quinta-feira, 29 de março de 2012

Dia de oração na Missão Belém

No dia 28 de março, Dom Tomé participou de um dia de oração e reflexão com alguns membros da Missão Belém, no Brás, em São Paulo.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Jesus Cristo desceu aos infernos


A Semana Santa é de uma riqueza espiritual indizível. O Mistério celebrado no Tríduo Pascal é o âmago de nossa vida de fé: Jesus Cristo glorificado pela cruz e ressurreição para a nossa salvação. Convido-o à reflexão sobre um elemento um pouco esquecido, porém não menos importante: o silêncio sagrado, que começa na tarde de sexta-feira santa e se prolonga no sábado santo, até a Vigília Pascal.

“Um grande silêncio reina hoje na terra, um grande silêncio e uma grande solidão. Um grande silêncio, porque o Rei dorme. A terra tremeu e acalmou-se porque Deus adormeceu na carne e foi acordar os que dormiam desde séculos (...). Ele vai procurar Adão, nosso primeiro Pai, como uma ovelha perdida.Quer ir visitar todos os que se assentaram nas trevas e à sombra da morte. Vai libertar de suas dores aqueles dos quais é filho e para os quais é Deus. Adão acorrentado e Eva cativa. ‘Eu sou teu Deus, e por causa de ti me tornei teu filho. Levanta-te, tu que dormes, pois não te criei para que fiques prisioneiro do Inferno. Levanta-te dentre os mortos, eu sou a Vida dos mortos’”(Antiga Homilia para o Sábado Santo).

As realidades da fé são transmitidas em linguagem humana, com seus limites e potencialidades. A terra onde habitamos era compreendida como um disco. Sobre ele, no alto, encontra-se a abóbada celeste, onde Deus reina sobre os vivos. Em baixo, o mundo subterrâneo, os infernos, onde reina a morte sobre os falecidos. Na Profissão de Fé, afirmamos que Jesus Cristo desceu à mansão dos mortos, ou infernos, após a sua morte. Os infernos não devem ser confundidos com o inferno em que os condenados estão para sempre separados de Deus.

Antes da morte de Jesus Cristo, homens e mulheres viveram no mundo e na história e morreram. Alguns não conheceram a Deus ou viveram contra Ele. Outros amaram a Deus tanto quanto lhes foi possível: Adão e Eva, Abraão, Moisés, Sara, Rebeca, Miriam, Davi, Salomão, Elias, Amós, Zacarias, Isabel, Simeão, Ana, João Batista, e tantos outros cujo nome e amor são conhecidos somente por Deus. A estes, Jesus Cristo, após a sua morte, foi levar a Boa Nova da Salvação, resgatando-os da morte para a vida. “O Cristo morto, em sua alma unida à sua pessoa divina, desceu à mansão dos mortos. Abriu as portas do céu aos justos que o haviam precedido”(CIC 637).

Jesus Cristo, descendo aos infernos, conheceu a morte como todos os seres humanos; com a sua alma, esteve com eles na morada dos mortos. Para lá foi como Salvador, proclamando a boa notícia aos espíritos que ali estavam aprisionados (cf 1Pe3,18s). Jesus Cristo não desceu aos infernos para libertar os condenados ou para destruir o inferno da condenação, mas para libertar os justos que o haviam precedido. A Boa Nova foi anunciada também aos mortos (cf 1Pe 4,6).

Jesus Cristo desce às profundezas da morte a fim de que os mortos ouçam a voz do Filho do Homem e os que a ouvirem vivam (cf Jo5,25).  Ele, o Príncipe da Vida (cf At3,15), destruiu pela sua morte o dominador da morte, o diabo, libertando os que passaram a vida em estado de servidão, pelo temor da morte (cf Hb2,14s).

O silêncio do sábado santo nos ajuda a compreender a universalidade da Salvação trazida por Jesus Cristo para todos, também para aqueles que antes dele viveram. Como Deus é bom, e não esquece de nenhum de seus filhos. Vivamos bem, talvez de outro modo, o silêncio do sábado santo. Santa e feliz Páscoa! Jesus Cristo Ressuscitado ilumine a nossa vida! Aleluia! Aleluia! Aleluia!

+ Tomé Ferreira da Silva
Bispo Auxiliar de São Paulo.

terça-feira, 27 de março de 2012

Manhã de Espiritualidade Quaresmal do Clero

Foi orientador o Exmo. Revmo. Sr. Dom Nelson Westrupp, DD. Bispo Diocesano de Santo André.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Creio na Ressureição da Carne


A expressão “carne” identifica a pessoa humana na sua condição de fragilidade e conseqüente mortalidade. A “ressurreição da carne” mostra que após a morte não haverá somente a imortalidade da alma, mas a corporalidade humana será vivificada: “E, se o Espírito daquele que ressuscitou Cristo dentre os mortos habita em vós, aquele que ressuscitou Cristo dentre os mortos vivificará também vossos corpos mortais, pelo Espírito que habita em vós”( Rm 8,11).

A ressurreição dos mortos é elemento integrante da nossa fé cristã, crendo nela somos cristãos: “Ora, se se prega que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como podem alguns dentre vós dizer que não há ressurreição dos mortos? Se não há ressurreição dos mortos, então Cristo não ressuscitou, a nossa pregação é sem fundamento, e sem fundamento também é a vossa fé. (...) Mas na realidade, Cristo ressuscitou dos mortos como primícias dos que morreram”(1Cor 15, 12-14.20).

O que é ressuscitar? “Na morte, que é separação da alma e do corpo, o corpo do homem cai na corrupção, ao passo que a sua alma vai ao encontro de Deus, ficando à espera de ser novamente unida ao seu corpo glorificado. Deus na sua onipotência restituirá definitivamente a vida incorruptível aos nossos corpos unindo-os às nossas almas, pela virtude da ressurreição de Jesus”(CIC 997).

Quem ressuscitará? Todos os que morreram. “Aqueles que fizeram o bem ressuscitarão para a vida; e aqueles que praticaram o mal, ressuscitarão para a condenação”(Jo 5, 29).

De que maneira os mortos ressuscitarão? Jesus Cristo ressuscitou com o seu próprio corpo (cf Lc 24,39), mas não voltou a uma vida terrestre. Assim, “Ele transformará o nosso corpo, humilhado, tornando-o semelhante ao seu corpo glorioso”(Fl 3,21), teremos um corpo espiritual: “Semeia-se um corpo só com vida natural, ressuscita um corpo espiritual “(1Cor 15,44).

O como se dará a ressurreição do corpo não sabemos, só é acessível pela fé. “Mas, dirá alguém, como ressuscitam os mortos? Com que corpo voltam? Insensato! O que semeias não readquire vida a não ser que morra. E o que semeias não é o corpo da futura planta que deve nascer, mas um simples grão de trigo ou de qualquer outra espécie (...) Semeado corruptível, o corpo ressuscita incorruptível (...) os mortos ressuscitarão incorruptíveis. (...) Com efeito, é necessário que este ser corruptível revista a incorruptibilidade e que este ser mortal revista a imortalidade” (1Cor 15, 35-37.42-53).

Quando os mortos ressuscitarão? No fim do mundo ou no último dia (cf Jo6,39-40.44.54; 11,24). A ressurreição dos mortos está associada à parusia de Nosso Senhor Jesus Cristo: “Quando o Senhor, ao sinal dado, à voz do arcanjo e ao som da trombeta divina, descer do céu, então os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro”(1Ts4,16).

E agora? De algum modo, já ressuscitamos com Cristo, graças à presença e ação do Espírito Santo em nós. “Fostes sepultados com Cristo no batismo, também com Ele ressuscitastes, pela fé no poder de Deus, que o ressuscitou dos mortos. (...) Se, pois, ressuscitastes com Cristo, procurai as coisas do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus(Cl 2,12;3,1). Esta vida nova que vivemos permanece escondida com Cristo em Deus (cf Cl 3,3; Ef 2,6).

Enquanto aqui nos encontramos, nosso corpo é objeto de toda dignidade e respeito: “O corpo é para o Senhor, e o Senhor é para o corpo. Ora, Deus, que ressuscitou o Senhor, ressuscitará também a nós pelo seu poder. Não sabeis que os vossos corpos são membros de Cristo?  (...) Não pertenceis a vós mesmos (...) Glorificai, portanto, a Deus em vosso corpo”(1Cor 6, 13-15.19-20).

A Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo é a nossa ressurreição, esta é a nossa fé e a nossa esperança. Santa Páscoa!




+ Tomé Ferreira da Silva
Bispo Auxiliar de São Paulo.

Jornada Mundial da Juventude 2012

Na tarde e noite do dia 24 de março, na sede da Região Episcopal Ipiranga, Arquidiocese de São Paulo, 170 jovens estiveram reunidos para a realização da Jornada Mundial da Juventude 2012. Foi um momento de oração, reflexão e organização para a Jornada Mundial da Juventude de 2013 no Rio de Janeiro. Gratidão ao Padre Everton Fernandes Moraes e equipe organizadora, que é a equipe da Região Episcopal Ipiranga para a Jornada Mundial da Juventude do ano vindouro, no Rio de Janeiro, bem como ao Padre Pedro Luiz, que foi o palestrante do dia, e a equipe de música e animação da Nova Comunidade Sagrada Família. 

Formação para Catequistas

Na tarde do dia 24 de março, na sede da Região Episcopal Ipiranga, Arquidiocese de São Paulo, encontro de formação para os catequistas, com oitenta participantes, trabalhando o tema “Mistagogia e Catequese”, com a assessoria do Padre Lelo e coordenação do Padre Márcio Rogério Manso e Edna. 

Encontro de Formação para o Ecumenismo e o Diálogo

Na manhã do sábado, 24 de março, no auditório das Edições Paulinas, Vila Mariana, São Paulo, encontro de formação para o ecumenismo e o diálogo interreligioso. Participação do Pastor José Carlos, da Igreja Metodista, e do Padre Alessandro, da Congregação dos Padres Xaverianos. A coordenação do dia estava sob a responsabilidade do Pe. José Bizon e Pe. José Carlos. Participaram cinquenta pessoas, provenientes de diversas dioceses do Estado de São Paulo. Este foi o terceiro módulo de um total de quatro que estão sendo realizados ao longo deste mês de março. 

sexta-feira, 23 de março de 2012

Semana Santa ou feriado prolongado?


Nos primeiros dias de abril, 01 a 08, será a Semana Santa deste ano de 2012. O centro destes dias é o Tríduo Pascal da Paixão e Ressurreição de Jesus Cristo, que começa com a missa vespertina da Ceia  do Senhor, na quinta-feira, possui o seu centro na Vigília Pascal, na noite de sábado, e encerra-se com as Vésperas do Domingo da Ressurreição, na tarde do dia  08. A grande tentação para os cristãos, de modo particular para os Católicos Apostólicos Romanos, é não viver esta semana como Semana Santa, mas  vivê-la como feriado prolongado.

Aos poucos, vai se diluindo o sentido do primeiro dia da semana como dia santificado, a Páscoa Semanal de Nosso Senhor Jesus Cristo Ressuscitado. Muitos nem usam mais a expressão “domingo” para identificá-lo mas, associando-o ao sábado, chamam-no simplesmente de fim de semana.

Com o costume do feriado prolongado, coisa do Brasil (?), a natureza do domingo foi ainda mais diluída, pois a ponte entre os dias tornou-se ocasião de viagens ou de programações diversificadas que ignoram o Dia do Senhor Jesus Cristo Ressuscitado, não incluindo aquelas obras que seriam próprias deste dia para os cristãos e para os Católicos Apostólicos Romanos em especial, sobretudo a participação na Santa Missa.

No Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor, 01 de abril, faremos memória da entrada de Jesus Cristo em Jerusalém, consciente de que chegara a sua hora, isto é, o momento de realizar a última Vontade do Pai, a redenção da humanidade, através do mistério da sua Paixão, Morte de Cruz e Ressurreição. Na celebração da missa ouviremos a narrativa da Paixão do Senhor que iluminará o mistério a ser celebrado ao longo da semana. Neste dia, a participação na Procissão de Ramos e na Santa Missa  é uma bênção, que não deve ser ignorada.

Na manhã da quinta-feira santa, dia 05, nas igrejas catedrais, sedes das dioceses, na Arquidiocese de São Paulo, na Praça da Sé, as 9h00, celebra-se a Missa do Crisma, presidida pelo Bispo e com a participação dos padres, que farão a renovação de suas promessas sacerdotais, e dos fiéis diáconos, religiosos e leigos. Nesta Santa Missa faz-se a bênção dos Santos Óleos, que serão usados nas Paróquias para a celebração dos Sacramentos do Batismo, da Crisma e da Unção dos Enfermos.

Na noite da quinta-feira, dia 05, celebra-se a Missa Solene da Ceia do Senhor, fazendo a memória da instituição da Eucaristia, do sacerdócio e do mandamento novo da caridade. Durante esta celebração realiza-se o Lava-pés, recordando o que Nosso Senhor Jesus Cristo fez com os Apóstolos na Última Ceia. Ao final, faz-se a trasladação do Santíssimo Sacramento, depositando-o em um lugar apropriado fora da nave central da igreja.

Na tarde da sexta-feira santa, dia 06, dia de jejum e abstinência de carne, por volta das 15h00, realiza-se a Ação Litúrgica com a leitura da Paixão de Jesus Cristo, segundo São João, as orações solenes próprias para este dia, a Adoração da Cruz e a Comunhão Eucarística. Este é um dia propício para a realização da Via-Sacra, exercício da piedade popular que reza o mistério da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo, através de quatorze estações.

Na noite do Sábado Santo, dia 07, realiza-se a Vigília Pascal: a Celebração da Luz, a Liturgia  da Palavra, a Liturgia Batismal e a Liturgia Eucarística. Em muitos lugares acrescenta-se no início da madrugada a Procissão da Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo. O dia 08 é o Domingo de Páscoa, com a celebração solene da Santa Missa, em diversos horários para facilitar a presença dos fiéis.

Os dias desta semana são propícios para realizar o sacramento da confissão, individual, pois não pode ser realizada a sua celebração comunitária, como ensina a Igreja, a não ser em ocasiões muito específicas, precisando para isto da autorização explícita do Bispo.

Você poderá não estar na sua cidade e paróquia nos dias da Semana Santa. No entanto,  não está dispensado, em hipótese alguma, a não ser por motivo grave de doença, de participar das celebrações do Domingo de Ramos e do Tríduo Pascal. Onde você estiver, deve inteirar-se dos locais e horários das celebrações para poder delas tomar parte ativa.

+ Tomé Ferreira da Silva
Bispo auxiliar de São Paulo

quarta-feira, 21 de março de 2012

Seminário Cura D'ars

Na noite do dia 19, Dom Tomé esteve em visita no Seminário de Filosofia Santo Cura D'Ars, da Arquidiocese de São Paulo, na Freguesia do Ó. Celebrou a missa com os seminaristas e participou da refeição noturna. Na ocasião foram recordados os aniversários dos seminaristas Élzio e Elton.

Festa de São José no Ipiranga

Dom Tomé celebrou a Santa Missa, no dia de São José, na Igreja a ele dedicada no bairro do Ipiranga, Foi uma bela e comovente celebração.

Paróquia Nossa Senhora das Dores

Na noite do dia 18 de março, no Ipiranga, São Paulo, o Frei Nivaldo José Machado, OSM, foi acolhido como Pároco na Paróquia Nossa Senhora das Dores.

Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face

Na manhã do dia 18 de março, no Bosque da Saúde, São Paulo, o Pedre Agnaldo Costa Júnior, MSFS, tomou posse canônica, como Pároco, da Paróquia Santa Terezinha do Menino Jesus e da Sagrada Face.

Paróquia Santa Ângela e São Serapião

Na noite do dia 17 de março, na Vila Morais, São Paulo, o Padre Everton Fernandes Moraes assumiu como Pároco a Paróquia de Santa Ângela e São Serapião, na Arquidiocese de São Paulo.

sexta-feira, 16 de março de 2012

O Sacramento da Confissão



No texto passado mostramos a íntima conexão entre o tempo da quaresma, o convite à conversão e o sacramento da confissão. À luz do Catecismo da Igreja Católica, veremos  alguns elementos deste sacramento de cura, precioso dom dado por Deus, através de Jesus Cristo, ao seu povo, que recebe também os nomes de sacramento da conversão, sacramento da penitência, sacramento do perdão e sacramento da reconciliação.


O Concílio Vaticano II enuncia em poucas palavras a natureza do sacramento da Confissão:“Aqueles que se aproximam do sacramento da Confissão obtêm da misericórdia divina o perdão da ofensa feita a Deus e ao mesmo tempo são reconciliados com a Igreja que feriram pecando, e cada qual colabora para sua conversão com caridade, exemplo e orações ( LG 11).

Mesmo batizados, filhos de Deus, experimentamos as manifestações do pecado em nossa vida. Por isso, Santo Ambrósio afirma: “Na Igreja existem a água e as lágrimas: a água do batismo e as lágrimas da penitência”. Como batizados pecadores, pecadores arrependidos, temos necessidade do perdão de Deus ao longo de nossa vida, pois nos encontramos em uma segunda conversão permanente.

Só Deus perdoa os pecados. Jesus Cristo, “em virtude de sua autoridade divina, transmite este poder aos homens para que o exerçam em seu nome”(CIC 1441s). Ele confiou o exercício do poder de absolvição ao ministério apostólico (cf 2 Cor 5, 18.20). “Dizendo isso, soprou sobre eles e lhes disse: Recebei o Espírito Santo; aqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados; aqueles aos quais retiverdes, ser-lhes-ão retidos”(Jo 20, 22s). “Somente os sacerdotes que receberam da autoridade da Igreja a faculdade de absolver podem perdoar os pecados em nome de Cristo”( CIC 1495).

“O sacramento da confissão é constituído de três atos do penitente, e da absolvição dada pelo sacerdote. Os atos do penitente são: o arrependimento, a confissão ou declaração dos pecados ao sacerdote e o propósito de cumprir a penitência e as obras de reparação”(CIC 1491).

“Aquele que quiser obter a reconciliação com Deus e com a Igreja deve confessar ao sacerdote todos os pecados graves que ainda não confessou e de que se lembra depois de examinar cuidadosamente sua consciência. Mesmo sem ser necessária em si a confissão das faltas veniais, a Igreja não deixa de recomendá-la vivamente” ( CIC 1493).

“Os efeitos espirituais do sacramento da confissão são: a reconciliação com Deus, pela qual o penitente recobra a graça; a reconciliação com a Igreja; a remissão da pena eterna devida aos pecados mortais; a remissão, pelo menos em parte, das penas temporais, seqüelas do pecado; a paz e a serenidade da consciência, e a consolação espiritual; o acréscimo de forças espirituais para o combate cristão” (CIC 1496).

“A confissão individual e integral dos pecados graves, seguida da absolvição, continua sendo o único meio ordinário de reconciliação com Deus e com a Igreja” (CIC 1497).

A fórmula para a absolvição, que deve ser usada necessariamente pelo padre, é esta: “Deus, Pai de misericórdia, que, pela Morte e Ressurreição de seu Filho, reconciliou o mundo consigo e enviou o Espírito Santo para remissão dos pecados, te conceda, pelo ministério da Igreja, o perdão e a paz. E eu te absolvo dos teus pecados, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.”

+ Tomé Ferreira da Silva
Bispo Auxiliar de São Paulo.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Dom Tomé e o Seminário de Teologia

Na noite do dia 14 de março, Dom Tomé celebrou a Eucaristia com os padres e seminaristas de teologia da Arquidiocese de São Paulo. Na meditação mostrou à luz das leituras do dia, a vivacidade e perenidade da Palavra de Deus na vida cristã, exortando a todos a priorizar um tempo bom e de qualidade para a Leitura Orante da Palavra de Deus.