sexta-feira, 24 de julho de 2015

Homilia de Abertura do Congresso Nacional das Novas Comunidades

“Haja entre vós o mesmo sentir e pensar que no Cristo Jesus”(Fl 2,5).

Bom estarmos aqui, irmãos e irmãs, no entorno do altar do Senhor, provenientes de cantos e recantos do Brasil, membros de diferentes Igrejas Particulares, que trazemos no coração e nas mãos, e as ofertamos, genuflexos, ao Senhor, a quem pertence a honra, a glória e o poder para sempre.
Mesmo não sendo merecedor, um pecador na sucessão dos Apóstolos, como Bispo desta Diocese, convidado pela “Comunidade Mar A Dentro”, coube-me a nobilíssima missão de presidir esta Eucaristia, ainda na “primeira hora” deste Congresso Nacional das Novas Comunidades, nesta cidade de São José do Rio Preto, uma joia encravada no noroeste do Estado de São Paulo.  

“Haja entre vós o mesmo sentir e pensar que no Cristo Jesus.”
A página do Evangelho proclamada nesta liturgia em curso, explicação da “Parábola do Semeador”, é emoldurada pelo mistério do Reino de Deus, presente na pessoa, na ação e na palavra de Nosso Senhor Jesus Cristo. Reino de Deus que ilumina, contorna e dá forma à Igreja. Reino de Deus que é horizonte da vida e ação das Novas Comunidades. 
Como Igreja, na Igreja e com a Igreja, as Novas Comunidades surgiram, com o Concílio Vaticano II, como um presente de Deus para a humanidade, um saboroso fruto conciliar que convoca o Povo de Deus a uma vida missionária, renovada e ardorosa de encontro, conhecimento, amor, seguimento, celebração e anúncio de Nosso Senhor Jesus Cristo. Assim compreendidas, as Novas Comunidades nascem, vivem, se desenvolvem, amadurecem e produzem frutos, acariciadas pelo Espírito Santo, a serviço do Reino de Deus.

“Haja entre vós o mesmo sentir e pensar que no Cristo Jesus.”
Duas questões inquietavam o coração de São Mateus: Por que o Reino de Deus não é aceito por todos em Israel? Por que muitos que acolheram o Reino, depois o abandonaram? Na primeira parte da parábola do semeador, o que atrai a atenção é o drama da palavra, ou semente, no mundo. Na explicação da parábola, a segunda parte, que ouvimos hoje, o que importa é o modo como a palavra, ou semente, é acolhida. Dois dilemas atuais na ação evangelizadora da Igreja, dois desafios para a ação pastoral das Novas Comunidades.
Os versos do Evangelho que ouvimos, mostram que a atitude assumida diante da Palavra da Salvação define nossa postura diante do Reino de Deus, que pode ser de indiferença, recusa, desprezo ou acolhimento. Atitudes possíveis e passíveis de serem encontradas nos fiéis no interior da Igreja e nas pessoas na sociedade. 
Na encruzilhada do ontem e do hoje, do tempo de vida do Divino Mestre e do tempo da Igreja, à atitude de não-escuta ou rejeição da Palavra de Deus, no tempo de Jesus, corresponde em nossos dias a postura de indiferença e ou incompreensão da Palavra do Reino, por parte do homem neomoderno.
Será a Palavra de Deus, em si mesma, que está sendo questionada? Ou será a sociedade líquida e o homem neomoderno que não conseguem sintonizar a Palavra?

“Haja entre vós o mesmo sentir e pensar que no Cristo Jesus.”
No texto proclamado, nos versículos 19 e 23, aparece o verbo “compreender”. No primeiro, de forma negativa: “todo aquele que ouve a palavra do reino e não a compreende, vem o maligno e rouba o que foi semeado em seu coração.” No segundo, de forma positiva e propositiva: “A semente que caiu em boa terra é aquele que ouve a palavra e a compreende.” A compreensão ou não da “palavra do reino” é determinante para a produção de frutos bons.
A “compreensão” é uma habilidade humana, mas com diferentes acepções, segundo a teoria do conhecimento. De que compreensão fala o evangelho de hoje? De uma compreensão humano-divina, obra do Espírito Santo, que age no ato da intelecção humana, capacitando-a, elevando-a a um “plus”, a um mais, que não é natural na ação cotidiana do intelecto. Podemos denomina-la de compreensão existencial da Palavra de Deus. É ela a fonte da sabedoria dos humildes, escondida aos “sábios e entendidos”.
Nosso Senhor Jesus Cristo, no evangelho, nos convoca a uma “compreensão existencial” da Palavra de Deus. Esta compreensão alia a proclamação da palavra, como objeto da pregação, com seu caráter transcendente de Palavra de Deus, de Verdade objetiva, com a vida concreta do fiel cristão, lugar onde também se manifesta a Vontade de Deus, um lugar teológico: o Deus de Nosso Senhor Jesus Cristo fala também na história. 
Na compreensão existencial da Palavra de Deus, um tanto antropológica, não é só “Deus que fala e o homem que escuta”, mas também “O homem interroga e Deus responde”. A palavra ilumina a existência, dá a ela a significação que nasce da fé em Nosso Senhor Jesus Cristo, incide profundamente na vida cotidiana da pessoa humana ou do fiel cristão. 
A Igreja, Mãe e Mestra, ontem e hoje, ao propor a Lectio Divina, ou a Leitura Orante da Bíblia, exorta-nos a uma aproximação da Palavra de Deus com uma compreensão existencial. Oxalá, nós, membros das Novas Comunidades, vivendo missionariamente, pudéssemos praticar e propor aos que vivem próximos de nós, a Lectio Divina ou a Leitura Orante da Bíblia. Se assim fizermos, estaremos não só “dando o peixe, ou ajudando as pessoas a pescarem, mas, sobretudo, despoluindo os rios”, no que diz respeito à proclamação e assimilação da Palavra de Deus.

“Haja entre vós o mesmo sentir e pensar que no Cristo Jesus.”
Acolhemos com alegria os membros da hierarquia já presentes, ou ainda não, neste Congresso Nacional de Novas Comunidades: Cardeal, Arcebispos, Bispos, Presbíteros e Diáconos. Bem-vindos os religiosos e consagrados. Aos fundadores e moderadores nosso ósculo e amplexo de graça e paz Estejam em casa os mil e duzentos membros das Novas Comunidades presentes. Deus os abençoe!
À Comunidade Mar A Dentro, no seu ano jubilar de prata, nossa fraterna saudação. Dom Orani João Tempesta foi profético e feliz ao acolher esta semente nesta Diocese. Dom Paulo Mendes Peixoto foi pródigo em cuidar da planta, agora adulta e produzindo muitos e bons frutos. Nosso desejo é que nesta Igreja Particular, e em outras paragens, seus membros sejam testemunhas de Nosso Senhor Jesus Cristo, pela vida e pela palavra, em missão permanente, ajudando as pessoas a sentirem e pensarem como Nosso Senhor Jesus Cristo. 
Nossa Senhora, a Virgem onde a Palavra se fez carne, ajude a tornar nossa vida sensível à ação do Divino Espírito Santo, permeável à Palavra de Deus, e a introduzir nosso próximo numa compreensão existencial da Palavra de Deus, através da Lectio Divina ou da Leitura Orante da Bíblia.
São José, o homem do silêncio, cuidador da Palavra Encarnada, rogai por nós!


+ Tomé Ferreira da Silva
Bispo Diocesano de São José do Rio Preto/SP. 

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Congresso Nacional das Novas Comunidades

“Haja entre vós o mesmo sentir e pensar que no Cristo Jesus” (Fl 2,5).

A Diocese de São José do Rio Preto acolhe com alegria e esperança, nos dias 24 a 26 de julho de 2015, os participantes do Congresso Nacional das Novas Comunidades, preparado pela Comunidade “Mar A Dentro”, que tem sua casa de coordenação geral nesta cidade de São José do Rio Preto, e está celebrando 25 anos de profícua existência.

Espalhadas pelo mundo, as “Novas Comunidades” são um presente de Deus para a humanidade, um dom do Divino Espírito Santo à Igreja, um dos saborosos frutos do Concílio Vaticano II que convocou o Povo de Deus a uma vida renovada e ardorosa de conhecimento, amor, seguimento e anúncio de Nosso Senhor Jesus Cristo, tal como é compreendido e proposto pela Igreja. São João Paulo II foi um dos grandes estimuladores do surgimento e crescimento das Novas Comunidades.

“Haja entre vós o mesmo sentir e pensar que no Cristo Jesus” (Fl 2,5), é o lema proposto para esta edição do Congresso Nacional das Novas Comunidades. O texto é retirado da Carta aos Filipenses, dirigida aos cristãos de Filipos, “primeira comunidade que Paulo fundou em terra europeia, na segunda viagem, por volta de 50 dC (At 16, 11-40). (...) Escreve-lhe desde o cativeiro, provavelmente em Éfeso, por volta de 55 dC.”

Para compreender o lema proposto é preciso entender o hino que segue, em Fl 2, 6-11, que é o mais antigo hino sobre Cristo que conhecemos. “O hino é nitidamente inspirado na figura do Servo humilhado e exaltado, de Isaías 53, descreve Cristo não apenas como o homem de Nazaré que depois de sua missão é glorificado, mas como aquele que se despoja de sua glória divina que ele possuía desde antes de sua vida terrena. O despojamento de Cristo torna-se um despojamento divino, parâmetro fundamental para nossas atitudes.”

No texto, o hino pode ser compreendido como uma explicação do versículo anterior: “Haja entre vós o mesmo sentir e pensar que no Cristo Jesus.”, que, por sua vez, é a conclusão dos quatro primeiros versículos que convidam a comunidade cristã de Filipos à caridade, humildade e à comunhão e unidade em Cristo. “A humildade é resultado e condição de uma caridade autêntica e duradoura. Se o egoísmo é o contrário do amor (1Cor 10,24), o orgulho é seu inimigo capital.”

No hino, que propõe “o sentir e pensar” de Cristo como paradigma para a vida cristã, “ As diversas etapas do mistério de Cristo aí estão marcadas, cada uma numa estrofe: a preexistência divina, o aniquilamento da encarnação, o aniquilamento ulterior da morte (2,7), a glorificação celestial, a adoração do universo, o título novo de ‘Senhor’. Trata-se do Cristo histórico, Deus e homem, na unidade de sua personalidade concreta, que Paulo jamais divide, se bem que distinga seus diversos estados de existência (cf Cl 1, 13s).” 

Ter o sentir e o pensar de Cristo é o ousado desafio proposto aos católicos do século XXI, participantes e construtores de uma sociedade líquida e secularizada, onde não poucos cristãos assumem uma vida cristã light, relativizando a verdade e os valores, sem se darem  conta das implicações existenciais e morais da livre e consciente adesão a Nosso Senhor Jesus Cristo e da pertença à sua Igreja. Sentir e pensar como Cristo é fazer o seu caminho, descida do divino ao humano, com todas as consequências, menos o pecado, como única forma do humano divinizar-se, ser redimido e assumido pela Graça.

À Comunidade Mar A Dentro a nossa saudação pela celebração jubilar de 25 anos. Dom Orani João Tempesta foi profético e feliz em acolher esta semente na Diocese de São José do Rio Preto. Dom Paulo Mendes Peixoto foi pródigo em cuidar da planta, agora adulta, florescente e produzindo muitos e bons frutos. Nosso desejo é que nesta Igreja Particular seus membros sejam testemunhas de Nosso Senhor Jesus Cristo, pela vida e pela palavra, em missão permanente, ajudando as pessoas a sentirem e pensarem como o nosso Divino Salvador.  

Acolhemos com alegria os membros da hierarquia presentes neste Congresso Nacional de Novas Comunidades: Cardeal, Arcebispos, Bispos, Presbíteros e Diáconos. Bem-vindos os religiosos e consagrados. Aos Fundadores e Moderadores das Novas Comunidades nosso ósculo e amplexo de graça e paz. Estejam em casa os mil e duzentos membros das Novas Comunidades presentes neste evento.  Deus nos abençoe!


+ Tomé Ferreira da Silva

Bispo Diocesano de São José do Rio Preto/SP

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Jovens do Caminho Neocatecumenal do Mato Grosso do Sul passam em Peregrinação na Basílica Menor de Nossa Senhora Aparecida em São José do Rio Preto para encontro em preparação a JMJ Polônia 2016

No sábado, 18 de julho, recebemos em nossa Diocese de São Jose do Rio/SP, 420 jovens peregrinos do Caminho Neocatecumenal vindos de Dourados, Nova Andradina, Campo Grande e Batayporã, todas cidades do Mato Grosso do Sul, e que estavam de passagem para o Encontro Vocacional que reuniu 13,5 mil jovens do Caminho Neocatecumenal vindos de diversos estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil. O evento faz parte das atividades em preparação para a XXVIII Jornada Mundial da Juventude que acontece em 2016 na Polônia.

Esses 420 jovens foram acolhidos pelas comunidades do Caminho Neocatecumenal de São José do Rio Preto com café da manhã no salão paroquial da Basílica e posteriormente com almoço no salão paroquial da paróquia São João Batista e Santuário das Almas. Logo pela manhã celebraram a oração das Laudes que foi presidida pelo nosso Bispo Dom Tomé Ferreira da Silva que, em sua homilia encorajou os jovens à missão de anunciar Jesus Ressuscitado neste mundo secularizado mediante a tantas perseguições. Em seguida caminharam pelas ruas da cidade rumo a Praça Dom José Marcondes com cantos de louvores a Deus e lá, junto aos catequistas responsáveis que os acompanhavam, anunciaram o Amor Deus e alguns jovens deram testemunhos marcantes daquilo que Deus realizou em suas vidas neste itinerário de formação cristã,e também, do amor por Jesus Cristo e pela Igreja.

A passagem desses jovens e os vossos testemunhos de vida, foram de uma riqueza imensa para a Igreja local e para as comunidades do Caminho Neocatecumenal, encorajando e animando os irmãos que fazem o itinerário a realmente serem testemunhas fiéis do amor de Deus pelo anuncio de Jesus Cristo que vive hoje e sempre, não somente com palavras, mas com os fatos concretos de suas vidas como convida o Papa Francisco quando falou sobre a necessidade de ser sinal e anuncio vivo de Jesus Cristo nos dias de hoje ao mundo: “Quanta necessidade tem o homem de hoje, em todas as latitudes, de sentir que Deus o ama e que o amor é possível!

Colaboração: João Henrique Coelho, Elza Pastrello e padre Reginaldo Angelotto






terça-feira, 14 de julho de 2015

VII Encontro de Jovens com Cristo na paróquia Senhor Bom Jesus em Potirendaba, realizado nos dias 10, 11 e 12 de julho. O evento reuniu 160 jovens, que participaram de dinâmicas, palestras e momentos de oração e reflexão, um desses momentos foi conduzido por Dom Tomé, que falou aos jovens sobre a importância de aproximar-se do amor de Deus a cada dia e da participação na vida da comunidade.

Colaboração: EJOC/Caio Vinícius Podenciano







segunda-feira, 13 de julho de 2015

Nos dias 10, 11 e 12 de julho, cerca de 110 jovens participaram do Acampamento de Férias no Redil Bom Pastor em José Bonifácio. O evento contou com pregações, dinâmicas, apresentações teatrais e Celebrações Eucarísticas. Dom Tomé esteve presente e conduziu um momento de oração e reflexão aos participantes.














Almoço da Pastoral do Povo da Rua realizado no dia 12 de julho na praça do palácio das águas em São José do Rio Preto. Dom Tomé esteve presente, conversou com as pessoas atendidas pela pastoral e abençoou os participantes e os membros da equipe.







sexta-feira, 10 de julho de 2015

Em 09 de junho, Dom Tomé administrou o sacramento da Crisma a 29 jovens da Paróquia Divino Espírito Santo em Planalto.






quinta-feira, 2 de julho de 2015

20º BERAKÁ – “O VALE DA BÊNÇÃO”.


“A ALEGRIA DO SENHOR É A NOSSA FORÇA” (Ne 8,10).

A Renovação Carismática Católica da Diocese de São José do Rio Preto, SP, através da sua coordenação diocesana, realiza das 18 às 23 horas do dia 04 de julho, e das 7 às 20 horas do dia 05 de julho, no recinto de exposições da cidade de São José do Rio Preto, SP, o 20º BERAKÁ, momento de bênção de Deus para seus filhos e filhas.

O lema escolhido para este BERAKÁ é retirado do livro de Neemias: “Este é um dia consagrado ao Senhor, vosso Deus! Não lamenteis nem choreis. (...) Não é dia de luto, pois A ALEGRIA DO SENHOR SERÁ A VOSSA FORÇA”(Ne 8, 1-12). Este texto bíblico mostra que não é possível recompor o Povo de Deus, depois da ruína do exílio, sem a Palavra de Deus, é ela que assegura ao povo a sua identidade e a sua missão.

O texto de Neemias “fala da promulgação da lei feita por Esdras, sacerdote e escriba, pelo ano 444 a.C., permite-nos ver o roteiro de uma liturgia da palavra. Reunido o povo, eleva-se um louvor a Deus. Depois, o escriba, ou os escribas, do alto de uma tribuna, abrem o livro da lei, o Deuteronômio, em presença do povo, leem diversos trechos e explicam-nos ao povo na homilia. Resultado: o povo chora, sinal de que a lei havia contestado sua vida e os movera à conversão. Esdras intervém e dá novamente à festividade seu caráter alegre e de caridade.”

A alegria que se constitui na força do Povo de Deus é consequência da conversão, que leva às lágrimas, suscitada pela escuta da Palavra de Deus. Não há conversão sem consciência e arrependimento dos pecados. O anúncio explícito da Palavra de Deus mostra ao pecador o seu pecado, o conduz a Nosso Senhor Jesus Cristo, fonte da verdadeira alegria, pois lhe concede a graça do perdão.

Viver missionariamente, como solicita o Papa Francisco, é anunciar diuturnamente a Palavra de Deus, começando pela família, na escola, no trabalho, no bairro, na cidade, nos espaços materiais ou virtuais onde se desenvolve a nossa vida.

Todos possuem o direito à conversão, e para que este direito se concretize é preciso que sejamos anunciadores da Palavra da Salvação, como diz São Paulo a Timóteo: “ (...) proclama a Palavra, insiste oportuna ou inoportunamente, convence, repreende, exorta, com toda a paciência e com a preocupação de ensinar. (...) Tu, porém, vigia em tudo, suporta as provações, faze o trabalho de um evangelizador, desempenha bem o teu ministério”(2Tm 4, 1-5).

Compreendemos que a fé vem pela pregação: “Ora, como invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele que não ouviram? E como o ouvirão, se ninguém o proclamar? E como o proclamarão, se não houver enviados? (...) Logo, a fé vem pela pregação e a pregação pela palavra de Cristo” (Rm 10, 14-17).

A alegria, fruto da conversão ocorrida mediante a escuta da Palavra de Deus, prossegue na fraternidade e na caridade: “Ide para casa, fazei uma refeição abundante, bebei vinhos generosos e ENVIAI PORÇÕES AOS QUE NÃO TÊM NADA, porque hoje é dia consagrado ao nosso Deus. Não jejueis, pois apraz ao Senhor que estejais fortes”(Ne 8, 10). A caridade completa é expressão da alegria do convertido.

Aos participantes, organizadores, pregadores e voluntários do 20º BERAKÁ, a nossa saudação, comunhão, bênção e gratidão.

+ Tomé Ferreira da Silva

Bispo Diocesano de São José do Rio Preto/SP