de aprofundamento da consciência comunitária, se desenvolva cada vez mais.
Como sugestão de leitura, veja o livro: “Dízimo: uma proposta bíblica”, publicado pela  Edições CNBB. Informações no site www.edicoescnbb.com.br . 

+ Tomé Ferreira da Silva
Bispo Diocesano de São José do Rio Preto/SP






quinta-feira, 13 de agosto de 2015

A Vida Religiosa e Consagrada, um caminho que conduz à felicidade

“Não estamos no centro, estamos, por assim dizer, ‘deslocados’, estamos a serviço de Cristo e da Igreja.” (Papa Francisco)

Na escuta da Vontade de Deus, no processo de discernimento vocacional, os adolescentes e jovens, homens e mulheres, devem se perguntar se Deus os chama para um seguimento especial a Nosso Senhor Jesus Cristo, através da Vida Religiosa e Consagrada, um modo e caminho especial para viver a vida cristã e deixa-la produzir muitos e bons frutos de santidade.

No contexto do mês vocacional, agosto, recordamos os religiosos e consagrados, homens e mulheres, que das mais diversas formas, seguem a Nosso Senhor Jesus Cristo pobre, casto e obediente. A Diocese de São José do Rio Preto “deve” muito aos religiosos que fizeram e fazem parte de sua história. Neste Ano da Vida Consagrada, convocado pelo Santo Padre o Papa Francisco, nos unimos aos religiosos e consagrados presentes na nossa Diocese na oração e no coração, compartilhando dos seus desafios, conquistas, esperanças, alegrias e provações.

O Decreto do Concílio Vaticano II “Perfectae Caritatis”, sobre a Vida Religiosa, afirma que “Existiram desde os primórdios da Igreja homens e mulheres que se propuseram pela prática dos conselhos evangélicos seguir a Cristo com maior liberdade, e imitá-LO mais de perto e levaram, cada qual a seu modo, vida consagrada a Deus. (...) Os religiosos consagram-se de maneira especial ao Senhor, seguindo a Cristo, que,  sendo virgem e pobre (cf Mt 8,20; Lc 9,58), pela obediência até à morte da Cruz (cf Fl 2,8), redimiu e santificou os homens. Assim, levados pela caridade que o Espírito Santo derramou em seus corações (cf Rm 5,5), mais e mais vivem para Cristo e para Seu corpo que é a Igreja (cf Cl 1,24).”(Vat. II, 1217)

Os religiosos, fundados no sacramento do Batismo, mortos para o pecado, renunciando ao mundo, ao professarem os conselhos evangélicos da castidade, pobreza e obediência,  respondem a um chamado divino para viverem unicamente para Deus, através de uma consagração singular. É a Igreja que aceita esta doação de si feita pelos religiosos, por isto eles estão a seu serviço.

Na Igreja, o serviço de Deus faz do religioso um participante do aniquilamento de Cristo (cf Fl 2, 7-8) e um conduzido pelo Espírito (cf Rm 8, 1-13), proporcionando-lhe viver as virtudes da humildade, obediência, fortaleza e castidade, entre outras.

“Os religiosos, fiéis à sua profissão, abandonando tudo por Cristo (cf Mc 10,28), sigam-NO (cf Mt 19,21), como único necessário (cf Lc 10,42), ouvindo-lhe as palavras (cf Lc 10,39) e preocupando-se com o que é d’Ele (cf 1 Cor 7,32). (Vat II, 1235).

Os consagrados, “procurando antes de tudo e tão somente a Deus, devem unir a contemplação, pela qual aderem a Deus, com o espírito e o coração, ao amor apostólico, pelo qual se esforçarão por associar-se à obra da Redenção e por dilatar o Reino de Deus.” (Vat II 1236)

Numa sociedade erotizada, vivendo na castidade, por causa do Reino dos Céus (cf Mt 19,12), um dom da graça divina, os religiosos experimentam a liberdade do coração (cf 1 Cor 7, 32-35) e se tornam profetas da santidade e dignidade do corpo humano.

Através do empobrecimento voluntário, de fato e de espírito, os religiosos participam da pobreza de Cristo que de rico se fez pobre, a fim de nos enriquecer (cf 2Cor 8,9; Mt 8,20), possuindo apenas tesouro no céu (cf Mt 6,20), vivendo do trabalho e da confiança na Providência Divina (cf Mt 6,25).

Pela obediência, os religiosos oferecem a Deus a “dedicação da própria vontade como sacrifício de si próprios”, a exemplo de Nosso Senhor Jesus Cristo, que em tudo fez a Vontade do Pai (cf Jo 4,34; 5,30; Hb 10,7). Na comunhão com os superiores, servem a Igreja, “contribuindo com as forças da inteligência e da vontade, com os dons da natureza e da graça, na execução dos preceitos e no cumprimento das tarefas a eles confiadas, sabendo que colaboram na edificação do Corpo de Cristo segundo os desígnios de Deus.”(Vat II 1260)

Proponho aos nossos adolescentes e jovens que não tenham receio de ouvir e responder afirmativamente ao convite de Nosso Senhor Jesus Cristo para seguirem a Ele através da Vida Religiosa e Consagrada, um caminho conduz à perfeição da vida cristã e à felicidade.

Aos religiosos e religiosas presentes na Diocese de São José do Rio Preto, ou que já trabalharam entre nós, ou que são originários desta Igreja Particular, o nosso amplexo e votos de graça e paz! Confio-me às suas preciosas orações.


+ Tomé Ferreira da Silva

Bispo Diocesano de São José do Rio Preto/SP 

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Primeira missa na Capela Madre Assunta

Dom Tomé Ferreira da Silva presidiu a primeira missa na Capela Beata Madre Assunta Marchetti, em Mirassol, pertencente à Paróquia Santa Rita de Cássia, na noite do dia 11 de agosto. A celebração eucarística foi concelebrada pelo Pe. Aparecido Roberto de Souza, pároco da Paróquia Santa Luzia, de Mirassol, e pelo Pe. Vanderlei Moncegatti, pároco da Paróquia Santa Rita, e contou com a presença de dezenas de pessoas da comunidade.

O templo, o primeiro no mundo dedicado à Beata, começou a ser construído no fim do ano passado sob responsabilidade da Paróquia Santa Rita, em honra à vida e à vocação de Maria Assunta Caterina Marchetti, religiosa scalabriniana que viveu na antiga Santa Casa de Mirassol entre 1935 e 1947. O lançamento da pedra fundamental se deu à tarde do dia 09 de novembro de 2014 em cerimônia religiosa presidida por Dom Tomé e concelebrada pelos padres da cidade e outros presbíteros presentes, diante de centenas de fiéis, imprensa, autoridades municipais e irmãs religiosas da congregação a que pertenceu Madre Assunta.

A obra está sendo construída em um terreno adquirido pela própria paróquia no bairro Parque das Flores. O dinheiro para a construção foi obtido por meio de campanha apresentada no lançamento da pedra fundamental e da qual participaram boa parte dos fiéis, de uma parte dos lucros da quermesse de Santa Rita e de doação de R$ 10 mil feita pelo bispo recentemente. O templo já possui a estrutura completa para receber os fiéis, contando com paredes, cobertura, portas e janelas, banheiros e sacristia. Na segunda etapa da construção será feito o acabamento.

Ao término da celebração eucarística, Dom Tomé anunciou a compra, por parte da diocese, do terreno à venda ao lado da capela e sua anexação ao templo. Neste terreno serão construídas as futuras instalações para a catequese da nova comunidade.

A Paróquia Santa Rita de Cássia expressa sua profunda gratidão a todos os envolvidos na construção e a Dom Tomé Ferreira da Silva pela dedicação e presença constante em mais este sonho empreendido pela comunidade.

Colaboração: Pascom Paróquia Santa Rita de Cássia





segunda-feira, 10 de agosto de 2015

No dia 8 de agosto nas dependências da Centro de Estudos Superiores Sagrado Coração de Jesus, foi realizado mais um encontro do Conselho Diocesano de Pastoral. Com o tema “as novas Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil à luz querigmática”, reuniu-se mais de 50 pessoas entre bispo, padres e leigos todos membros do Conselho.

O monsenhor Antonio Luiz Catelan Ferreira, assessor da Comissão Teológica Internacional e assessor da Comissão para a Doutrina da Fé da CNBB foi convidado para nos ajudar a refletir sobre o tema e lançar pistas para já pensarmos o nosso Novo Plano Diocesano de Pastoral.

Alguns pontos destacados:
  • A missão da Igreja é salvífica, religiosa. Mas também tem uma responsabilidade integral para com o ser humano e o mundo; 
  • A missão parte da evangelização através da Palavra, ações e sacramentos, especialmente a Eucaristia, para que todos tenham vida, rumo ao Reino definitivo. (Objetivo geral das DGAE; 
  • Citando são Beda (monge Inglês do sec. 8), “a Igreja cotidianamente gera a igreja”, a igreja existe no mundo como obra das três Pessoas da Trindade como sacramento universal de salvação; 
  • As atitudes fundamentais do discípulo missionário: a alteridade e a gratuidade elementos eficazes que tornam visível a Igreja no mundo; 
  • A missão não como instrumento para aumentar números de fiéis, mas como atitude crente em anunciar o Salvador; 
  • Não podemos gastar muito tempo “preparando” a missão, comecemos e depois vamos enfrentando cada desafio que ela vai nos impondo; 
  • Para elaborarmos uma Ação Evangelizadora é necessário conhecermos ao nosso redor. Hoje se fala muito em crise financeira, mas a maior crise é antropológica, a do homem. O que acontece é que o homem foi resumido em seu poder de compra, se ele não pode comprar tudo está em crise; 
  • As coisas passam muito rápido, especialmente as mudanças e transformações não damos conta de acompanhar; 
  • E isso tudo reflete muito na “crise do compromisso comunitário”, instituições e tradições tendem a ser socioculturalmente julgadas com base na ação dos indivíduos; 
  • Catelan, destacou as urgências da ação evangelizadora como sendo itinerário para superarmos uma pastoral de “mera conservação”, para assumirmos uma pastoral decididamente missionária; 
  • Na missão anunciamos o querigma, conduzindo os que encontrarmos à iniciação cristã numa catequese estilo catecumenal, mistagógica e em etapas. O principal instrumento que será utilizado é a Bíblia, especialmente o método de leitura orante, conduzindo todos à vivencia de comunidade, expressão maior de fé e de encontro com a trindade. E ao mesmo tempo esta expressividade deve alcançar a sociedade e todas as suas periferias e agora, mais do que nunca, no cuidado com a natureza, para uma vida plena para todos.
O encontro iniciou-se as as 8h da manhã e terminou com o almoço. Nossa gratidão ao Mons. Pe Antonio Catelan por sua grande contribuição. Agora vamos à missão.


Pe. Natalício Nascimento dos Santos
Coordenador Diocesano de Pastoral





Em 09 de agosto, Dom Tomé administrou o sacramento da Crisma a 60 adultos na Basílica Menor Nossa Senhora Aparecida em São José do Rio Preto.





Sagração da Igreja São Benedito em Nova Granada

No dia 07 de agosto, dezenas de fiéis participaram da sagração da Igreja São Benedito em Nova Granada, que foi marcada por uma belíssima celebração presidida por Dom Tomé Ferreira da Silva, e concelebrada por vários padres de nossa diocese. 

A paróquia, fundada em 1926, foi idealizada com apoio da comunidade pelo padre Benjamim Mallo, juntamente com o bispo Dom Lafayete Libânio. A planta, em estilo gótico, foi feita pelo engenheiro Erick Von Trexler, com uma nave principal e duas laterais, com 16 metros de largura e 45 metros de comprimento. Os trabalhos foram iniciados em 1933 e finalizados em 1947, sendo oficialmente inaugurada em 4 de agosto de 1947.

A Igreja passou por um processo de restauração e reforma, que começou há quase dois anos. O projeto foi iniciado pelo padre José Aparecido Gonzaga, que buscou preservar e revitalizar a história e memória da igreja em Nova Granada, resgatando suas características originais. 

Após a transferência do padre Gonzaga, o padre Pedro da Silva, assumiu os projetos juntamente com a comunidade e a comissão de restauração e reforma, dando continuidade nos trabalhos em 14 de outubro de 2013. A próxima etapa será o restauro completo do presbitério, exemplo maravilhoso de arte com influências italianas.

Para honrar os mártires e santos e fazer memória de seu amor a Deus e de sua dedicação à causa da Igreja, foram colocadas no novo altar as relíquias dos mártires espanhóis Vitorina e Nectário, São João Paulo II, beato Mariano de La Mata Aparício e Madre Assunta Marchetti.

Colaboração: Paróquia São Benedito |  Nova Granada






sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Festa do Senhor Bom Jesus dos Castores

Uma movimentação incomum e extraordinária na BR 153 na tarde da última quarta-feira. No trecho entre São José do Rio Preto e Onda Verde, com pouco mais de 20 quilômetros, veículos dividiam espaço com peregrinos vindos de todos os cantos da diocese. A rodovia em obras colocava alguns obstáculos, mas o objetivo era um só: o povoado dos Castores. E o que animava todos no percurso era a fé, a devoção e o amor ao Senhor Bom Jesus dos Castores.

No rosto de cada um, o sentimento de gratidão e prece. Oração e canto misturam-se com os passos vagarosos: a caminhada é longa e cansativa, mas a fé não esmorece! A cada passo, a certeza de que uma parte do caminho está ficando para trás e que, logo adiante, o Bom Jesus está a esperar. E ao longo da jornada, devotos que tiveram graças alcançadas do Senhor Bom Jesus, não deixavam de ajudar aqueles caminhavam. Aqui e ali eram servidos água, lanche, refrigerante e o preço de tudo isso era a gratidão.

Esta é uma das maiores manifestações de devoção do povo de nossa diocese. Devoção que começou há mais de 100 anos com a fé do senhor Tomé Correia de Paiva. No singelo altar de sua casa, uma luz envolvia a imagem do Bom Jesus ali venerada e irradiado por aquela luz, o homem simples e humilde pode entender a sua missão: construir um santuário para o Bom Jesus.

A missão foi compreendida e empreendida! Movido pela fé, Tomé doa uma parte do terreno para a construção da pequena capela dedicada ao Bom Jesus e autoriza a construção de casas. Nascia assim o povoado dos Castores, marcado pela fé e devoção ao Senhor Bom Jesus que passou a receber o título “dos Castores”. De lá para cá, quanta fé, quanta história, quanto amor! O testemunho dos fiéis é o que rega essa devoção que cresce a cada ano e que põe de pé a fé de inúmeras pessoas.

A festa do Bom Jesus começa com a novena, celebrada nos nove dias antecedentes ao dia 06 de agosto. O ponto alto da festividade é o dia 06, com a celebração solene presidida por D. Tomé Ferreira da Silva à meia-noite, abrindo oficialmente as celebrações do dia. E durante o dia, celebrações eucarísticas de hora em hora, confissões e música alimentam a devoção dos presentes. Às 17h00, o ápice de toda a celebração: a procissão com a imagem do Senhor Bom Jesus a partir do trevo de acesso ao povoado e, em seguida, a missa solene presidida por D. Tomé, fechando as festividades em honra ao Bom Jesus.

Neste ano, a festividade teve como tema “Com o Bom Jesus dos Castores, queremos cultivar a Paz em nossa sociedade, à luz da Palavra de Deus e dos ensinamentos da Igreja” e como lema “Felizes os que promovem a paz porque serão chamados filhos de Deus. (Mt 5,9)”. A paz que tanto almejamos para nós, para as famílias, para a sociedade e para o mundo só o Bom Jesus pode nos dar. E vivendo essa paz, somos chamados a semeá-la nas mais diversas esferas e circunstâncias da sociedade.
Peçamos, pois, ao Bom Jesus, que faça de nós promotores e promotoras da paz!

Viva o Senhor Bom Jesus dos Castores!!!

Paulo Castro - Seminário Maior Sagrado Coração de Jesus














segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Semana Missionária em paróquias da Diocese de São José do Rio Preto

“Ide pelo mundo inteiro e anunciai a Boa-Nova a toda criatura! Quem crer e for batizado será salvo. Quem não crer será condenado”(Mc 16, 15).

Entre os dias vinte e quatro de julho e dois de agosto, a Diocese de São José do Rio Preto realizou uma semana missionária, com a participação ativa dos seminaristas, jovens, uma religiosa e sacerdotes, procurando realizar o desejo de Nosso Senhor Jesus Cristo de que todos ouçam o anúncio do evangelho e acolham a salvação de Deus.

A semana missionária aconteceu na Paróquia Santo Expedito, Comunidade São Paulo Apóstolo, na Cidade Norte, em São José do Rio Preto; na Paróquia São Benedito e Nossa Senhora de Fátima, em Votuporanga; e na Paróquia São Vicente de Paulo, em Turiuba. Cada paróquia desenvolveu uma programação que responde às suas necessidades, incluindo visitação domiciliar e aos enfermos, visita a entidades e instituições assistenciais e de promoção humana; celebrações dos sacramentos, sobretudo Confissão e Eucaristia; encontro com crianças e jovens; momento de homenagem a Nossa Senhora; distribuição de Bíblias, Evangelhos e objetos de piedade; visita a comunidades e moradores da área rural.

Profunda gratidão aos sacerdotes: Padre Jair de Marchi, Coordenador de Pastoral da Região de Votuporanga e Pároco da Paróquia São Benedito e Nossa Senhora de Fátima; Padre Jeová Bezerra da Silva, Administrador Paroquial da Paróquia de Turiuba; e Padre José Antônio Dária, Pároco da Paróquia Santo Expedito, na Cidade Norte, em São José do Rio Preto, e suas respectivas Paróquias que acolheram os missionários e ofereceram a infraestrutura necessária para o desenvolvimento da missão.

Os missionários foram acompanhados pelo Padre Rafael Henrique dos Santos, Assessor Diocesano da Dimensão Missionária e Administrador Paroquial da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Nova Aliança, que foi missionário em São José do Rio Preto; Padre Natalício Nascimento dos Santos, Coordenador Diocesano de Pastoral e Pároco da Paróquia do Divino Espírito Santo, em São José do Rio Preto, que foi missionário em Turiuba; Padre José Luiz Garcia de Albuquerque, Vice-reitor e Professor do Seminário Maior Sagrado Coração de Jesus e Vigário Paroquial da Catedral, em São José do Rio Preto, que foi missionário em Votuporanga. Aos três sacerdotes, nossa profunda gratidão.
Aos missionários, seminaristas, jovens, religiosas e outros sacerdotes, a gratidão e o reconhecimento do belo e exemplar gesto de dedicação do tempo de uma semana para testemunhar e anunciar Nosso Senhor Jesus Cristo em diversificadas realidades da nossa Diocese de São José do Rio Preto. Que esta experiência desperte-os para uma vida cristã missionária, no seguimento de nosso Divino Salvador, o Missionário do Pai da Misericórdia. Deus lhes pague!

Aos leigos, aos conselhos paroquiais, grupos e movimentos que ajudaram na logística ou promovendo algum momento específico na missão, nossa perene gratidão. Sabemos que muitos trabalharam a semana toda, em tempo integral, para possibilitar a missão. Às famílias que receberam os missionários em suas residências, hospedando-os, nossa amizade e humilde oração, pois acolheram os que Nosso Senhor Jesus Cristo enviou, em seu nome, para anunciarem a salvação de Deus.

A outros grupos que também têm realizado experiências missionárias, como os jovens da Renovação Carismática Católica e os membros do Caminho Neocatecumenal, entre outros, nossa gratidão e bênção, pois se encontram no caminho certo, como deseja o Santo Padre o Papa Francisco, uma Igreja missionária. Oxalá, outros grupos, pastorais, movimentos, associações religiosas e paróquias possam também desenvolver atividades concretas de missão, para o bem do Povo de Deus.

+ Tomé Ferreira da Silva
Bispo Diocesano de São José do Rio Preto/SP