segunda-feira, 8 de junho de 2015

Monsenhor Ângelo Angioni

No dia 29 de maio, sexta-feira, chegaram  de Roma dois enviados pela Sagrada Congregação das Causas dos Santos.

A cidade de José Bonifácio viveu um momento histórico que se estendeu até o dia 07 de junho.  Drº Paulo Vilotta e Padre Paolo Lombardo, enviados de Roma, vieram a José Boinifácio para realizarem a exumação dos restos mortais do Servo de Deus Ângelo Angioni.

Monsenhor Ângelo Angioni foi um sacerdote italiano que viveu no Brasil na cidade de José Bonifácio por quase sessenta anos. Sacerdote humilde e grande devoto de Nossa Senhora fundou, para o serviço da Igreja, o Instituto Missionário Coração Imaculado de Maria que é composto pela comunidade Sacerdotal, pela comunidade das irmãs auxiliares dos sacerdotes, as irmãs contemplativas e educadoras, também pelos leigos consagrados. Foi o fundador de escolas paroquiais, gráficas, oficinas e marcenarias que, durante muitos anos, profissionalizou incontáveis jovens que por ali passaram.

O carisma, a humildade, a simplicidade e o grande amor à Eucaristia fez com que Monsenhor Ângelo assumisse fama de santidade pelo povo, mesmo em vida. Depois de um longo período de enfermidade, o mesmo veio a falecer no dia 15 de setembro de 2008 e o seu corpo foi sepultado em um túmulo dentro da Igreja Matriz de São João Batista, em José Bonifácio.

A cerimônia de exumação teve início às 21 horas, com a locução realizada por Padre Mauro Ziati, superior do Instituto Missionário Coração Imaculado de Maria e contou com a presença de numerosos sacerdotes, religiosas e leigos do Instituto  e da Diocese.  O caixão com os restos mortais do Servo de Deus foi transladado para a Cripta, que está no subsolo da Igreja Matriz de São João Batista. Aberto o caixão, apareceram os restos mortais do Servo de Deus.

No dia seguinte, 30 de maio, os postuladores da causa dos santos  admiraram-se por encontrar,  entre os ossos do Servo de Deus, o coração ainda intacto, que estava conservado,  após  7 anos de sua morte. Fato que causou muita comoção  e emoção do médico legista e dos padres, religiosas e leigos consagrados do Instituto Missionário Coração Imaculado de Maria.

No dia 7 de junho, realizou-se novamente uma cerimônia extraordinária para a instituição do  Tribunal Eclesiástico com uma equipe designada pelo Bispo, que irá cuidar do processo de beatificação do Servo de Deus, devendo averiguar suas virtudes e a veracidade do seu testemunho de vida.

Milhares de pessoas participaram da Santa Missa celebrada pelo Excelentíssimo Bispo Dom Tomé e concelebrada por diversos padres. Ao final da Celebração o postulador Drº Paulo Vilotta, juntamente com Dom Tomé, lacraram a urna em que se encontram depositados os restos mortais de Servo de Deus, inclusive o seu coração que, após serem contemplados com emoção pelos fiéis presentes, foram levados para o sarcófago preparado para receber as relíquias.

É grande o número de pessoas que procuraram a comissão histórica para registrarem graças alcançadas pela intercessão do Servo de Deus.

Rezemos para que a Igreja reconheça sua vida heroica de santidade e, caso isto aconteça, que ele se torne o terceiro beato da Diocese de São José do Rio Preto.

Colaboração: Pe. Sander Marcos de Freitas












3 comentários:

  1. Rezemos para que o bom Deus nos ajude a sermos fiéis a sua santa palavra.

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  2. D. Tome, alguém sempre querendo atrapalhar sera se estas pessoas ou esta pessoa sabe o que é religião? Ou usa as religiões para tentar prejudicar a humanidade? . Felicidades! Venery g de araujo

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  3. #EuFicoComAIgreja Conte conosco Dom Tomé... Amamos e confiamos em você amado Pai!

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