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Mostrando postagens de Setembro, 2014

MADRE ASSUNTA MARCHETTI, A BEATA DE MIRASSOL.

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A Diocese de São José do Rio Preto alegra-se com a beatificação de Madre Assunta Marchetti, religiosa da Congregação das Irmãs Missionárias de São Carlos Borromeo – Scalabrinianas , da qual é cofundadora, que ocorrerá no dia vinte e cinco  de outubro, as dez horas, na “Catedral da Sé”, na cidade de São Paulo, pois ela viveu por doze anos, junho de 1935 a setembro de  1947, na cidade de Mirassol, trabalhando na Santa Casa de Misericórdia. “Madre Assunta Marchetti nasceu em Lombrici de Camaiore, na Itália, em quinze de agosto de 1871. Em 1895 veio ao Brasil, a pedido de seu irmão Padre Marchetti, como missionária para ajudar a cuidar dos órfãos dos imigrantes italianos e aqueles dos antigos escravos (...). Ela faleceu em São Paulo, no dia primeiro de julho de 1948.” “Além do trabalho nos orfanatos, Madre Assunta se dedicou ao cuidado dos enfermos em Santas Casas e hospitais, como também no acompanhamento das famílias em áreas pastorais no sul do Brasil.” Nos doze anos vividos na

18ª ASSEMBLEIA DIOCESANA DE PASTORAL DA DIOCESE DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO.

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Na memória de São Vicente de Paulo, o Santo dos empobrecidos e da formação do clero, 27 de setembro, a Diocese de São José do Rio Preto reúne-se para realizar a sua Décima Oitava Assembleia Diocesana de Pastoral, com o tema “A Caridade como ação social da Igreja”, reunindo o Bispo Diocesano, Padres, Diáconos, os membros do Conselho Diocesano de Pastoral, representantes das Congregações Religiosas e Novas Comunidades, os coordenadores paroquiais do Conselho de Pastoral Paroquial e do Conselho Paroquial de Assuntos Econômicos e os Seminaristas. A dinâmica da 18ª Assembleia Diocesana de Pastoral é marcada por cinco momentos: a concelebração da Santa Missa, o conhecimento das Pastorais e Obras Sociais na Diocese, as reflexões sobre:   “Paróquia e Pastorais Sociais, desafios e perspectivas”, “Relação entre Igreja e Governo no Brasil, implicações para as Obras Sociais” e “A Dimensão Social da Fé e a Missionariedade”. A fé cristã, centrada na pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo, possui

MISSÃO AD GENTES

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Para a Igreja Católica Apostólica Romana, o mês de outubro é quase sinônimo de “MISSÕES AD GENTES”. A expressão “ad gentes”, de origem latina,  é usada para designar a missão que se realiza junto a  povos, nações e culturas que não são os nossos. Diante de tantas vertentes da missão, é importante salientar que no mês de outubro se quer recordar sobretudo as missões estrangeiras, e não tanto a dimensão missionária da fé pessoal, a paróquia missionária, a missão continental ou experiências missionárias em solo pátrio. Estamos no contexto da celebração dos 50 anos da publicação do “Decreto ‘Ad gentes’ sobre a atividade missionária da Igreja”, documento do Concílio Vaticano II, promulgado em 07 de dezembro de 1965, com as orientações para a vida missionária na Igreja. O texto percorreu um longo caminho, que pode ser sintetizado assim: “A Comissão  das Missões elaborou na fase pré-conciliar sete esquemas de decretos. Em fins de 1962 a Comissão viu-se forçada a rever e abreviar os

11ª ROMARIA DA DIOCESE DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO AO SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA APARECIDA.

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Há onze anos, no mês de setembro, neste ano no dia 20, a Diocese de São José do Rio Preto, organiza uma romaria ao Santuário de Nossa Senhora Aparecida, ao encontro de Nosso Senhor Jesus Cristo, nosso Divino Salvador, na “casa” dedicada à sua Mãe, Nossa Senhora da Conceição. Diversas paróquias e cidades participam, neste ano com 39 ônibus. “O bom é esperar pela festa”, diz um ditado popular. Uma romaria sempre começa antes de sua realização de fato, com a preparação pessoal para a viagem e tomando as providências necessárias para o bom êxito. Alguns grupos realizam com antecedência uma preparação espiritual, com confissões, missa e a oração do rosário, da ladainha de Nossa Senhora e outras fórmulas de devoção mariana, muitas vinculadas à piedade popular. Um romeiro não é um turista; movido pela fé, ele vai em romaria para rezar. Com os sacrifícios inerentes, a romaria é uma forma peculiar de oração, de poucas palavras, mas de muitos gestos que vão sendo construídos desde a

SEMANA DA PÁTRIA

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Recordamos a independência do Brasil. Algum tempo atrás, nos anos de 1970 a 1990, alguns críticos falavam de independência política e dependência econômica, sendo esta última de outros países e ou de instituições internacionais. O quadro social, político e econômico de hoje é diferente e para melhor, muito embora algumas sombras pairem sobre nossas cabeças. É bom celebrar a Pátria, o Povo Brasileiro, mesmo não concordando plenamente com as diretrizes e organização do Estado. Vivemos o rico tempo pré-eleitoral, na expectativa da escolha do Presidente da República e dos Governadores dos Estados, dos Senadores, Deputados Federais e Deputados Estaduais. Há uma significativa indiferença e ou indignação  de parte da população diante da vida política do País, fruto da confusão entre público e privado, da falta de coerência dos eleitos e da corrupção ou malversação dos recursos públicos. Há também gente boa e de princípios na vida política, mesmo quando não são respaldados por seus parti

SETEMBRO, MÊS DA BÍBLIA! DISCÍPULOS E MISSIONÁRIOS A PARTIR DO EVANGELHO DE MATEUS.

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“Ide fazer discípulos e ensinai”(Mt 28,19-20). “Felizes os que guardam seus testemunhos e o procuram de todo o coração”(Sl 119,2). A Igreja Católica Apostólica Romana, no Brasil, tem a tradição de meses temáticos: em maio, recordamos Nossa Senhora; em agosto, promovemos as  vocações; setembro, é dedicado à Bíblia; na quaresma, fazemos a Campanha da Fraternidade; no advento,  rezamos a Novena do Natal. São meios pedagógicos que ajudam na educação e vivência da fé e são usados por quase todas as dioceses brasileiras. “Eu me alegro em seguir teus testemunhos, mais que em todas as riquezas”(Sl 119,14). Dedicar um mês à Bíblia, sem esquecer que todo dia é dia da Palavra de Deus, nasce da necessidade de ajudar os fiéis a conhecerem as Sagradas Escrituras, pois ignorá-las é ignorar o próprio Jesus Cristo. Desconhecer a Nosso Senhor Jesus Cristo é não ter a oportunidade de passar por Ele como porta da salvação: “Eu sou a porta. Quem entrar por mim será salvo; poderá entrar e sair, e

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