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Mostrando postagens de Outubro, 2013

“CREIO NA RESSURREIÇÃO DA CARNE.”

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O que nos ensina o Catecismo da Igreja Católica Apostólica Romana (CIC) sobre a ressurreição dos mortos? A expressão “carne” é usada para identificar a pessoa humana na sua situação “mundana” e histórica de fragilidade e mortalidade.  Ao afirmar a ‘ressurreição da carne’, a Igreja Católica Apostólica Romana compreende que “após a morte, não haverá somente a vida da alma imortal, mas que também nossos ‘corpos mortais’ (Rm 8,11) readquirirão vida” (CIC 990). Crer na ressurreição dos mortos é elemento constitutivo da fé cristã. “Como podem alguns dentre vós dizer que não há ressurreição dos mortos? Se não há ressurreição dos mortos, então Cristo não ressuscitou. E se Cristo não ressuscitou, a nossa pregação é sem fundamento, e sem fundamento também é a vossa fé. Mas, na realidade, Cristo ressuscitou dos mortos como primícias dos que morreram” (1 Cor 15, 12-14.20). O que é ressuscitar? “ Na morte, que é separação da alma e do corpo, o corpo da pessoa humana cai na corrupção

O DRAMA DE MORRER.

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A recordação dos “fiéis defuntos”, no “Dia das almas”, “Dia dos mortos” ou “Finados”, é oportunidade de não deixar morrer na mente e no coração a lembrança das pessoas que amamos, fizeram parte da nossa vida e já realizaram a experiência da passagem pelo mistério da morte. É ocasião oportuna que me recorda que vou morrer, chegará o meu dia e a minha hora de fazer esta viagem solitária e sem retorno. A morte não existe. A morte como ser, ente ou entidade não existe e por isso não é possível representá-la. Morrer  é um verbo. A morte não vem ao nosso encontro, sou eu que caminho para experimentá-la em algum momento no horizonte de minha vida. A morte é um ato solitário. Morrer é um ato pessoal: eu morro. Ninguém morre comigo. Ninguém morre no meu lugar. Na minha hora, viverei a morte sozinho, na mais profunda e extrema solidão, ainda que ao meu lado estejam muitas pessoas.  Vivo para morrer e morro para viver. O mistério da vida inclui necessariamente o mistério da mort

“JUVENTUDE E MISSÃO.”

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No domingo 20 de outubro, celebramos na Diocese de São José do Rio Preto o “Dia Nacional da Juventude.” É uma iniciativa da Igreja Católica Apostólica Romana, com a finalidade de suscitar e consolidar a experiência de fé dos jovens, estimulando-os a um encontro pessoal com Nosso Senhor Jesus Cristo e a uma vida de intensa amizade com Ele. O tema e o lema do Dia Nacional da Juventude estão sempre em consonância com o tema da Campanha da Fraternidade de cada ano, neste ano de 2013  foi “Fraternidade e juventude”, que procurou também mobilizar os jovens para a Semana Missionária nas dioceses e paróquias, na primeira quinzena de julho, e a Jornada Mundial da Juventude, ocorrida na cidade do Rio de Janeiro, no final do mesmo mês, com a presença do Papa Francisco. No ano de 2013 o tema do Dia Nacional da Juventude foi “Juventude e Missão”, com o lema: “Jovem: levante-se, seja fermento!”  Esta foi uma oportunidade de continuar no tempo o espírito da Campanha da Fraternidade e da Jornada

DIA MUNDIAL DAS MISSÕES.

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A missão “ad gentes”, voltada para outros povos e culturas, é parte integrante da Igreja, pois Nosso Senhor Jesus Cristo Ressuscitado, antes de sua ascensão ao céu, manifestou o desejo de que a Salvação de Deus chegue a todos os povos e em todos os tempos. A Igreja Católica Apostólica Romana é missionária, a missão é um ato da Igreja que responde ao apelo do Divino Salvador: “Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, pois, e ensinai A TODAS AS NAÇÕES; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi. Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo”(Mt 28, 18-20). No Brasil, o mês de outubro é dedicado a uma maior e mais intensa conscientização da vida missionária do Povo de Deus. Os fiéis, leigos e ministros ordenados, bem como religiosos e consagrados, são convocados a rezar, ajudar e promover uma formação adequada sobre a necessidade e a natureza da missão ad gentes. “Em sintonia com a Campanha da Frate

“CELEBRAR E REVISITAR O CONCÍLIO VATICANO II.”

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A Igreja Católica Apostólica Romana recorda os 50 anos do Concílio Ecumênico Vaticano II,  o XXI Concílio Ecumênico na história da Igreja, convocado pelo Papa João XXIII em 1961, concluído com o Papa Paulo VI em 1965. Nas suas quatro etapas ou sessões, contou com a participação de duas mil pessoas, entre bispos e convidados, provenientes de todas as partes do mundo. A palavra “concílio” pode ser traduzida também por “assembleia”. Um concílio é sempre convocado pelo Papa, reunindo os bispos, mas também consagrados, leigos e lideranças de outras denominações religiosas, por isso chamado de ecumênico. O objetivo de um concílio é sempre o de estudar, aprofundar, avaliar e rever aspectos importantes da vida pastoral e doutrinal da Igreja, procurando responder aos sinais dos tempos e às novas necessidades e desafios da evangelização. A Diocese de São José do Rio Preto, através do Centro de Estudos Superiores Sagrado Coração de Jesus, realiza a Semana Cultural 2013, de 15 a 17 de outubr

ROMARIA DIOCESANA AO SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA APARECIDA.

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A Diocese de São José do Rio Preto realizou no dia 28 de setembro a romaria diocesana ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida/SP, envolvendo dois mil fiéis:  leigos, religiosas, consagrados, diáconos, seminaristas, padres e bispo. O evento foi precedido de um tríduo de orações realizado nas paróquias e comunidades. A palavra “romaria” recorda as peregrinações que os cristãos, sobretudo católicos, fazem a Roma, na Itália, visitando os lugares onde viveram os santos; entre eles, muitos mártires; estes, sobretudo, nos primeiros séculos da era cristã. Originalmente, a expressão “romeiro” designava o fiel que movido pela fé ia a Roma. Hoje, no Brasil, “romeiro” designa o fiel que vai a lugares especiais de manifestação da fé: santuários, basílicas e lugares onde viveram pessoas que exalam  “odor de santidade”. Talvez  expressões mais adequadas fossem: “peregrinação” e “peregrino”, pois peregrinar é o ato de ir a lugares santificados e ou de devoção movido pela

PLANO DIOCESANO DE PASTORAL.

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A Diocese de São José do Rio Preto vai chegando ao final do processo de elaboração do seu 6º Plano Diocesano de Pastoral, depois de dois anos de trabalho desenvolvido nas paróquias, envolvendo  diversos segmentos da vida eclesial que responderam afirmativamente ao convite para participarem das  diversas etapas. No ano de 2012 fez-se um esforço para compreender a realidade da vida de fé em nossas cidades, pontuando  aspectos positivos, críticos e desafios a serem assumidos na ação pastoral da Igreja. A síntese destes dados foi socializada no mês de novembro do ano passado, durante a assembleia diocesana anual, realizada nas dependências do Colégio Santo André. Durante o primeiro semestre de 2013, as comunidades paroquiais, sobretudo através do conselho pastoral, foram convidadas a refletir e apontar caminhos para a ação pastoral das paróquias, partindo das constatações realizadas no ano anterior e das urgências pastorais propostas pela Conferência Nacional dos Bispos do Bras

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