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Mostrando postagens de Dezembro, 2014

“NÃO MAIS ESCRAVOS, MAS IRMÃOS.”

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O dia primeiro de janeiro é o “Dia mundial da Paz e da Fraternidade Universal.” A paz é um  desejo genuíno e profundo que nasce i. é cultivado no coração humano. Somos irmãos, partilhamos a mesma natureza humana, recebida como dom de Deus, nosso Criador e Salvador. Nosso Deus é o Deus da Paz e nos propõe viver em paz e a edificá-la na convivência social. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, CNBB, nos convoca para fazer de 2015 um “Ano da Paz”, como resposta a uma violência multifacetada e generalizada que se espalha pelo País e torna-se um problema social que clama aos céus e exige dos governantes uma política pública de segurança que seja eficaz, proteja os cidadãos e permita-lhes viver em paz. A violência institucionalizada, estrutural, em suas múltiplas manifestações, nasce, em última instância, do coração humano e se manifesta primeiramente no indivíduo e se alastra na família, nos grupos e instituições sociais, povos e nações. Variados  fatores, de ordem pesso

EVOCAÇÕES DE NATAL

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Há 2014 anos nasceu em Belém de Judá o Menino Jesus: “Naqueles dias, saiu um decreto do imperador Augusto mandando fazer o recenseamento de toda a terra – o primeiro recenseamento, feito quando Quirino era governador da Síria. Todos iam registrar-se, cada um na sua cidade. Também José, que era da família e da descendência de Davi, subiu da cidade de Nazaré, na Galileia, à cidade de Davi, chamada Belém, na Judeia, para registrar-se com Maria, sua esposa, que estava grávida. Quando estavam ali, chegou o tempo do parto. Ela deu à luz o seu filho primogênito, envolveu-o em faixas e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria” (Lc2, 1-7). A memória e a celebração litúrgica do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo, nosso Divino Salvador, nos propicia evocações natalinas que são fundamentais para a humanidade: O anjo anuncia aos pastores, que se encontravam no campo, nos arredores de Belém: “Não tenhais medo! Eu vos anuncio uma grande alegria, que ser

NOSSA SENHORA DO Ó!

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Passou a primeira parte do Advento. Através dos textos bíblicos e litúrgicos, cultivamos a expectativa da vinda gloriosa de Nosso Senhor Jesus Cristo, no fim dos tempos, quando virá julgar os vivos e os mortos e sua glória de ressuscitado será manifesta nos filhos e filhas de Deus, no mundo criado e na história, produto da ação humana e orientada para Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo. Como peregrinos em terra estrangeira, pois nossa pátria é o céu, também clamamos: “Vem, Senhor Jesus!” Entre os dias dezessete e vinte e quatro de dezembro, nos preparamos para celebrar na liturgia e na vida os dois mil e quatorze anos do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo. Os textos bíblicos e litúrgicos nos recordarão as profecias e os fatos que marcaram o nascimento do nosso Divino Salvador, em Belém de Judá, acolhido por Maria, Nossa Senhora, e São José, que lhe garantiu a ascendência davídica, cumprindo as profecias. Nestes dias, a liturgia da Missa, na aclamação ao Evangelho,

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