quinta-feira, 23 de maio de 2013

O SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS E O IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA.

Antigamente nas famílias, em uma das paredes da casa, ocupava lugar de destaque o quadro com as estampas do Sagrado Coração de Jesus e do Imaculado Coração de Maria. Existe ainda hoje um rito com orações próprias para fazer nos lares a entronização destas imagens. Nas nossas igrejas, a estátua do Sagrado Coração de Jesus sempre ocupou lugar de destaque, talvez resultado do trabalho dos Jesuítas com o Apostolado da Oração.

A contemplação do Sagrado Coração de Jesus é fonte de riqueza espiritual inesgotável para a vida de fé. O Mistério de Nosso Senhor Jesus Cristo Crucificado, com o coração ferido pela lança, de onde jorra sangue e água, é viva expressão do infinito e indizível amor de Deus pela pessoa humana. O coração de Deus, em Cristo, doa a plenitude de si, sem reserva, para que o pecador arrependido experimente a salvação que lhe é oferecida e que tem na cruz a sua fonte.

Confiar na misericórdia de Deus, que podemos beber no Sagrado Coração de Jesus, não é razão para permanecer pecando ou adiar indefinidamente a conversão. Na atualidade, há uma dificuldade da pessoa humana em reconhecer-se pecadora, por causa da diluição na compreensão do pecado e por uma extremada confiança da pessoa humana em si mesma, que se propõe como criadora e referencial de valores.

No mundo e na história, a pessoa humana é “naturalmente” pecadora e nasce imersa num contexto de pecado. Se por um lado as propostas que nos são oferecidas nem sempre são boas e condizentes com a Vontade de Deus, por outro, o exercício de nossa liberdade, ofuscada pelas consequências do pecado das origens, não está imune a escolhas inadequadas. O Apóstolo São Paulo tem razão ao afirmar que não faço o bem que quero e acabo fazendo o mal que não quero.

Reconhecer-se pecador, responder propositivamente à graça da conversão, buscar e acolher o perdão de Deus, não denigre e não degrada a pessoa humana, ao contrário, nos permite uma exata compreensão de nossa natureza e condição. É a partir da consciência de si como pecador e necessitado de perdão que damos o primeiro passo de volta ao encontro de Deus, um processo que se realiza sob o influxo da graça. Afirmou o Papa Francisco que Deus não se cansa de perdoar, mas a pessoa humana se cansa de pedir perdão. Pedir perdão pressupõe a consciência de ser pecador e dos pecados, o arrependimento e o desejo de fazer a Vontade de Deus.

O Coração de Nossa Senhora é Imaculado. Em sua vida não encontramos nenhuma experiência de pecado, pois dele ela foi preservada desde a sua concepção, em virtude dos méritos de Nosso Senhor Jesus Cristo, por antecipação. O Coração de Maria é o que é, imaculado, por causa do coração de seu filho, Nosso Senhor Jesus Cristo. As flores que florescem no Coração de Maria são frutos do Coração ferido do Divino Salvador.

No dia sete de junho celebramos a solenidade do Sagrado Coração de Jesus, também o dia de oração pela santificação do clero, intenção sempre lembrada a cada primeira sexta feira do mês, pelo Apostolado da Oração, juntamente  com as suplicas pela conversão dos pecadores e a paz no mundo. Numa atividade organizada pela Pastoral Presbiteral, através do Padre Júlio, os padres da Diocese de São José do Rio Preto farão neste dia uma manhã de oração, na Paróquia Sagrado Coração de Jesus, na Zona Norte, uma bela igreja em construção que precisa de sua ajuda, sendo acolhidos pelo Padre Leonildo.

A memória litúrgica do Imaculado Coração de Maria, padroeiro da nossa Diocese de São José do Rio Preto, é celebrada no sábado oito de junho, devendo ser recordada em todas as igrejas, capelas e oratórios da Diocese. Nas paróquias e capelas públicas, durante a missa neste dia, façam-se preces pelo Povo de Deus presente nesta Igreja Particular, sobretudo pelos que sofrem no corpo e na alma. Pela intercessão de Nossa Senhora, peçamos vocações sacerdotais, religiosas e missionárias. Recomendemos a ela o nosso Plano de Pastoral em elaboração. Supliquemos que ela acompanhe nossos jovens na Semana Missionária e na Jornada Mundial da Juventude no mês de julho.

Nos dias sete, oito e nove de junho destaquemos nas nossas igrejas as imagens do Sagrado Coração de Jesus e do Imaculado Coração de Maria. Podemos e devemos cantar com o povo o belo hino da padroeira da nossa Diocese. É muito bom cultivarmos pessoalmente e estimularmos os fiéis à devoção ao Imaculado Coração de Maria. Seria bom retomar nas paróquias a missa matutina do primeiro sábado de cada mês, sempre na memória da Virgem Maria, invocando o seu Imaculado Coração.

O Santo Padre o Papa Francisco convida e exorta todas as dioceses e paróquias a se unirem a ele, no mesmo horário, em uma adoração ao Santíssimo Sacramento no dia 02 de junho, dentro da perspectiva do ano da fé. No Brasil seria próximo ao meio dia. Onde for possível, promovamos com os fiéis esta hora de adoração com exposição do Santíssimo Sacramento, no referido dia e horário possível. Na Catedral de São José do Rio Preto será realizada ato contínuo à missa das dez horas.


+ Tomé Ferreira da Silva
Bispo Diocesano de São José do Rio Preto.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Carta à toda a Diocese sobre a JMJ 2013

                           

terça-feira, 14 de maio de 2013

A UNIDADE DOS CRISTÃOS.

Nesta semana, de 12 a 19 de maio, liturgicamente situada entre a Solenidade da Ascensão de Jesus ao céu e a Solenidade de Pentecostes, isto é, a descida do Espírito Santo sobre os Apóstolos, a Virgem Maria e os discípulos reunidos no Cenáculo, em Jersusalém, ocorrida cinquenta dias após a ressurreição de Jesus Cristo, são dias de oração pela unidade dos cristãos.

Encontramos no mundo uma diversidade de religiões, que muitas vezes se confundem com culturas, como o hinduísmo e o budismo, ou as antigas religiões gregas e egípcias. No ocidente conhecemos as três grandes religiões monoteístas: judaísmo, cristianismo e islamismo, com raízes comuns no Antigo Testamento, a primeira parte da Bíblia. Não olvidamos as religiões de matriz africana.

A partir de Nosso Senhor Jesus Cristo nasce e se desenvolve o cristianismo. Ao longo da história, nestes vinte e um séculos, o cristianismo, originalmente unitário, sofreu diversas divisões, sobretudo a partir do século XVI, dando origem a outros segmentos religiosos cristãos, sendo os primeiros quase sempre originados a partir da Igreja Católica Apostólica Romana.

Nos países da Europa e da América do Norte,  as “igrejas protestantes históricas”, como os anglicanos e calvinistas, foram dando origem a outros grupamentos religiosos cristãos que foram se espalhando pelo mundo. No Brasil, mas também em outros países,  ocorreu mais recentemente uma explosão de novos grupos religiosos denominados de “evangélicos pentecostais”.

Hoje é comum encontrar nas famílias brasileiras membros de um mesmo clã pertencentes a grupos religiosos diferentes, cristãos ou não. O mesmo ocorre nas escolas, nos ambientes de trabalho e  lazer. Em alguns momentos a convivência não é tão pacífica quanto pode parecer, pois não são incomuns casos de hostilidade e olhares de desconfiança. Nem sempre a tolerância está presente na convivência diária.

Nas famílias, quando não ocorre o respeito pela liberdade religiosa do outro cônjuge, ou na hora de decidir o modo da educação religiosa dos filhos, surgem diversas dificuldades, podendo levar à desintegração do núcleo familiar. O mesmo se dá no ambiente escolar e de trabalho. Na origem causal das dificuldades muitas vezes está o proselitismo e ou a “demonização” do outro grupo religioso.

Nosso Senhor Jesus Cristo, no seu testamento espiritual, que encontramos no capítulo dezessete do Evangelho de São João, reza a Deus Pai pela unidade dos apóstolos e discípulos, e por aqueles que chegarão à fé n’Ele por intermédio da pregação destes ao longo da história: “Doravante, eu não estou mais no mundo, e eles permanecem no mundo, enquanto eu vou para ti. Pai santo, guarda-os em teu nome, que tu me deste, para que eles sejam um como nós somos um”(Jo 17, 11). E ainda: “Rogo por aqueles que, graças à sua palavra, creem em mim, que todos sejam um, como tu, Pai, estás em mim e eu em ti; que também eles estejam em nós, a fim de que o mundo creia que tu me enviaste”(Jo 17, 20-21).

A unidade dos cristãos, isto é, dos amigos de Jesus Cristo, dos que o conhecem, amam e seguem-no, responde a um desejo explícito d’Ele. E mais, é condição para que as pessoas no mundo depositem n’Ele a sua esperança de salvação, acolhendo-o como Deus, Senhor e Juiz da história. São palavras e desejo tão claros que não necessitam de interpretação ou exegese: “QUE TODOS SEJAM UM.”

Como se não bastasse o apelo de Nosso Senhor Jesus Cristo para a unidade dos cristãos, esta é hoje uma exigência social no Brasil, creio que também em outros países, em favor da paz e da fraterna convivência na família, na escola, no trabalho e na vida social. Para isto, precisamos também de liberdade religiosa, de respeito à presença pública das religiões e igrejas, tolerância e respeito entre os diversos credos religiosos e entre os seus membros.

Rezemos e sejamos promotores da unidade entre os cristãos. Que a promoção desta unidade comece e se desenvolva já a partir da família e dos ambientes comuns que frequentamos na sociedade, sobretudo escola e trabalho, esta é uma unidade existencial, possível para todos e cada um, que deve prosseguir caminhada para o diálogo teológico e disciplinar, ecumênico e inter-religioso, para que se realize a profecia e desejo de Nosso Senhor Jesus Cristo: “Eu tenho outras ovelhas que não são deste redil, e também a estas é preciso que eu conduza; elas ouvirão a minha voz, E HAVERÁ UM SÓ REBANHO E UM SÓ PASTOR”(Jo 10, 16).


+ Tomé Ferreira da Silva
Bispo Diocesano de São José do Rio Preto/SP

quinta-feira, 9 de maio de 2013

A MATERNIDADE É DOM, GRAÇA E BÊNÇÃO.

A complexificação da vida contemporânea vai transformando a compreensão da maternidade,  vista por muitos como um ônus a ser evitado a todo custo, por alguns tolerada, por outros abominada, acolhida e desejada com alegria por significativa parcela da sociedade. Transmitir, cuidar e educar a vida dos filhos é um dom, graça e bênção divina.

A maternidade e a paternidade são modos de participação humana na ação criadora e educadora de Deus. O que somos e temos, também a capacidade de procriar e educar, têm em Deus a sua origem, pois fazendo-nos à sua imagem e semelhança, comunica-nos a capacidade de transmitir, preservar e educar a vida humana.

A família é “Igreja Doméstica”, primeiro espaço da experiência da dimensão comunitária da fé. É neste contexto da família como Igreja Doméstica que compreendemos e vivemos a maternidade como dom, graça e bênção divina. Desvinculada desta moldura a compreensão da maternidade fica susceptível a outras leituras redutivas.

Não é o mundo e o espírito mundano a oferecer a correta compreensão da maternidade, mas sim a experiência da família como Igreja Doméstica, imbuída da luz da fé, pois ela acolhe, preserva e transmite a Vontade de Deus, Criador, Salvador e Educador, para as novas gerações. Não é transmissão de uma teoria, mas de um ato, uma ação sempre no presente.

É belo, bom e prazeiroso ser mãe. No ato da maternidade ocorre a realização de uma potencialidade oferecida por Deus. Na maternidade, permitindo-se experimentar o que Deus deseja, a mulher encontra e realiza a plenitude de sua pessoa, que atuada lhe propicia  felicidade, pois faz o que deve realizar, segundo sua natureza, tal como é desejada por Deus.

A vida familiar, fundada no sacramento do matrimônio, é realização de um desejo de Deus. A sua constituição pressupõe a abertura do casal para a experiência da maternidade e da paternidade. Não é possível o sacramento do matrimônio e a família como Igreja Doméstica se de antemão os nubentes estão consciente e deliberadamente fechados para a maternidade e a paternidade.

Na Igreja Doméstica, a mãe e o pai são cuidadores, transmissores e educadores da fé aos filhos. A mãe não deve abdicar-se desta missão ou delegá-la a outra pessoa ou instituição, pois sem isso não exerce a maternidade na sua inteireza. O laicismo do estado e de suas instituições e a tendência de aprisionar a fé no âmbito privado, reforçam e tornam urgente esta missão da mãe de guardadora, transmissora e educadora da fé dos filhos.

Convido as mulheres a compreenderem, acolherem e cultivarem a maternidade tal como é proposta pela fé cristã e conservada pela Igreja Católica Apostólica Romana: um dom, graça e bênção divina. Vivam e experimentem a maternidade na sua plenitude também no que diz respeito à transmissão e educação da fé aos filhos.

Minha saudação às mães, criadoras e educadoras, que assim salvam seus filhos do mundo, à semelhança de Deus Criador, Educador e Salvador do seu povo. Gratidão às mães que vivem a maternidade movidas pela fé, fazendo da família Igreja Doméstica, encontrando no ato de ser mãe o caminho da santidade e da perfeição da vida cristã.

Não esqueçamos das mães falecidas, lembremo-nos delas na celebração da Missa, também com uma prece, uma vela ou uma flor onde repousam seus restos mortais. Belo gesto das mães que escolheram morrer no parto para assegurar a vida ao filho nascente. Assegurando às mães minhas humildes preces, amplexo e todo bem. Feliz dia das mães!


+ Tomé Ferreira da Silva
Bispo Diocesano de São José do Rio Preto.

terça-feira, 7 de maio de 2013

“REDES SOCIAIS: PORTAIS DE VERDADE E DE FÉ; NOVOS ESPAÇOS DE EVANGELIZAÇÃO.”


No dia 12 de maio de 2013 celebramos o 47º Dia Mundial das Comunicações Sociais; o primeiro ocorreu em 1967, com o tema “Os meios de comunicação social.”

“O Dia Mundial das Comunicações foi instituído durante o Concílio Vaticano II e publicado no Decreto Conciliar ‘Inter Mirifica’(n. 18): ‘Para reforçar o variado apostolado da Igreja por intermédio dos meios de comunicação social celebre-se anualmente, nas dioceses do mundo inteiro, um dia dedicado a ensinar aos fiéis seus deveres no que diz respeito aos meios de comunicação, a orar pela causa e a recolher fundos para as iniciativas da Igreja nesse setor, segundo as necessidades do mundo católico.’”

“Há quarenta e sete anos, o Magistério da Igreja, através das mensagens dos Papas Paulo VI, João Paulo II e, atualmente, Bento XVI, acompanha o desenvolvimento e as contínuas mudanças que ocorrem no âmbito da comunicação.”

Em 24 de janeiro, dia de São Francisco de Sales, padroeiro dos jornalistas, o Papa, hoje emérito, Bento XVI, enviou uma mensagem para este 47º Dia Mundial das Comunicações Sociais, com o título “Redes Sociais: Portais de verdade e de fé; novos espaços de evangelização.” Não quero comentar ou interpretar a mensagem, mas reproduzir algumas frases que me parecem sugestivas:

1. “(...) o desenvolvimento das redes sociais digitais  estão contribuindo para a aparição de uma nova ágora, de uma praça pública e aberta onde as pessoas partilham ideias, informações, opiniões, e podem ainda ganhar vida novas relações e formas de comunidade.”
2. “A troca de informações pode transformar-se numa verdadeira comunicação, os contatos podem amadurecer em amizade, as conexões podem facilitar a comunhão.”
3. “As redes sociais tornam-se cada vez mais parte do próprio tecido da sociedade (...). São alimentadas por aspirações radicadas no coração do homem.”
4. “A cultura das redes sociais e as mudanças nas formas e estilos da comunicação colocam sérios desafios àqueles  que querem falar de verdades e valores.”
5. Nas redes sociais “o significado e a eficácia das diferentes formas de expressão parecem determinados mais pela sua popularidade do que pela sua importância intrínseca e validade.”
6. “Às vezes, a voz discreta da razão pode ser abafada pelo rumor de excessivas informações, e não consegue atrair a atenção que, ao contrário, é dada a quantos se expressam de forma mais persuasiva.”
7. “(...) se a Boa-Nova não for dada a conhecer também no ambiente digital, poderá ficar fora do alcance da experiência de muitos que consideram importante este espaço existencial.”
8. “O ambiente digital não é um mundo paralelo ou puramente virtual, mas faz parte da realidade cotidiana de muitas pessoas, especialmente dos mais jovens.”
9. “As redes sociais são o fruto da interação humana, mas, por sua vez, dão formas novas às dinâmicas da comunicação que cria relações; (...).”
10. “A capacidade de utilizar as novas linguagens requer-se não tanto para estar em sintonia com os tempos, mas, sobretudo, para permitir que a riqueza infinita do Evangelho encontre formas de expressão que sejam capazes de alcançar a mente e o coração de todos.”
11. “Uma comunicação eficaz, como as parábolas de Jesus, necessita do envolvimento da imaginação e da sensibilidade afetiva daqueles que queremos convidar para um encontro com o mistério do amor de Deus.”
12. “A autenticidade dos fiéis, nas redes sociais, é posta em evidência pela partilha da fonte profunda da sua esperança e da sua alegria: a fé em Deus, rico de misericórdia e amor, revelado em Jesus Cristo. Tal partilha consiste não apenas na expressão da fé explícita, mas também no testemunho, isto é, no modo como se comunicam ‘escolhas, preferências, juízos que sejam profundamente coerentes com o Evangelho, mesmo quando não se fala explicitamente dele’.”
13. “A aparição nas redes sociais do diálogo acerca da fé e do acreditar confirma a importância e a relevância da religião no debate público e social.”
14. “(...), a resposta mais radical às questões do homem sobre o amor, a verdade e o sentido da vida – questões estas que não estão de modo algum ausentes das redes sociais – encontra-se na pessoa de Jesus Cristo.”
15. “Devemos confiar no fato de que os anseios fundamentais que a pessoa humana tem de amar e ser amada, de encontrar um significado e verdade que o próprio Deus colocou no coração do ser humano, permanecem também nos homens e mulheres do nosso tempo, abertos, sempre e em todo caso, para aquilo que o Beato Cardeal Newman chamava a ‘luz gentil’ da fé.”
16. “As redes sociais, para além de instrumento de evangelização, podem ser um fator de desenvolvimento humano.”
17. “No ambiente digital, existem redes sociais que oferecem ao homem atual oportunidades de oração, meditação ou partilha da Palavra de Deus. Mas estas redes podem também abrir as portas a outras dimensões da fé.”
18. “Não deveria haver falta de coerência ou unidade entre a expressão da nossa fé e o nosso testemunho do Evangelho na realidade onde somos chamados a viver, seja ela física ou digital.”

Somos agradecidos ao Papa emérito Bento XVI por esta mensagem que nos ajuda a compreender melhor as redes sociais como portais da verdade e da fé e nos desafia a fazer delas novos espaços de evangelização.


+ Tomé Ferreira da Silva
Bispo Diocesano de São José do Rio Preto\SP