segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Crisma Paróquia Santa Ângela e São Serapião

"A Paróquia Santa Ângela e São Serapião, no Setor Pastoral Imigrantes, Vila Morais, Região Episcopal Ipiranga, Arquidiocese de São Paulo, realizou na noite do domingo, 30, o sacramento da crisma para adultos, em Celebração Eucarística presidida por Dom Tomé".


+ Tomé



Crisma Paróquia São Francisco de Assis

"A Paróquia São Francisco de Assis, Arquidiocese de São Paulo, Região Episcopal Ipiranga, Setor Pastoral Vila Mariana, realizou o sacramento da crisma para um segundo grupo de jovens e adultos neste ano de 2011. Entre os crismandos alguns são da Pastoral dos Surdos. O sacramento foi administrado por Dom Tomé".

+ Tomé




Carmelo Santa Tereza celebra dia da Priora

"Na manhã do domingo, 30 de outubro, Dom Tomé presidiu a Eucaristia no Carmelo Santa Teresa, no Jabaquara. Neste dia foi comemorado o dia da Priora, Madre Maria José".

+ Tomé

Assembleia Anual de Pastoral

"Durante o dia 29 de outubro a Arquidiocese de São Paulo realizou a sua Assembléia Anual de Pastoral, na Faculdade de Comunicação dos Padres Paulinos - FAPCOM, com a presença de Dom Odilo Pedro Cardeal Scherer, os Bispos Auxiliares, os Padres Coordenadores de Pastoral das Regiões Episcopais, Padres Coordenadores dos Setores Pastorais, leigos das Regiões Episcopais, Setores Pastorais e representantes dos Movimentos, Associações e Pastorais presentes na Arquidiocese, bem como representantes da Vida Religiosa e Consagrada."

+Tomé












Diácono Martin Antônio Haubert Stein, CM

"No sábado, 29 de outubro, a Congregação da Missão ofereceu à Igreja um de seus religiosos para o Diaconato, em vista do presbiterato: Diácono Martin Antônio Haubert Stein, CM. A ordenação ocorreu durante Celebração Eucarística presidida por Dom Tomé, na Paróquia São Vicente de Paulo, no Moinho Velho, Arquidiocese de São Paulo, Região Episcopal Ipiranga, Setor Pastoral Anchieta. Foi uma bela, sóbria, encantadora e piedosa celebração."

+ Tomé


Abertura do Capítulo das Irmãs Calvarianas

"Na manhã do dia 28 de outubro, no Bosque da Saúde, Dom Tomé presidiu a Eucaristia com as Irmãs da Congregação de Nossa Senhora do Monte Calvário, que iniciaram a realização de seu Capítulo Provincial".

+ Tomé




sexta-feira, 28 de outubro de 2011

A ANTECIPAÇÃO DAS FESTAS PODE SER UM RISCO?
Novembro está aí. Divisamos no horizonte o fim do ano que vai chegando e se instalando entre nós, sorrateira ou abruptamente; os sinais são evidentes: a realização das provas do ENEM; a proximidade dos vestibulares; as revisões e avaliações do ano em curso e a realização de planejamentos e orçamentos para o ano vindouro; a urgência em atingir as metas estabelecidas para este ano; a proximidade da primeira parcela do décimo terceiro salário e o planejamento das férias de janeiro.
Percebemos na cidade os primeiros sinais da festa do Natal: o panetone já chegou às lojas; as cores das decorações começam a pipocar aqui e acolá, sobretudo nas grandes lojas, hipermercados e centros comerciais; as propagandas e promoções visando as compras natalinas e a busca dos presentes. Logo virão as músicas próprias deste tempo a serem executadas exaustivamente. Em meio a tudo isso, onde estará o Menino Jesus? Haverá espaço para Ele neste Natal de 2011?
As antecipações trazem riscos, podem impedir a vivência adequada do momento presente, levar ao enfado e desgastar pelo cansaço, repetição e frivolidade o sentido do que é antecipado. O melhor é viver cada realidade no seu tempo próprio.
Vale lembrar o texto bíblico do livro do Eclesiastes: “Tudo tem seu tempo. Há um momento oportuno para cada coisa debaixo do céu: tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou; tempo de matar e tempo de curar; tempo de destruir e tempo de construir; tempo de chorar e tempo de rir; tempo de lamentar e tempo de dançar; tempo de espalhar pedras e tempo de as ajuntar; tempo de abraçar e tempo de se afastar dos abraços; tempo de procurar e tempo de perder; tempo de guardar e tempo de jogar fora; tempo de rasgar e tempo de costurar; tempo de calar e tempo de falar; tempo do amor e tempo do ódio; tempo da guerra e tempo da paz”(Ecl 3,1-8).
Vamos viver bem e intensamente o mês de novembro, saboreando calma e serenamente tudo o que ele nos oferecerá, sem o frenesi de antecipar o tempo do Natal e das festas de fim de ano? Se nos colocamos a viver dezembro em novembro, não viveremos novembro e quando dezembro chegar já estaremos cansados e enfastiados.
No próximo dia dois de novembro viveremos o dia de finados, faremos memória dos fiéis defuntos, recordação fruto do amor que experimentamos por eles e com eles, e que agora se traduzirá na saudade e na lágrima, que procuraremos apaziguar com uma flor ou uma vela em uma visita ao cemitério.
A melhor forma de recordar e tornar presente as pessoas que amamos e que faleceram é através da oração, sobretudo a participação na Santa Missa. Neste dia dos mortos, procure a igreja mais perto de sua casa, tome conhecimento dos horários das Missas e participe de uma delas.

+ Tomé Ferreira da Silva
Bispo Auxiliar de São Paulo.

“EU SOU A RESSURREIÇÃO E A VIDA”(Jo 11, 25)


A lembrança dos falecidos. A recordação dos mortos com uma celebração especial é um costume humano amplamente difundido nas diversas culturas, um dado antropológico. No dia 02 de novembro a Igreja Católica Apostólica Romana realiza a comemoração de todos os fiéis defuntos, práxis que teve origem no mosteiro beneditino de Cluny, com o Abade Santo Odilon, no ano de 998, muito embora já no século II já houvesse testemunhos da lembrança dos mortos através de orações. No entanto, a prática de dedicar um dia aos mortos aparece pela primeira vez com o bispo Isidoro de Sevilha, falecido em 636.
A morte como mistério. A Constituição Pastoral Gaudium et Spes, do Concílio Vaticano II, no número 18, fala da morte como mistério: “Diante da morte, o enigma da condição humana atinge seu ponto alto. O homem não se aflige somente com a dor e a progressiva dissolução do corpo, mas também, e muito mais, com o temor da destruição perpétua. Mas é por uma inspiração acertada do seu coração que afasta com horror e repele a ruína total e a morte definitiva de sua pessoa. A semente de eternidade que leva dentro de si, irredutível à só matéria, insurge-se contra a morte.”
A morte como experiência humana. A experiência da morte faz parte da vida, e a vida só pode ser compreendida levando-se em conta o mistério da morte. Santo Ambrósio, na obra que escreve comentando a morte de seu irmão Satiro afirma: “Tenhamos o costume quotidiano e a disposição interior de morrer, a fim de que, por meio dessa separação, nossa alma aprenda a separar-se dos desejos do corpo; e, como que situada no alto, aonde as paixões terrenas não possam chegar e prendê-la estritamente, acolha a imagem da morte para não incorrer na pena da morte.”
A recordação dos falecidos no Mistério Pascal de Jesus Cristo. A Constituição Pastoral Sacrosanctum Concilium, do Concílio Vaticano II, no número 81, exorta para que os ritos exequiais exprimam a índole pascal da morte cristã, se constituindo num ato de fé na morte e ressurreição de Jesus Cristo, suplicando a Deus Pai que conceda aos mortos participar deste mistério. Uma antífona da liturgia de finados reza assim: “Como Jesus morreu e ressuscitou, Deus ressuscitará os que nele morreram. E como todos morrem em Adão, todos em Cristo terão a vida”.
As palavras de Jesus Cristo. Por ocasião da morte de Lázaro, quando Jesus chega em Betânia, Marta, uma das irmãs do falecido, lamenta com Jesus Cristo a sua ausência no momento da morte de seu irmão. Ele, no entanto, afirma-lhe: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, mesmo que morra, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim não morrerá jamais” ( Jo 11, 25-26). A fé na ressurreição de Jesus Cristo, primícia dos que morreram (cf 1Cor 15,20) dá sentido novo a nossa vida, morte e possibilidade de ressurreição.
As indulgências. “Aos que visitarem o cemitério e rezarem, mesmo só mentalmente, pelos defuntos, concede-se uma indulgência plenária, só aplicável aos defuntos: diariamente, do dia 1° ao dia 8 de novembro, nas condições costumeiras, isto é: confissão sacramental, comunhão eucarística e oração nas intenções do Sumo Pontífice; nos restantes dias do ano, Indulgência Parcial.” “Ainda neste dia, 02 de novembro, em todas as igrejas, oratórios públicos e semi-públicos, igualmente lucra-se uma Indulgência Plenária, só aplicável aos defuntos: a obra que se prescreve é a piedosa visitação à igreja, durante a qual se deve rezar a Oração dominical e o Símbolo (Pai Nosso e Creio), confissão sacramental, comunhão eucarística e oração na intenção do Sumo Pontífice (que pode ser um Pai Nosso e Ave Maria, ou qualquer outra oração conforme inspirar a piedade e devoção)”.
A Missa pelos Mortos. No dia de finados, procure a igreja mais perto de sua casa para participar da Santa Missa, pois esta é a melhor oração que podemos oferecer a Deus nas intenções de nossos mortos, é também o meio mais propício para conservar no coração a memória dos que amamos, de quem sentimos vivas saudades e por quem ainda derramamos uma lágrima.
+ Tomé Ferreira da Silva
Bispo Auxiliar de São Paulo.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Festa de Santo Antônio de Santana Galvão

"Dia 25 de outubro, festa de Santo Antônio de Santana Galvão, Dom Tomé presidiu a Missa no Seminário Propedêutico I da Arquidiocese de São Paulo, colocado sob a proteção deste santo que viveu grande parte de sua vida em São Paulo".

+Tomé




quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Dia Mundial das Missioões

"No domingo, 23 de outubro, Dia Mundial das Missões, na Catedral da Arquidiocese de São Paulo, Dom Tomé concelebrou com as congregações e organizações missionárias presentes em São Paulo."

+ Tomé



terça-feira, 25 de outubro de 2011

Encontro Anual das Famílias dos Seminaristas

"Na tarde do dia 15 de outubro, o Seminário de Teologia Bom Pastor, da Arquidiocese de São Paulo, realizou o encontro anual das famílias dos seminaristas de teologia, reunindo 200 pessoas. O encontro desenvolveu-se em três momentos: diálogo dos formadores com os familiares e exposição da vida no seminário, esta feita através dos próprios seminaristas; celebração da Eucaristia, esta presidida por Dom Tomé; refeição de confraternização."

+ Tomé