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Mostrando postagens de Janeiro, 2013

HOMILIA NA MISSA DOS 84 ANOS DA DIOCESE DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO

Na festa da conversão do Apóstolo São Paulo, neste ano de 2013, agradecemos a Deus os 84 anos de criação da Diocese de São José do Rio Preto, a nossa Diocese, onde Deus Pai nos quer como filhos e filhas queridos, reunindo-nos no amor de Nosso Senhor Jesus Cristo, integrando-nos no seu Povo, fazendo-nos pedras vivas constitutivas de sua Igreja, permitindo-nos ser membros do Corpo Místico de seu Filho Bem Amado. Razões outras, ao menos quatro, estão presentes no nosso coração nesta Eucaristia: vivemos o Ano da Fé; encerramos o ano pastoral de nossa Diocese, com destaque para a Eucaristia; encontramo-nos a elaborar o novo plano com as orientações pastorais; há um clamor para dirigirmos o olhar e o coração para a juventude, pois vivemos um tempo de graça para ela. Na leitura dos Atos dos Apóstolos, ouvimos de São Paulo a narrativa de sua conversão no caminho de Damasco. Quando ia ao encontro dos cristãos para trazê-los prisioneiros a Jerusalém, encontra-se com Nosso Senhor Jesus Crist

Reunião com os Padres do Setor de José Bonifácio

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Diocese de São José do Rio Preto, 84 anos de história.

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No dia 25 de janeiro, festa da conversão de São Paulo, Apóstolo, celebramos 84 anos da criação da Diocese de São José do Rio Preto. É hora de memória, gratidão, compromisso e esperança. Recordamos no coração e na oração os fiéis, ordenados ou não, que nos precederam, desde antes da criação da diocese, quando ainda éramos parcela da grande, fecunda e matriarcal Diocese de São Carlos. A partir de 25 de janeiro de 1929, quanta labuta pastoral, com ânimo missionário, foi empreendida para que a salvação de Nosso Senhor Jesus Cristo chegasse aos que moravam nestas belas e promissoras terras do noroeste paulista, através da pregação do evangelho, da administração dos sacramentos, da caridade pastoral e da criação e organização de tantas paróquias com suas respectivas pastorais, movimentos, associações religiosas e novas comunidades. Neste processo não esquecemos a contribuição de tantas congregações religiosas, femininas e masculinas. A memória dos antepassados é mais do que uma record

Missa na Paróquia Santa Edwiges em 16/01/2013 - Bairro Vila Toninho - SJRio Preto/SP

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Um jovem, cristão e soldado, chamado Sebastião

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Estamos nos primeiros séculos do cristianismo, na Itália. Havia uma perseguição feroz aos cristãos, sobretudo em Roma, que fora evangelizada pelos apóstolos São Pedro e São Paulo, e seus auxiliares, homens que molharam o chão daquela cidade com o seu sangue, sendo um martirizado crucificado, de cabeça para baixo, e o outro tendo a cabeça decepada a fio de espada. Era proibido ser cristão, não se podia ser amigo de Nosso Senhor Jesus Cristo. Ser cristão era sinônimo de marginalidade. Era uma temeridade ser católico. Professar a fé era causa de morte. O católico era tido como inimigo do Estado, causador de problemas, uma ameaça à segurança das estruturas políticas, econômicas e religiosas estabelecidas. No norte da Itália havia um jovem soldado que se deixara fazer cristão, recebera o batismo depois de converter-se e colocar-se no seguimento de Nosso Senhor Jesus Cristo. O seu nome era Sebastião. Ele tinha boa reputação como militar, era bem considerado entre os companheiros da tr

O batismo de Nosso Senhor Jesus Cristo.

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“Depois do batismo de todo aquele povo, Jesus também foi batizado. E, quando Jesus estava orando, o céu se abriu, e o Espírito Santo desceu na forma de uma pomba sobre ele. E do céu veio uma voz, que disse: ‘Tu és o meu Filho querido e me dás muita alegria.’”(Lc 3, 21-22) No domingo, treze de janeiro, celebramos na liturgia da Igreja Católica Apostólica Romana  a festa do Batismo de Nosso Senhor Jesus Cristo, conforme relato que encontramos no evangelho de São Lucas, capítulo três, versículos dezesseis a vinte e dois.  São João Batista, ao batizar o povo com água, convida os seus contemporâneos à conversão.Nosso Senhor Jesus Cristo, prestes a iniciar a sua vida pública, isto é, de anunciar e tornar presente o evangelho da salvação, apresenta-se também Ele para ser batizado pelo Batista às margens do rio Jordão. Ele não tinha necessidade de ser batizado, não tinha pecado, não precisava de conversão.  A humildade de Nosso Senhor Jesus Cristo, ao apresentar-se a João p

Missa na paróquia Imaculado Coração de Maria em 06/01/2013 - Bairro Sta Cruz - SJRio Preto/SP

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Missa de encerramento do retiro dos homens organizado pelo terço dos homens da Paróquia Nossa Senhora do Brasil

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O QUARTO MAGO

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A Igreja Católica Apostólica Romana celebra no dia seis de janeiro a Solenidade da Epifania de Nosso Senhor Jesus Cristo, isto é, a sua manifestação como Filho de Deus, Salvador, para todos os povos. Três fatos relatados pelos evangelistas se encontram nesta grande festa: a visita dos Sábios ao Menino Jesus em Belém, o Batismo de Nosso Senhor Jesus Cristo no rio Jordão e as Bodas em Caná da Galiléia. Distanciando-se da teologia litúrgica, a piedade popular designa esta solenidade de “Festa de Reis”, trazendo à memória a visita dos sábios Gaspar, Balthasar e Melchior ao Menino Jesus,  em Belém. Um seria negro, lembrando os africanos; o segundo, amarelo, representante dos asiáticos; o terceiro, branco como os europeus. Eles são os representantes dos povos até então conhecidos. Afirma a Sagrada Escritura, no Evangelho de São Mateus, capítulo dois, versículos  um a doze, que os estudiosos das estrelas  vieram de longe, conduzidos por uma estrela singular, para adorar o Menino Jesus,

HOMILIA NA MISSA DE ABERTURA DO CAPÍTULO PROVINCIAL DAS IRMÃS PAULINAS, 03/01/13

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Na celebração da Santa Missa, momento antes da Comunhão Eucarística, o sacerdote levanta o Corpo de Cristo e, após breve introdução, variável, aclama: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.”(Jo 1, 29). Esta aclamação foi criada por São João Batista para apresentar Nosso Senhor Jesus Cristo aos seus contemporâneos, como ouvimos no evangelho proclamado na Liturgia da Palavra desta Santa Missa que estamos celebrando. No início do nosso Capítulo Provincial, nos colocamos na escuta da Palavra de Deus, nos alimentamos da Eucaristia, nos abrimos à inspiração do Espírito Santo, emoldurados e sustentados pela vida e ação da Igreja. É como expressão e parte constitutiva da Igreja, Mãe e Mestra, Povo de Deus, Corpo Místico de Cristo, que realizamos nosso Capítulo Provincial. É ela, a Igreja, que nos sustenta e emoldura nossa vida e ação enquanto Congregação Religiosa; aqui, moldura e tela se confundem, se encontram, não sendo possível distinguir muito bem onde começa uma e

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